Saiba mais sobre a ereção matinal

Qualquer homem sabe que é normal acordar com o pênis ereto, mesmo sem haver nenhuma motivação ou excitação.

As ereções são parte do ciclo do sono REM (Rapid Eye Movement), uma fases do sono em que ocorrem os sonhos. Indivíduos saudáveis tem normalmente de quatro a cinco ereções durante o período de repouso.

Nesta fase, o corpo recebe diversos estímulos nervosos, entre eles o de fluxo maior de sangue e ocorre maior vasodilatação no corpo, incluindo no órgão genital, o que leva a “excitação”.

Além disso, o ato também ocorre por um mecanismo de defesa do corpo, que faz com que o “mecanismo” de ereção continue funcionando durante toda a vida, mesmo de forma involuntária.

 Em pacientes com queixas de disfunção erétil é comum escutarmos que as ereções noturnas diminuíram em frequência, ou mesmo cessaram. É uma forma indireta de diagnosticar problemas de ereção. Vale sempre a pena procurar por outros problemas cardiológicos ou neurológicos quando ocorre tal queixa.

Não se esqueça, em caso de qualquer dúvida, procure sempre um especialista.

E então, doutor: meu xixi tem gosto de quê?

A uroscopia, inspeção da urina para determinar a condição física do paciente, é uma das ferramentas diagnósticas mais antigas. Sua utilização remonta à medicina praticada na Suméria e na Babilônia, cerca de 4000 anos atrás. Praticada por médicos gregos e romanos, a sua utilização chegou à Europa trazida pelos árabes e se tornou parte fundamental do diagnóstico clínico.

O termo uroscopia significa literalmente “observação da urina”. Há vários tratados antigos sobre o tema, mas o texto que teve mais influência na medicina ocidental foi escrito por Theophylus Protospatharius (610-641), chamado De Urinis. Por muitos séculos, autores de textos uroscópicos se referiram a esse texto.

A orientação era para que a urina fosse coletada em 24 horas em um frasco grande e transparente, que deveria ser protegido do calor, do frio e da luz do sol. Esse recipiente era chamado de “matula” e, durante a idade média, tornou-se um símbolo fortemente associado à profissão médica. Muitos médicos, quando contratavam os serviços de pintores para retratá-los, faziam questão de posar com sua matula (à semelhança de muitos médicos e estudantes de hoje em dia que publicam fotos nas redes sociais portando seus estetoscópios pendurados no pescoço).

O médico persa Ismail Sayn al-Din Gorgani (1040-1136) ensinava que os seguintes aspectos deviam ser sistematicamente verificados: a quantidade, a cor, a consistência, a transparência, a presença ou ausência de sedimentos (muito importante no diagnóstico de litíase urinária), a presença de sangue (hematúria), o odor e até o sabor da urina. Dessa prática nasceram as denominações de algumas doenças. Urina em grande quantidade e com sabor de mel, por exemplo, recebeu a denominação de diabetes mellitus. Urina em grande quantidade e sem gosto (que ocorre quando a pessoa não secreta adequadamente o hormônio antidiurético) foi chamada de diabetes insipidus.

Como referência, os profissionais utilizavam uma imagem muitas vezes reproduzida chamada de “A Roda da Uroscopia”, que trazia os diferentes aspectos que a urina poderia apresentar, com os diagnósticos correspondentes.

O ritual de analisar o líquido, entre os séculos XIV e XVI, tornou-se o ponto alto da consulta com um médico europeu. Enquanto o paciente aguardava nervosamente, o doutor alongava o quanto podia o processo de cheirar, olhar contra a luz e provar a urina (processo semelhante ao utilizado pelos enólogos), finalmente emitindo um diagnóstico.

Também à semelhança dos enólogos, alguns uroscopistas desenvolveram habilidades fantásticas. Conta-se a história da adolescente que foi levada à consulta pela mãe desconfiada, com suspeita de gravidez. A temerosa jovem misturou a própria urina com urina de vaca, no intuito de confundir o profissional e este, ao final da análise, declarou: “esta amostra tem urina de uma mulher e urina de vaca; ambas estão grávidas”.

O famoso médico persa Avicena (latinização de Abd Allāh ibn Sīnā) (980-1037) incluiu em sua influente obra “Cânone da Medicina” (texto padrão em muitas universidades medievais) uma seção que ensinava os médicos a diferenciar urina humana daquela de animais, alertando seus estudantes para o fato de que “…líquidos variados são às vezes trazidos pelos pacientes para testar a habilidade do médico”.

A partir dos séculos XII e XIII, a uroscopia passou a ser realizada também por pessoas sem treinamento médico, que viajavam pelas cidades europeias alardeando sua capacidade de fazer diagnósticos, prognósticos e até de prever o futuro (prática chamada de uromancia) da pessoa por meio da análise de sua urina. Alguns desses charlatães angariaram fama e riqueza.

Havia também aqueles médicos que até se abstinham de examinar o paciente, fazendo diagnósticos à distância somente pela observação da urina, que era trazida até ele por um portador especialmente contratado (poderíamos chamá-lo de pipiboy).

O médico de Constantinopla Joannes Actuarius (1275-1328) (obcecado pelo tema, escreveu um extenso tratado de sete volumes chamado “Sobre a Urina”) alertava para o perigo do diagnóstico feito com base apenas na análise da urina, sugerindo que o exame físico era fundamental (perigo que ronda também os médicos modernos, que às vezes se concentram nos exames complementares, em detrimento do contato com os pacientes).

O número crescente de pessoas sem treinamento médico (e sem escrúpulos) que realizavam a uroscopia condenou-a gradativamente a uma condição de descrédito. O livro publicado em 1637 “O Profeta do Mijo” (Pisse Prophet), de Thomas Brian, criticou duramente a prática. Os médicos vistos com uma matula passaram a ser objeto de piadas e do ridículo, o que ajudou a levar a prática da uroscopia, enfim, ao abandono.

Hoje em dia, a análise da urina é parte fundamental da avaliação clínica do paciente, tanto em doenças do trato urinário como em condições sistêmicas. O exame mais frequentemente utilizado é o chamado Urina Tipo I ou EAS (elementos anormais e sedimentoscopia), no qual se verifica: aspecto, cor, o pH, densidade, presença de células, etc.

A presença ou ausência de glicose é verificada por uma análise química.

Felizmente, não precisamos mais verificar o sabor do xixi.

Imagens:

 

  1. O Médico (1653). Gerard Dou (1613-1675). Óleo sobre madeira, 49,3 x 37 cm. Kunsthistorisches Museum, Viena.

 

  1. Roda da Uroscopia da obra Epiphaniae medicorum, 1494, artista desconhecido. Epiphaniae medicorum. Crédito: Wellcome Collection. CC BY.

 

  1. A Uroscopia. Franz Christoph Janneck (1703-1761). Óleo sobre cobre, 31,7 x 22,8 cm. Coleção Fisher no Instituto Franklin, Science History Institute, Philadelphia.

 

Referências:

 

ARMSTRONG, J. A. Urinalysis in Western culture: a brief history. Kidney International, v. 71, n. 5, p. 384-387, 2007.

 

KAMALEDEEN, A.; VIVEKANANTHAM, S. The rise and fall of uroscopy as a parable for the modern physician. The Journal of the Royal College of Physicians of Edinburgh, v. 45, n. 1, p. 63-66, 2015.

 

KIEFER, Joseph H. Uroscopy: The artist’s portrayal of the physician. Bulletin of the New York Academy of Medicine, v. 40, n. 10, p. 759, 1964.

 

STOLBERG, Michael. The decline of uroscopy in early modern learned medicine (1500-1650). Early Science and Medicine, v. 12, n. 3, p. 313-336, 2007.

 

VOSWINCKEL, Peter. From uroscopy to urinalysis. Clinica Chimica Acta, v. 297, n. 1-2, p. 5-16, 2000.

 

FONTE: Texto extraído na íntegra da página do Facebook,  “Histórias Breves de uma Arte Longa”, de Jordano Araújo.

Sabia que alguns medicamentos afetam nossos rins?

Os rins são órgãos responsáveis pela filtragem do sangue, eliminando o excesso de toxinas, sais minerais e outras substâncias danosas ao nosso corpo. Porém, seu funcionamento pode ser afetado por alguns remédios.

Muitos de nós temos uma rotina diária de tomar medicamentos. Quando sentimos dor, nossa primeira reação é nos medicarmos. Mas você deve pensar duas vezes antes de tomá-las.

Todos os medicamentos têm efeitos colaterais, sendo por vezes lesões renais ou hepáticas. Os mais perigosos são os anti-inflamatórios não esteroides. Como parte de seus efeitos, reduzem a capacidade dos rins em filtrar o sangue. Pessoas sadias toleram bem estas alterações, mas aqueles com algum grau de insuficiência renal podem ter graves consequências.

Os anti-inflamatórios também podem causar nefrite intersticial, um tipo de reação alérgica nos rins, levando a insuficiência renal aguda.

Alguns antibióticos também podem causar nefrite: penicilinas, rifampicina, ciprofloxacino e trimetoprim/sulfametoxazol. Além disso, analgésicos, como Paracetamol, em uso constante podem trazer lesões raras, principalmente se associado ao ácido acetilsalicílico (AAS).

Porém, é claro que medicamentos corretos devem ser consumidos. Então, por exemplo, se você sofre de hipertensão arterial e/ou diabetes do tipo 2, você provavelmente irá também sofrer danos nos rins. Não deixe de tratar essas condições e tome seus remédios diários para manter sua doença controlada.

Além disso, há outros cuidados para proteger nossos rins: evite refrigerante, não fume ou use drogas, faça exercícios, alimente-se da maneira adequada, tenha um sono de qualidade e beba pelo menos dois litros de água diariamente.

Não se esqueça: em caso de dúvida, consulte sempre um especialista.

Saiba mais sobre a síndrome da bexiga dolorosa

A cistite intersticial, cistite crônica ou ainda síndrome da bexiga dolorosa, caracteriza-se por dores intensas na barriga, principalmente quando a bexiga está cheia.

É uma inflamação crônica da parede da bexiga e tem como sintomas: dor pélvica, urgência e maior frequência de micção. A dor costuma ser mais forte quando a bexiga está preenchida com urina, tendo um alívio (ao menos parcial) com o ato de urinar.

Dos pacientes, 94% tem a pele branca e idade média de 40 anos, com 90% do sexo feminino.

Não existe um tratamento único ou simples para a síndrome da bexiga dolorosa. A princípio, a paciente deve tentar identificar e controlar possíveis causas, como estresse, hábitos alimentares errados, consumo de cigarros e drogas.

O urologista será capaz de orientar especificamente cada indivíduo, buscando a melhor saída para aliviar os sintomas. Como alguns fatores podem ser causados ou agravados por fatores psicológicos, também é recomendável um acompanhamento nesta área.

Saiba como se formam as pedras nos rins

Uma dor muito intensa e bastante comum é a derivada dos cálculos renais, também conhecidos como pedras nos rins.

Os cálculos renais são causados por acúmulo de cristais existentes na urina. Quando a quantidade de água na urina não é suficiente para que todos os sais ali presentes sejam dissolvidos, estes se reagrupam, retornando à forma sólida.

Assim, pequenas pedrinhas são formadas. Os sais mais comuns são: de cálcio, de fosfato e oxalato, além de ácido úrico, estruvita e cistina.

Tal doença muitas vezes só é diagnosticada após a primeira crise de forte dor lombar. Surgem quando alguma pedra formada no rim se locomove para o trato urinário e obstrui a passagem da urina em alguma região, como o próprio rim ou o ureter.

É uma dor intensa, em cólica, que pode irradiar também para parte da frente do abdome e região genital. Seu tratamento varia de acordo com o tamanho e localização do(s) cálculo(s) no sistema urinário, podendo ir do uso de analgésicos ou antiespasmódicos (Buscopan é um deles) até cirurgia.

Para prevenir cálculos, devemos manter ingestão constante de líquidos, especialmente água, diminuindo sua formação. Beba pelo menos dois litros diariamente.

Então, se você sente dores e suspeita que possa sofrer de cálculo renal, consulte um especialista.

Homens têm Ponto G?

Muito se fala sobre a existência do Ponto G no corpo feminino. Mas e nos homens, há algo similar?

Alguns especialistas afirmam que o ponto máximo de prazer masculino estaria localizado na próstata ou em região próxima à ela. Estamos falando do períneo, abaixo dos testículos e imediatamente próximo do ânus.

O fato é que nem todos os homens têm vontade de (ou permitem-se) receber carícias nesta região. Isso varia com as preferências pessoais, valores éticos e morais e cada um.

No caso daqueles que queiram, uma dica é a leve compressão nesta região com o dedo atrás dos testículos, enquanto a mulher pratica sexo oral. Uma outra possibilidade, sempre de acordo com a vontade individual, é a prática de massagem no ânus.

Vale lembrar que tais comportamentos não significam homossexualismo. Quando de acordo com a vontade de ambos, vários casais heterossexuais também aderem a tais práticas.

Outras regiões erógenas (sexualmente estimuláveis) do corpo masculino, além do pênis, são: testículos, pescoço, peito, coxas (principalmente região interna) e as costas. Logicamente isso varia em cada organismo.

Na dúvida, consulte um especialista.

Conheça os riscos da infecção urinária durante o verão

No verão, crescem as chances de infecção de urina, decorrente da presença anormal de bactérias nas regiões do trato urinário.

A doença é muito mais comum no sexo feminino, com até 90% dos casos. Isso se deve, principalmente, ao fato da uretra feminina ser mais curta (cerca de 5 cm) em relação a do homem. A uretra feminina também é muito próxima ao ânus, “moradia” das principais bactérias urinárias. Por último, as mulheres apresentam variações no nível de estrogênio, que causam a queda dos micro-organismos que protegem a região urinária.

O verão traz diversos fatores que propiciam a doença: exposição à umidade, como o uso de roupas de banho molhadas durante o dia todo; queda da resistência com a adoção de alguma dieta nova, fazendo com que o organismo se desequilibre e baixe sua proteção ou piora na hidratação e menos cuidado com a saúde em geral.

O calor também aumenta a desidratação, concentra a urina e facilita a fixação de bactérias na parede interna da bexiga, propiciando infecções. É a época de consumir pelo menos dois litros de água diários.

Os principais sintomas da infecção urinária são:

  • Ardor na uretra ao urinar;
  • Aumento da vontade de ir ao banheiro diurna e noturna;
  • Sensação de esvaziamento não total da bexiga;
  • Dor no púbis;
  • Sangue na urina e alteração do aspecto urinário (cor escura, com aparência turva e odor forte);
  • Febre, queda do estado geral e dor lombar podem ocorrer nos casos mais graves, a que chamamos Pielonefrite.

Não se esqueça: na dúvida, consulte sempre um especialista.

Saiba mais sobre a campanha Dezembro Laranja

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) entra anualmente com a campanha Dezembro Laranja visando estimular a prevenção e o diagnóstico do câncer de pele, o mais comum na maioria dos países do mundo, incluindo o Brasil.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), 30% de todos os tumores malignos no país são de câncer de pele. Para os anos de 2018 e 2019, a estimativa é de 165.580 mil casos novos – número que apesar de grande, mostra redução de 10 mil casos em relação ao biênio anterior. A doença acomete um pouco mais de homens (85.170 mil) do que de mulheres (80.410 mil).

O câncer de pele pode se manifestar de formas distintas, sendo as mais comuns o carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular (chamados de câncer, não melanoma) e o terceiro tipo, o melanoma, menos comum, porém muito mais agressivo e letal.

Se diagnosticados a tempo, os tumores de pele têm chance de cura superior a 90% após cirurgia para remoção ou destruição da lesão por frio ou calor.

Para a prevenção da doença, devemos nos prevenir da principal causa: exposição ao sol. Portanto, evite horários de maior incidência solar (das 10h às 16h); utilize chapéus e bonés, além de óculos de sol com proteção UV e roupas que cubram boa parte do corpo; mantenha-se hidratado e tente, sempre que possível, permanecer na sombra.

Também é muito importante o uso de protetor solar com fator 30 (no mínimo) diariamente, reaplicando a cada duas a três horas ou depois de longos períodos na água. Assim se explica o tema da campanha em 2018: “Se exponha, mas não se queime”.

Em caso de dúvida, consulte sempre um especialista.

Saiba mais sobre os problemas sexuais mais comuns dos homens

É comum que o homem apresente algum tipo de problema sexual ao longo de sua vida. Então, para compreendermos melhor este assunto, vamos conhecer algumas das condições mais comuns:

DISFUNÇÃO ERÉTIL 

Principal problema sexual masculino. Pode ser causada por fatores psicológicos, doenças hormonais (como diabetes, queda de testosterona e problemas endócrinos), doenças neurológicas (como lesões na medula, mal de Alzheimer e mal de Parkinson), doenças vasculares que impeçam a chegada de sangue no pênis, cirurgias no élvis, doença de Peyronie, fibrose dos corpos cavernosos e ainda consumo excessivo de medicamentos, álcool e tabaco.

EJACULAÇÃO PRECOCE

Atinge homens de todas as idades, sendo mais comum na adolescência e em adultos jovens. Entre os fatores que podem propiciar a situação: orgânicos, podendo ser genéticos, biológicos, metabólicos ou hormonais E/OU psicológicos, principalmente por ansiedade, depressão e problemas com autoestima.

PRIAPISMO

Condição médica em que o pênis permanece em ereção de modo indesejado e involuntário, por longo período de tempo (horas) e de maneira bastante dolorosa para o homem.

PERDA DA LIBIDO (DESEJO SEXUAL)

As alterações da libido podem ser explicadas por causas hormonais (como a queda de testosterona), uso de medicamentos (antidepressivos e anabolizantes são os principais), doenças crônicas e alterações genitais (vistas ao exame físico).

Todas estas condições têm tratamento. Ao surgirem os primeiros sintomas, você deve consultar um urologista e se informar corretamente sobre os procedimentos a serem tomados.

Conheça a relação entre obesidade e disfunção erétil

A obesidade complica a vida do homem em diversos aspectos: eleva o risco de doenças cardíacas e de cânceres em geral, piora tolerância ao esforço, propicia problemas de articulação e aumenta a incidência de distúrbios psicológicos. Além disso tudo, a obesidade também pode levar à disfunção erétil com (ou sem) queda dos níveis de testosterona.

Segundo estudos, quanto maior a circunferência da cintura, maior a chance de impotência sexual. Cerca de 75% dos homens que possuem mais de 101 cm de circunferência abdominal (cintura) apresentam dificuldades de ereção, comparados a 32% nos com 91 cm. Além da disfunção erétil, os obesos também apresentam maiores chances de problemas de ejaculação precoce.

Com menor condicionamento físico, é natural que a relação sexual dure menos e seja menos prazerosa, uma vez que o paciente se cansa mais rápido e podendo inclusive apresentar dores. Por consequência, não consegue manter o ritmo necessário para a conclusão do ato.

Outra conclusão de estudos variados é que, a cada nove quilos acima do peso adequado, há também aumento de 10% na incidência de infertilidade masculina. Os obesos também apresentam maior incidência de problemas vasculares, reduzindo o fluxo de sangue peniano, tornando mais fraca a ereção.

Uma dica para que esta situação melhore é perder peso, buscando exercícios e dieta regulares.

No caso de disfunção erétil, não tome decisões por conta própria: busque sempre a palavra de um especialista.