DAEM / TRT

TRT - Terapia de Reposição de Testosterona
TRT – Terapia de Reposição de Testosterona
A Disfunção Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM) / Terapia de Reposição de Testosterona (TRT) (DAEM) ou Hipogonadismo Tardio, como os endocrinologistas preferem chamar é um assunto que vem despertado cada vez mais interesse em toda população masculina. É sabido que o aumento da longevidade e a preocupação com medidas capazes de melhorar a qualidade de vida têm estimulado o interesse em identificar deficiências hormonais e supri-las tanto em homens idosos quanto nos mais novos. A Reposição hormonal ou Terapia de Reposição de Testosterona (TRT) começou a ser estudada há pouco mais de 10 anos e os conceitos mudaram muito com as novas publicações científicas. Abaixo estão perguntas frequentes dos pacientes no consultório e que agora têm mais embasamento cientifico para serem respondidas.

Pacientes com sintomas sexuais (disfunção erétil) e com baixos níveis de testosterona no sangue estão caracterizados como portadores de DAEM. Existem ainda sintomas mais subjetivos como alterações do sono, depressão, cansaço, indisposição e perda de massa muscular.

A TRT deve ser feita em pacientes com sintomas sexuais (disfunção erétil) e com baixos níveis de testosterona (itens obrigatórios).

Os últimos estudos demonstram que 50% dos pacientes obesos e/ou diabéticos terão valores de testosterona abaixo do normal. Também foi provado que essa associação não depende da idade, podendo ser vista também em homens jovens. O estudo mostrou também que os níveis de testosterona vêm decaindo na população se compararmos homens dos anos 90 com homens dos anos 2000. Isso provavelmente se deve ao aumento de peso, ao maior número de doenças crônicas como Hipertensão e diabetes e ao sedentarismo.

Sim ! Os níveis de testosterona parecem estar associados a gordura do corpo e tendem a subir quando o paciente perde peso.

Acne, seborreia, calvície, aumento prostático, aumento dos glóbulos vermelhos do sangue e aumento do peito (ginecomastia). Em mulheres com o uso de anabolizantes há também aumento de pelos corporais, aumento do clitóris e voz mais grave.

  • Homens que urinam com dificuldade, devido a aumento prostático.
  • Câncer de mama ou próstata
  • Insuficiência Cardíaca Grave
  • Apnéia do sono (não tratada)
  • Hematócrito (colhido no Hemograma) > 54%

Vários estudos vem comprovando que há maior risco cardiovascular em deixar pessoas com níveis de testosterona abaixo do normal do que tratá-las. Percebeu-se ainda que pacientes com níveis muito acima do normal também aumentam sua chance de eventos cardiovasculares. Dessa forma não temos mais contra indicado a TRT, quando bem indicada, por medo desse “perigo”.

Definitivamente não, homens que repõem testosterona tendem a piorar muito a produção de espermatozoides, podendo ate ficar azoospérmicos, ou seja, com ZERO espermatozoides no sêmen. Há uma redução da produção de LH e FSH que são hormônios estimuladores dos testículos. Um estudo recente mostrou que quase 90% dos homens pioram significativamente sua produção espermática. Ou seja, desejo de engravidar é CONTRA- INDICAÇÃO para TRT.

Inicialmente que parem de fazer a TRT e aguardem alguns meses para retorno da produção de espermatozoides pelo testículo. Sabemos que 67% dos homens restabelecem sua função reprodutiva em 6 meses. Nos homens que mantém sua produção de espermatozóides zerada, medicações indutoras da produção testicular, como o Clomifeno, podem ser utilizadas.

Utilizamos medicações injetáveis como o Undesilato de testosterona (NebidoR ) ou na forma de géis de testosterona (AxeronR e AndrogelR).



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