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Infertilidade Masculina

A infertilidade conjugal é caracterizada após 1 ano de tentativas de gravidez, com relações sexuais frequentes, sem uso de métodos contraceptivos e bem distribuídas ao longo do ciclo menstrual.

Estima-se que a infertilidade atinja 10% a 20% dos casais em idade reprodutiva, independendo da origem étnica ou social. Aproximadamente 33% dos casos acontecem por problemas exclusivamente masculinos, 33% exclusivamente femininos e 33% por ambos.

Em todo casal infértil o homem deve ser avaliado por urologista. Na consulta, é feita avaliação do histórico pessoal e familiar, tanto de doenças quanto de tratamentos prévios. Deve-se realizar exame físico minucioso de todo o paciente e solicitar exames laboratoriais e de imagem. O principal exame masculino é o espermograma. Por uma amostra de sêmen (coletada por masturbação) é analisada a saúde da próstata e dos espermatozóides do paciente. Os níveis parâmetros normais são estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde. A partir deste exame, outros também poderão ser requeridos, como avaliação hormonal, genética e testes espermáticos.

Entre as causas mais comuns de infertilidade no homem, temos a varicocele, que se caracteriza pela formação de varizes nos testículos, e a criptorquidia, que ocorre quando não houve descida correta do testículo para o escroto. Outros fatores também podem causar a problemas como: torção testicular, infecções do trato genital masculino, inflamação testicular e outros. No entanto, cerca de 25% das causas são desconhecidas, não possuindo tratamento específico.

O tratamento sempre é instituído para dois objetivos. Primeiramente para que o casal atinja a gravidez natural. Secundariamente para otimizar as chances de sucesso em posteriores técnicas de reprodução assistida. Sabemos que quando o homem (e  mulher) não tem suas capacidades reprodutivas melhoradas, as chances de aborto espontâneo aumentam e as de sucesso na fertilização in vitro diminuem.

Existem basicamente três técnicas de reprodução assistida:

– Inseminação artificial, quando são injetados espermatozóides na cavidade uterina após estímulo ovulatório.

– Fertilização in vitro, quando se colocam espermatozóides em contato com o óvulo e espera-se a fecundação para transferi-lo para o útero

–  ICSI (Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoide), quando se introduz o espermatozoide no interior do óvulo e, uma vez fertilizado, transfere-se para o interior da cavidade uterina

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