Boa Forma: Lista dos sex toys mais vendidos na pandemia

A masturbação é um ato de cuidado com a mente e com o corpo — e uma ótima forma de praticar o autoconhecimento

Mal havia acabado o primeiro trimestre de pandemia e os brasileiros já estavam em busca de soluções para o bem-estar sexual durante a quarentena. As vendas de sex toys, como vibradores, dispararam de lá para cá e, hoje, o mercado ainda está em alta.

As justificativas para esse interesse pelos produtos eróticos são muitas. “As pessoas solteiras precisam respeitar o isolamento social e, por isso, não conseguem manter relações sexuais com mais ninguém. Já os casais sentiram a necessidade de inovar à medida que estão muito tempo juntos”. exemplifica a sexóloga Carla Cecarello, dos sites C-Date e Solteiros50.

Com ou sem companhia, a verdade é que os vibradores são grandes amigos da masturbação.

Não é coisa de adolescente

A masturbação nada mais é do que o hábito de se tocar. Pode começar em partes diferentes do corpo, mas na maioria das vezes se concentra nos órgãos genitais. Tudo isso, é claro, gera prazer. “É uma sensação de excitação muito boa, que vai evoluindo com o intuito de atingir um objetivo principal – o orgasmo”, diz a psicoterapeuta sexual Sônia Eustáquia.

E apesar de ser a grande meta, nem toda masturbação necessariamente faz você chegar lá. O urologista Danilo Galante explica que, assim como o sexo, a ela é dividida em cinco fases, e o climax é apenas uma delas:

“Geralmente, o ato sexual começa com o simples desejo, que evolui para a excitação. Depois de alguns estímulos, há a ereção e, por fim, o sexo em si. que pode vir acompanhado ou não de orgasmo”, ressalta o especialista.

 

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