Doença Renal Crônica em idosos

Há mais de 50 anos ocorre um crescimento importante da população idosa em todo o mundo. Com isso, é natural que aumentem também os casos de doenças crônicas. A Doença Renal Crônica (IRC) é um exemplo, sendo causada principalmente pela hipertensão e diabetes. Infecções urinárias de repetição e cálculos renais também são grandes causadores de IRC. É muito importante conhecermos as causas do problema para que sejam efetivas medidas de prevenção e detecção precoce, sendo instituído tratamento correto tão logo possível da doença.

A doença renal crônica piora lentamente, sendo assintomática em seus estágios iniciais. Infelizmente sinais de IRC como anemia, fraqueza e edema só aparecem em estágios mais avançados da doença.

O tratamento consiste em proteger o que resta da função renal, com hidratação via oral, evitando medicações tóxicas para os rins (anti-inflamatórios e alguns antibióticos) e tratando as causas iniciais (hipertensão, diabetes, cálculos, infecção).

Quando o paciente perde completamente a função renal, o tratamento é a diálise, que pode ser feita por:

– Hemodiálise: procedimento através do qual todo o sangue do paciente é filtrado por uma máquina que libera o corpo dos resíduos prejudiciais à saúde, como o excesso de sal e de líquidos. É normalmente realizada 3x por semana.

– Diálise peritoneal: Tem a mesma função hemodiálise, mas é feito por cateter colocado cirurgicamente no abdome. Um líquido de diálise é colocado no abdome e drenado. O processo é mais lento e precisa ser repetido mais vezes na semana que a hemodiálise..

Todos os pacientes com IRC são avaliados como possíveis receptores de rins transplantados. Quando um paciente recebe um rim por transplante, ele melhora sua qualidade de vida simplesmente pelo fato de não precisar mais de diálise.

O que é Doença Renal Policística?

A doença renal policística se dá quando ocorre a presença de diversos cistos nos rins, bilateralmente. Eles crescem lentamente e são preenchidos por líquido, de maneira a formar bolhas de água de vários tamanhos.

 

Existem diversos tipos da patologia, sendo o mais comum a doença renal policística do adulto (DRPA), que atinge pessoas de 30 a 40 anos de idade, de ambos os sexos.

 

Normalmente, as causas são hereditárias, vindas por algum defeito genético herdado nos genes PKD1 (85%) e PKD2 (15%), que passa de pais para filhos de forma dominante.

 

Em alguns pacientes, os sintomas são imperceptíveis, mas outros podem sofrer de dor nas costas, no abdômen e podem ainda apresentar sangue na urina, hipertensão arterial e cólica causada por cálculos renais.

 

A forma mais comum de diagnóstico é o exame de ultrassom. Porém, nem sempre é possível a detecção pelo método tradicional, com cistos pequenos sendo vistos apenas através de tomografia computadorizada renal ou ressonância nuclear magnética.

 

Ainda não há uma cura para a doença, algo que tem sido alvo de diversas pesquisas médicas. Então, o tratamento funciona no sentido de aliviar as dores e sintomas desta condição. O paciente deve ser acompanhado regularmente por um especialista, que pedirá exames específicos para que a saúde seja monitorada da melhor forma possível.

 

Além disso, é importante a adoção de hábitos mais saudáveis, evitando gordura em excesso e afastando costumes nocivos, como o consumo de álcool e tabaco.

 

Não se esqueça: em caso de dúvida, consulte sempre um especialista.

 

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Conheça as diferenças entre cálculo renal e pedra na vesícula

Os cálculos renais, formados nos rins e em todo o trato urinário, são derivados do acúmulo de cristais existentes na urina. Ocorrem em 12% dos homens e 5% das mulheres, sendo mais comum na faixa etária entre 20 e 40 anos de idade.

 

Tal doença muitas vezes só é diagnosticada após a primeira crise de forte dor lombar do paciente. As crises normalmente surgem quando alguma pedra formada no rim se locomove para o trato urinário, obstruindo a passagem da urina em alguma região, como o próprio rim ou o ureter

É uma dor intensa, em cólica, que pode irradiar também para a frente do abdome e região genital. Seu tratamento varia de acordo com o tamanho e localização do(s) cálculo(s), variando do uso de analgésicos ou antiespasmódicos até tratamento cirúrgico. 

 

Já os cálculos biliares, formam-se na vesícula biliar, onde é formada e lançada a bile. Tal substância é responsável pela grande maioria dos cálculos.

 

Alguns se alojam na região e não causam problemas, mas outros ficam presos no ducto biliar, bloqueando o fluxo da bile para o intestino. Assim, o paciente tem dor intensa no lado direito superior do abdome ou nas costas. 

 

O tratamento dos cálculos biliares requer a remoção da vesícula biliar com retirada de possíveis cálculos presentes nos dutos biliares, através de pequena cirurgia.

 

Em caso de dúvida, consulte um especialista.

 

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Saiba mais sobre a insuficiência renal

Insuficiência renal é a perda de capacidade dos rins em filtrar o sangue e remover excessos de substâncias nocivas ao corpo. Assim, esses órgãos deixam de remover e equilibrar os fluidos do corpo humano.

Sintomas

Entre os sinais de insuficiência dos rins, podemos listar: dor lombar, diminuição da produção de urina, inchaço (não só dos membros inferiores, mas de todo o corpo), sonolência, falta de fome, falta de ar, náusea, dor no peito e até convulsões, em casos mais graves.

Causas

Destaca-se os fatores de risco: diabetes, anemia, elevação na pressão arterial, insuficiência cardíaca ou outra forma de dano renal, como doença renal crônica ou pedras nos rins.

Obesidade e dietas inadequadas também causam insuficiência renal, assim como histórico de doença de próstata, dano hepático e baixa função imunológica. Idade avançada também é um dos causadores da perda de capacidade renal.

Tratamento

Não há cura para a doença, então o objetivo do médico é impedir seu avanço, desacelerando a taxa de perda da função dos rins.

Assim, é essencial o controle da pressão arterial, diabetes e outras doenças crônicas assim como controlar possíveis anemias, edemas e outras alterações do metabolismo.

Em casos mais graves, quando o rim já não funciona mais, o paciente poderá passar por hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante renal.

Na dúvida, consulte sempre um médico especialista.

Carcinoma de Pelve Renal e Ureter: câncer silencioso e raro

Segundo dados da publicação “Urologia Fundamental”, da Sociedade Brasileira de Urologia, os tumores uroteliais de pelve renal e de ureter são raros e correspondem a aproximadamente 5% das neoplasias uroteliais e entre 5 a 7% das renais. Está no grupo de tumores “silenciosos” que apresentam complicações por conta da dificuldade do diagnóstico, mas que sempre deve ser suspeitada em caso de urina com sangue ou imagem suspeita nos exames de imagem, principalmente nos fumantes.

 

Incidência

Mais comum entre os 50 e 70 anos de idade, sendo três vezes mais comum em homens.

 

Sintomas

A maioria dos pacientes apresenta sangue na urina, observado diretamente pelo paciente ou por contagem anormal de glóbulos vermelhos em exame de urina. Outro sintoma observado é a dilatação dos rins e ureteres, relacionada à obstrução da passagem da urina e consequente retenção do líquido no sistema coletor. Essa situação pode ser identificada durante em exame ultrassonográfico, ressonância ou tomografia do abdômen.

 

Causas

Principal fator de risco da doença é o tabagismo, aumentando conforme o número de anos e quantidade fumada.

 

Tratamento

A forma de tratamento dependerá de diversos fatores, como tamanho da lesão, comprometimento do local envolvido, características das células tumorais, condições de saúde, idade, etc. Normalmente há necessidade de cirurgia.

 

Procure sempre um médico urologista para diagnóstico e tratamento adequados.

Conheça duas graves infecções de urina: a Pielonefrite e a Sepse Urinária

PIELONEFRITE

 

É a principal complicação da cistite, infecção urinária da bexiga, considerada por muitos como inofensiva. Causada por bactérias, ataca o parênquima renal (onde ocorre produção de urina) e a pelve renal, que armazena a urina.

 

Em sua forma aguda, a infecção surge e evolui rapidamente, comprometendo o funcionamento dos rins. Embora seja reversível na maior parte das vezes, se não for tratada pode evoluir para doença renal grave. Na sua forma crônica, os rins vão perdendo a capacidade de funcionamento de forma progressiva e gradativa, podendo levar à falência do órgão.

 

Os sintomas mais comuns da Pielonefrite são: febre, calafrios, sudorese, náusea, vômito, dor lombar, dor para urinar e sangue na urina. O tratamento se dá com uso de antibióticos. Quando a pielonefrite não é tratada (ou quando o tratamento não é eficaz) há grandes possibilidades de evolução para sepse urinária. 

 

SEPSE URINÁRIA 

 

É uma infecção generalizada do organismo, de causa inicialmente urinária. Pode começar a partir de qualquer órgão deste sistema, como bexiga, rins e ureteres. Ocorre por tratamento inadequado de cistites ou por bactéria hospitalar adquirida. 

 

O diagnóstico de Sepse é feito por exame clínico e laboratoriais. Normalmente há febre, queda do estado geral do paciente, piora da respiração, da frequência cardíaca e, por último, queda da pressão sanguínea do paciente. Quando verificada, o paciente deve ser imediatamente internado em UTI, com antibióticos e cuidados intensivos. É uma situação potencialmente fatal quando não tratada a tempo. 

 

Na dúvida, consulte sempre um especialista.

O uso de suplementação para exercícios pode danificar os rins?

Muito se fala sobre o uso de suplementação para exercícios físicos. Mas será que este costume pode danificar nossos rins?

Em princípio, devemos entender que, antes de usar qualquer tipo de suplemento, devemos estar com a saúde perfeita. Para isso, precisamos realizar um check-up e também uma consulta com um especialista, como o urologista, para que sejam descartados problemas renais. Uma vez que não exista nada de errado, o médico irá te orientar para o uso ou não dessa substância.

É comum que praticantes de exercícios tentem aumentar bastante o consumo de proteínas através de suplementos proteicos. O grande perigo disso é que podemos ultrapassar o limite de nosso organismo digeri-las e utilizá-las. Este excesso pode sim ser danoso aos rins, sobrecarregando também outras regiões do nosso corpo, como fígado e sistema imunológico.

Em caso de uso excessivo, os suplementos aumentam a necessidade de filtragem dos rins, sobrecarregando-os. Assim, principalmente se a pessoa já tem alguma doença renal ou outra condição que comprometa a região, como pressão alta e diabetes, a função renal pode ficar reduzida. O abuso também pode favorecer a absorção de cálcio pelo organismo e provocar a formação de cálculos renais em pacientes predispostos a isso.

Mesmo que sua saúde esteja boa, não se esqueça de consumir bastante água, alimentar-se corretamente, dormir bem e seguir uma rotina saudável, de preferência sem o uso de álcool, tabaco ou qualquer tipo de droga.

Na dúvida, consulte sempre um especialista.

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Entenda a diferença entre cistos, tumores e nódulos renais

Cistos e nódulos renais são lesões comuns, mas com comportamentos bem distintos no corpo. Embora na maioria dos casos eles sejam simples, não representando risco ao paciente, há cistos com altas chances de ser câncer de rim. Além disso, há doenças como o rim policístico, em que todo o rim é composto por cistos, com piora gradativa da função do órgão, podendo levar a insuficiência renal crônica.

Cisto

Ocorre em todas as idades, com maior frequência nos idosos e ao nascimento (ex: Doença Renal Policística. Pode ser definido como qualquer cavidade ou saco fechado preenchido por líquido, revestido por um tecido. Os cistos podem ser simples ou complexos, a depender do seu conteúdo. Cistos complexos, mais densos, com calcificações em seu interior e menos líquido têm maior chance de tumor maligno.

Nódulo

É uma lesão sólida elevada com mais de 1 cm de diâmetro. Geralmente é bem delimitada.  Pode ser encontrada no tecido mamário, pele, tireóide e fígado. No rim é sempre considerada suspeita de tumor maligno.

Tumor

Nódulo ou cistos complexos são considerados tumores, podendo ser malignos ou benignos

Diagnóstico

Os cistos renais simples geralmente são detectados durante exames rotineiros de imagem, uma vez que, na maioria dos casos, são assintomáticos. Dor lombar por compressão de outros órgãos por cistos grandes OU febre por infecção do cisto é uma raridade.

Os exames mais específicos para diagnóstico e avaliação dos cistos é a tomografia computadorizada e a ressonância magnética de abdome.

Tratamento

Cistos renais simples não tem chance de câncer e podem ser acompanhados. Cistos complexos devem ser tratados, normalmente por ressecção por cirurgia. Nódulos renais são sempre retirados por altas chances de câncer renal.

Saiba mais sobre CÂNCER DE RIM

O câncer de rim é um dos mais frequentes do aparelho genitourinário, representando cerca de 3% das doenças malignas nos indivíduos adultos. Também conhecida como hipernefroma ou adenocarcinoma renal, a doença geralmente atinge indivíduos entre 50 e 70 anos de idade, sendo duas vezes mais frequente em homens.

Foram identificados alguns fatores predisponentes: tabagismo, obesidade, hipertensão arterial, história familiar, síndromes clínicas (predisposição genética) como Doença de Von Hippel-Lindau, Birt Hogg- Dubé, Leiomiomatose familiar, doença renal cística adquirida, diálise, além de uso prolongado de analgésicos. Dessa forma, são recomendadas algumas medidas preventivas, como interrupção do tabagismo, controle pressórico, dieta saudável, atividades físicas regulares e controle do peso para prevenção da obesidade.

A maioria dos pacientes com câncer de rim não apresenta sintomas. Apenas 5% têm os “sinais clássicos” dessa doença: hematúria (presença de sangue na urina), dor lombar e massa palpável no abdome. Outros sintomas: febre, falta de ar, emagrecimento e dores ósseas, porém são inespecíficos.

A maioria dos tumores renais é diagnosticada ainda em fase inicial, o que aumenta as chances de cura. O tipo mais frequente é o carcinoma de células claras. Cerca de 20% são localmente avançados (acomete linfonodos – gânglios regionais próximos ao rim) e 25% já apresentam metástases ao diagnóstico em órgãos como pulmões, ossos e fígado.

Para diagnóstico do câncer de rim é necessário algum exame de imagem: ultrassonografia abdominal, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética. O tratamento cirúrgico é o mais utilizado, dependendo das condições clínicas do paciente, do tamanho da lesão, da extensão da doença, do tipo histológico e de outros critérios prognósticos. A retirada de todo o tumor é fundamental e pode ser realizada na maioria dos pacientes com cura para a doença.

Como proteger seu rim com 14 dicas

Você sabia que é possível viver uma vida bastante normal, com apenas 20% da sua função renal? É por isso que um declínio gradual e danos aos rins muitas vezes podem passar despercebidos por muito tempo. Às vezes, até mesmo hábitos comuns podem causar danos aos rins e quando os problemas são finalmente descobertos, pode ser tarde demais.

Os rins são órgãos incríveis. Eles produzem hormônios, filtram o sangue, absorvem minerais, produzem a urina e mantêm um equilíbrio saudável entre acidez e alcalinidade.

Cuidar dos seus rins é cuidar da sua saúde e bem-estar. Aqui está uma lista de hábitos saudáveis a serem seguidos:

1.Não beber refrigerante

Um estudo conduzido em funcionários que trabalham na Universidade de Osaka, no Japão, descobriu que beber dois ou mais refrigerantes por dia (tanto normais como “zero”) pode estar ligado a um maior risco de doença renal. O estudo foi feito com 12.000 pessoas, e foi descoberto que aquelas que bebem maiores quantidades de refrigerante possuem proteína na urina, o que é um dos primeiros sinais de danos nos rins. No entanto, a detecção prematura pode reverter a doença com o tratamento adequado.

2.Não fumar

Não é surpresa que o fumo tem sido associado à aterosclerose (o estreitamento e endurecimento dos vasos sanguíneos), o que influencia no fornecimento de sangue a todos os órgãos do corpo, incluindo os rins. De acordo com um estudo publicado no “Clinical Pharmacology and Therapeutics”, apenas 2 cigarros por dia são suficientes para dobrar o número de células endoteliais (células que revestem as paredes dos vasos sanguíneos) presentes em sua corrente sanguínea. Este é um sinal de dano arterial. Além disso, o Jornal da Sociedade Americana de Nefrologia faz referência a diferentes estudos realizados na última década que ligam o tabagismo à diminuição da função renal.

3.Faça exercício físico

Outra boa maneira de proteger os rins é fazer algum exercício. Um estudo abrangente publicado em 2013 no Jornal da Sociedade Americana de Nefrologia descobriu que mulheres na pós-menopausa que se exercitam possuem 31% menos risco de desenvolver pedras nos rins.

4.Vitamina B6

A boa funcionalidade dos rins também depende de uma dieta saudável, especialmente uma que contém certos nutrientes. De acordo com um estudo realizado na Universidade de Maryland, uma deficiência de vitamina B6 aumenta o risco de formação de pedras nos rins. Para ter rins saudáveis, é preciso ingerir pelo menos 1,3 miligramas de vitamina B6 em sua comida todos os dias. As melhores fontes dessa vitamina são peixes, fígado bovino, batatas, vegetais amiláceos, grão de bico e frutas não cítricas.

5.Magnésio

O magnésio ajuda o nosso corpo a absorver e assimilar o cálcio. Se nós não temos uma quantidade suficiente de magnésio, possuímos uma sobrecarga de cálcio e, mais uma vez, temos pedras nos rins. Para evitar que isso aconteça, adicione vegetais em folhas, sementes, e castanhas ou nozes à sua dieta. Outra boa fonte de magnésio é o abacate.

6.Sono de alta qualidade

Boas noites de sono são ótimas para os rins. De acordo com a publicação Science Daily, a perturbação crônica em nosso sono pode causar doenças renais. Segundo o Dr. Michael Sole, cardiologista e professor de Medicina e Fisiologia da Universidade de Toronto, tecidos renais se renovam durante a noite enquanto estamos dormindo e, por isso, quando não conseguimos dormir sem interrupções constantes, os rins sofrem danos diretos.

7.Beba bastante água

Uma das coisas mais importantes para os nossos rins é a hidratação. Se nós não temos água suficiente em nosso sistema, começamos a acumular toxinas em nosso sangue, porque não há líquido suficiente para levá-las através dos rins. A National Kidney Foundation recomenda beber pelo menos de 10 a 12 copos de água todos os dias. Uma maneira fácil de verificar se você está bebendo o suficiente é através da cor da sua urina. Se ela é escura, você precisa de mais água.

8.Esvazie sua bexiga com frequência

Quando você sente vontade de urinar – vá! Obviamente, não estamos sempre em um lugar onde podemos ir ao banheiro imediatamente, mas se você continua “segurando” por muito tempo, isso irá aumentar a pressão da urina em seus rins, o que pode levar à insuficiência renal ou incontinência urinária.

9.Evite consumo excessivo de sal

O sódio é um nutriente importante, mas é também um desastre quando ingerido em quantidades excessivas. O excesso de sal irá aumentar a sua pressão arterial e colocar um monte de pressão sobre os seus rins. Recomendamos limitar-se a não mais do que 5,8 gramas de sal por dia. Portanto, largue o saleiro!

10.Evitar consumir muita cafeína

Nós geralmente bebemos mais cafeína do pensamos. Cafés, chás, refrigerantes… Antes que você perceba, seu corpo está cheio de cafeína todos os dias, o que faz com que a sua pressão arterial suba e os seus rins sofram danos.

11.Abusar de analgésicos e anti-inflamatórios

Muitos de nós temos uma rotina diária de tomar medicamentos. Quando sentimos dor, nossa primeira reação é geralmente tomar um remédio. Eles ajudam, mas você deve pensar duas vezes antes de tomá-los. Todos os medicamentos têm efeitos colaterais, e muitos deles causam lesões renais ou hepáticas. Uma boa opção, são analgésicos naturais. Dito isto, alguns medicamentos devem sim ser consumidos, o que nos leva ao próximo ponto…

12.Tomar os medicamentos que realmente precisamos

Se você sofre de >hipertensão arterial e/ou diabetes do tipo 2, duas condições muito comuns hoje em dia, você provavelmente irá também sofrer danos nos rins. Não deixe de tratar essas condições e tome seus remédios diários para reduzir a pressão arterial e controlar seus níveis de insulina. Sem eles, é quase garantido que você vai sofrer danos nos rins.

13.Evite consumo exagerado de proteína

De acordo com um estudo realizado na Universidade de Harvard, uma overdose de proteína na nossa dieta pode causar danos aos rins. Quando nós digerimos a proteína, nosso corpo produz um subproduto – a amônia, uma toxina que os seus rins precisam neutralizar. Isso significa que quanto mais proteína nós consumimos, mais duro nossos rins trabalham, o que, em certo momento, pode levar à insuficiência renal. Cuidado com essas dietas da moda baseadas no alto consumo de proteínas.

14.Evite o consumo excessivo de álcool

Isso todo mundo sabe – as toxinas do álcool danificam o fígado. Os seus rins “odeiam” lidar com elas. De acordo com a Kidney Health Australia e o Fundo Renal Americano, uma boa maneira de evitar a insuficiência renal é beber álcool em moderação.