Vasectomia

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A história da vasectomia teve início no Século XIX quando Astley Cooper provou que a interrupção do ducto deferente não causava dano ao funcionamento normal dos testículos. Por muito tempo foi utilizada apenas para esterilização de populações consideradas em sua época como inadequadas socialmente” (delinquentes, criminosos, além de portadores de paralisias e doenças contagiosas). Apenas em 1890, Ewing Mears trouxe à sociedade médica o conceito de método contraceptivo para a população geral e o método começou a ganhar mais destaque.

A vasectomia era realizada em número menor quando comparada às laqueaduras tubárias devido ao comportamento tradicionalista, à oposição da igreja aos métodos contraceptivos e aos obstáculos legais e econômicos. Atualmente isso vem mudando. A vasectomia, por ser simples, segura e eficaz tem se tornado o método contraceptivo definitivo de escolha pelos pacientes e pelas campanhas de saúde. Comparado à laqueadura é uma opção de menor custo com recuperação mais rápida, podendo ser realizada em hospitais ou consultórios bem equipados.

Assista também a entrevista do Dr. Danilo sobre vasectomia

Perguntas frequentes:

Definitivamente não, pois a função do testículo não é afetada. Não há mudança na virilidade ou libido do homem operado.

Errado. Apenas uma parte do ejaculado é composta por espermatozoides. O restante é formado na próstata e vesículas seminais. O ejaculado fica menos espesso, mas ainda existe.

A Lei 9.263/96 e a Portaria n° 144/97 da Secretaria de Assistência à Saúde recomenda o método nas seguintes condições:

  • 1. Em homens com capacidade civil plena e maiores de vinte e cinco anos de idade ou, pelo menos, com dois filhos vivos.
  • 2. Risco à vida da mulher ou do futuro filho, testemunhado por relatório de dois médicos.

O paciente deve permanecer sem relações sexuais por 20 dias e a partir disso ter ao menos 20 ejaculações antes de colher um novo exame de espermograma para controle. O paciente é considerado estéril apenas após um espermograma de controle que mostre ausência de espermatozoides.

É possível que haja hematoma, mas esse é uma complicação rara da vasectomia. Pode ocorrer dor testicular em menos de 5% dos pacientes operados. Os pontos da cirurgiacaem sozinhos após 2 semanas.



Passo a passo das cirurgias

 

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