Saiba mais sobre a insuficiência renal

Insuficiência renal é a perda de capacidade dos rins em filtrar o sangue e remover excessos de substâncias nocivas ao corpo. Assim, esses órgãos deixam de remover e equilibrar os fluidos do corpo humano.

Sintomas

Entre os sinais de insuficiência dos rins, podemos listar: dor lombar, diminuição da produção de urina, inchaço (não só dos membros inferiores, mas de todo o corpo), sonolência, falta de fome, falta de ar, náusea, dor no peito e até convulsões, em casos mais graves.

Causas

Destaca-se os fatores de risco: diabetes, anemia, elevação na pressão arterial, insuficiência cardíaca ou outra forma de dano renal, como doença renal crônica ou pedras nos rins.

Obesidade e dietas inadequadas também causam insuficiência renal, assim como histórico de doença de próstata, dano hepático e baixa função imunológica. Idade avançada também é um dos causadores da perda de capacidade renal.

Tratamento

Não há cura para a doença, então o objetivo do médico é impedir seu avanço, desacelerando a taxa de perda da função dos rins.

Assim, é essencial o controle da pressão arterial, diabetes e outras doenças crônicas assim como controlar possíveis anemias, edemas e outras alterações do metabolismo.

Em casos mais graves, quando o rim já não funciona mais, o paciente poderá passar por hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante renal.

Na dúvida, consulte sempre um médico especialista.

Aos que sofrem com pedras nos rins: você já fez avaliação metabólica?

Quando o paciente entra ao PS com dor intensa, o campeão de queixas é a CÓLICA RENAL, dor causada por pedras formadas no rim e que obstruem o canal urinário, quando descem para a bexiga.

De onde eles vêm?

Em geral, 90% dos cálculos (pedras) trazem como componente o cálcio e o ácido úrico. Os cálculos são formados pelo acúmulo de determinadas substâncias (oxalato e cistina) dentro dos rins ou nos canais urinários. Geralmente, o paciente que sofre desse problema já tem uma predisposição familiar. Mas existem outros fatores que podem provocar seu surgimento: baixa ingestão de água, dieta rica em sódio e carne vermelha. Quando a ingestão de líquidos é baixa e a de sal é alta, os elementos formadores das pedras se concentram e formam-se as pedras.

Como avaliar o paciente com cálculo renal?

Chamamos de avaliação metabólica. Por ela pode ser possível determinar algum distúrbio no paciente, que possa ser corrigido ou minimizado, diminuindo o numero de cálculos formados e, consequentemente, o número de crises de cólica renal. O processo consiste em dosagem de sangue e urina, incluindo coleta urinária de 24 horas, com dosagem de elementos como cálcio, ácido úrico, oxalato, fósforo, cistina, citrato, sódio e creatinina.

A avaliação metabólica é indicada para todos os pacientes com histórico familiar positivo para doenças renais, com formação de vários cálculos ou em ambos os rins. Outras indicações para essa avaliação é encontrada em pacientes com doenças intestinais (como diarreia crônica), osteoporose, gota, anormalidade anatômica, fraturas patológicas e insuficiência renal.

Consulte sempre um médico especialista.

Ressonância magnética no diagnóstico do câncer de próstata

Um estudo com 500 homens com suspeita de câncer de próstata, conduzido por instituições de pesquisas de diversos países foi publicado há pouco tempo no New England Journal of Medicine. Ele aponta que a ressonância magnética da próstata pode auxiliar na detecção desse tipo de tumor e potencialmente reduz o número de biópsias desnecessárias (cujas complicações são dores, infecção urinária e sangramentos urinários e retais). Diversos outros trabalhos científicos já estão avaliando o tema.

 

Resultados do estudo: Boa notícia

Dentre os homens que foram submetidos à ressonância, 28% foram diagnosticados como livres do tumor e não precisaram passar pela biópsia de imediato. Esses homens foram observados a cada 3 meses para checagem de alterações de PSA ou toque retal.

 

A técnica identificou também cânceres agressivos em 38% dos voluntários, exigindo tratamento. Nos pacientes que passaram por biópsia tradicional, guiada por ultrassom, apenas 26% foram encontrados.

 

O que sabemos até agora é que tumores de próstata mais agressivos têm imagens típicas na ressonância e indicam posterior biópsia para confirmação do resultado. Tumores indolentes (pouco agressivos) podem aparecer ou não na ressonância. Caso não diagnosticados no primeiro momento, eles não tendem a causar metástase de imediato, o que não mudaria a trajetória desse paciente.

 

Tudo indica que a ressonância magnética direcionada para o diagnóstico do câncer de próstata será cada vez mais útil para o tratamento. São necessários mais estudos, com uma população maior de pacientes, mas foi dado um passo importante para a melhora do diagnóstico.

 

Andropausa: Saiba como identificar os sintomas

Andropausa

A diminuição de testosterona (erroneamente chamada de “andropausa”) é uma fase natural da vida dos homens e começa a se manifestar por volta dos 50 anos. Pode ocorrer sem a presença de sintomas ou com muitos sinais de que o problema está acontecendo.

 

DIAGNÓSTICO

 

Os principais sintomas são: perda de libido e piora da ereção, alterações de humor e  fadiga. Ocorre que níveis de testosterona abaixo do normal são fator de risco para eventos cardiovasculares (infarto e AVC – derrame), além de anemia e osteoporose. Um exame de sangue para medir a quantidade de testosterona no corpo pode confirmar o diagnóstico, mas deve ser repetido para confirmação do resultado.

 

TRATAMENTO

 

O principal tipo de tratamento é feito com uso de medicamentos que aumentem os níveis de testosterona. Logicamente que há sempre indicação de manter hábitos de vida saudáveis, como uma boa noite de sono, alimentação balanceada e exercícios físicos regulare

Pedra nos rins durante a gestação

Crises de dor causada por cálculos renais (ou pedra nos rins) em gestantes NÃO são raros (um caso entre 1.150 grávidas). Para evitar o problema é recomendado procurar seu médico antes da gestação para identificar possíveis cálculos renais e tratá-los a tempo, pois na gravidez as dores podem se tornar ainda mais fortes.

Causas

Durante a gestação ocorrem várias alterações fisiológicas e físicas no trato urinário. Além do aumento hormonal e da progesterona, ocorre a dilatação do rim e ureter, que facilita a liberação de cálculos pré-existentes dentro do rim.

 

Diagnóstico e tratamento

Para detectar se há cálculos renais, é feito um exame de ultrassom. Geralmente a pedra no canal urinário (ureter) não é identificada. O laudo aponta somente para dilatação do ureter, do lado da dor referida pela paciente. O tratamento inicial indicado é o uso de medicamentos que amenizem as dores, uma vez que, na gestação, qualquer procedimento deva ser o mais simples possível para não ser invasivo. Recomenda-se a ingestão de bastante líquido. Isso diminui a chance de formação de pedras e facilita sua eliminação. Nos casos em que não ocorre a eliminação natural da pedra é indicado um procedimento cirúrgico endoscópico (via uretra). As pedras são quebradas com laser e normalmente é deixado um fino tubo (cateter duplo J), que mantém o ureter aberto para a passagem de urina. As principais indicações para essa cirurgia são: dor muito intensa ou intratável, obstrução do rim, a função renal alterada ou quando houver complicações obstétricas.

 

Em caso de dores e crises renais, um médico urologista sempre auxiliará no melhor tratamento.

Torção Testicular

A torção testicular ocorre quando o cordão espermático acidentalmente rotaciona e “torce. É por ele que passam veias, nervos, vasos linfáticos, a artéria testicular e o canal deferente (que conduz os espermatozoides). Embora seja um problema raro e mais comum em jovens de até 25 anos, a torção testicular é uma emergência médica, pois é necessário iniciar o tratamento rapidamente para evitar o desenvolvimento de danos, que podem levar à infertilidade.

 

CAUSAS

A principal causa da torção dos testículos é um problema genético que provoca enfraquecimento do tecido que suporta os testículos, permitindo que estes rodem livremente dentro do escroto. A torção pode ser gerada por qualquer tração do cordão em direção ao abdome, causado por reflexo de dor, frio, pós trauma ou acidentes locais.

 

SINTOMAS

São comuns dor intensa e inchaço nos testículos, náuseas e vômitos, dor abdominal ou na virilha. Por vezes também dor forte ao urinar. Para não haver sequelas, o ideal é que o atendimento seja feito até seis horas após o surgimento dos primeiros sintomas.

 

DIAGNÓSTICO

Mais comumente feito por ultrassom, que identifica testículo torcido, sem vascularização (sangue que não chega nele), de volume aumentado. No caso de dúvida do médico que está atendendo o paciente, e na impossibilidade de realizar ultrassom, é prudente indicar cirurgia, mesmo na dúvida. É sempre melhor operar e ter certeza de que não está torcido, do que não operar e perder o testículo por falta de diagnóstico.

 

TRATAMENTO

Diagnosticado o problema, o tratamento para torção do testículo deve ser feito o mais rápido possível. A cirurgia é efetiva, com “destorção” e colocação do testículo no local correto, permitindo novamente a passagem de sangue e evitando, assim,  a morte do órgão. A cirurgia para torção do testículo é feita sob anestesia local ou raquianestesia e, normalmente, só é preciso retirar completamente o testículo afetado caso tenham passado mais de 12 horas do surgimento dos sintomas. Mesmo nesses casos, é raro o surgimento de infertilidade, já que o problema dificilmente afeta os dois testículos, permitindo manter o outro saudável.

 

PORTANTO DOR TESTICULAR PODE SER URGENTE

Quando surgem os sintomas, é recomendado ir o mais rápido possível ao pronto-socorro para fazer uma ultrassonografia, diagnosticar a torção testicular e iniciar o tratamento adequado.

Inchaço nos testículos pode ser hidrocele testicular

Se você apresenta inchaço indolor em um ou ambos os testículos, hidrocele testicular é uma possibilidade. Mas não há motivo para se desesperar.

A hidrocele é um acúmulo de líquido que ocorre ao redor do testículo, sendo mais frequente em recém-nascidos, embora também ocorra em adultos – principalmente com idade superior a 40 anos.

A hidrocele não provoca dor e nenhum outro sintoma além do inchaço e do incômodo recorrente dele. Não afeta a fertilidade e, na maioria das vezes, desaparece sem tratamento.

Contudo o inchaço do testículo pode ser sinal de outras doenças de maior gravidade, como tumor de testículo. Por isso procure um urologista toda vez que apresentar qualquer alteração no órgão.

Causas

Os testículos são formados na cavidade abdominal e depois migram naturalmente para a bolsa escrotal por um caminho que, em geral, se fecha naturalmente. Quando isso não acontece, líquido normal da cavidade abdominal passa para o interior do escroto e ali se acumula, resultando na hidrocele ao nascimento.

 Em adultos, a hidrocele está relacionada ao acúmulo do líquido devido a um desequilíbrio entre a produção e a absorção deste no escroto. Isso pode acontecer como sequela de uma orquite, epididimite, hérnias inguinais, traumatismos, tumores ou filariose.

Tratamentos

Na maior parte dos casos, a hidrocele em bebês não precisa de qualquer tipo de tratamento específico, desaparecendo sozinho com até 1 ano de idade. No caso dos adultos, indica-se esperar por 6 meses para verificar se o líquido desaparece sozinho.

A correção da varicocele, por cirurgia, está indicada somente quando o paciente se incomoda com ela (pelo tamanho do escroto, desconforto ou por causas estéticas). Nesses casos, o especialista pode recomendar uma pequena cirurgia para remover o líquido acumulado.

O procedimento é bastante simples e pode ser feito em minutos. Sua recuperação é rápida, sendo possível voltar para casa no mesmo dia da cirurgia.

Resultados iniciais com DMAU (anticoncepcional masculino) parecem apresentar resultados positivos

Um estudo apresentado em março, realizado com 100 homens – com idades entre 18 e 50 anos -, durante o Encontro Anual da Sociedade de Endocrinologia dos Estados Unidos, apresentou resultados animadores sobre um método contraceptivo direcionado ao público masculino, o anticoncepcional masculino.

 

A pílula é chamada de DMAU, abreviação da substância undecanoato de nandrolona, princípio ativo do remédio, e apresentou resultados melhores que outra droga testada em 2016.

 

Como ele age

 

Segundo a equipe de pesquisa, o DMAU atua como um modulador, regulando a quantidade de testosterona presente no corpo dos homens para evitar a produção de espermatozoides.

 

Efeitos colaterais

 

Dos 100 voluntários recrutados para a pesquisa, 83 continuaram no estudo. Os participantes receberam, por um mês, diferentes doses do contraceptivo, uma vez ao dia, enquanto outros receberam pílulas placebo – sem princípio ativo.

 

Durante o período de testes, os cientistas notaram que doses mais elevadas de DMAU reduziram os níveis de testosterona e outros hormônios no corpo responsáveis pela produção de espermatozoides saudáveis.

 

Os efeitos citados durante o estudo foram: leve ganho de peso e pequena redução do HDL (conhecida como “colesterol bom”). Não foram apresentados diminuição na libido/ereção, aumento na acne ou transtornos de humor, como no caso da droga anteriormente testada.

 

Pesquisa continua

 

Apesar de ser um trabalho com poucos participantes, inicia-se uma fase na medicina para pesquisas de contracepção masculina. Ainda não há como afirmar que a pílula contraceptiva masculina de fato foi descoberta. Para que isso ocorra, ainda precisam ser testados os efeitos colaterais de médio e longo prazo, além do tempo para a restauração da fertilidade após o fim do tratamento. Até lá, continuaremos acompanhando os avanços desses estudos.

Rim dilatado (hidronefrose)

A hidronefrose (dilatação renal ou rim dilatado) consiste no aumento do rim por distensão de sua pelve (região que acumula urina). Isso ocorre sempre que a urina não consegue passar dos rins até à bexiga. A progressão desse problema pode levar à piora da função renal, podendo levar à insuficiência renal (perda completa da função).

 

Na maior parte das vezes, a hidronefrose surge como complicação de outra doença, como pedra nos rins/ureter ou tumor nas vias urinárias. É necessário identificar o problema o quanto antes para que o tratamento adequado seja feito, evitando sequelas mais graves.

 

Sintomas

 

Na hidronefrose aguda, quando a obstrução tem início repentino, normalmente ocorre uma cólica renal (dor lombar). Já na hidronefrose crônica, com dilatação lenta e progressiva, pode não haver dor. Mas também há desenvolvimento de lesões renais tardias.

Outros sintomas podem aparecer:

 

  • Vontade frequente e repentina de urinar;
  • Dor constante no abdômen;
  • Náuseas e vômitos;
  • Dor ao urinar;
  • Sensação de bexiga cheia mesmo depois de urinar;
  • Febre leve

 

Na maioria dos casos, a hidronefrose afeta apenas um dos rins. Quando ambos os rins estão acometidos há maior risco de insuficiência renal, com piora importante de alguns exames como creatinina e ureia, tornando mais importante sua rápida resolução.

 

Diagnóstico – Rim dilatado

 

Os exames de sangue podem dar uma ideia do estado funcional dos rins. A ultrassonografia (e a antiga urografia excretora) mostra imagens dos rins, ureteres e bexiga. A tomografia computadorizada é atualmente o melhor exame para diagnóstico de tumores, pedras nos rins e ureteres e identificação de local exato da obstrução. Estes exames, além de mostrarem possíveis lesões localizadas, oferecem informações acerca do fluxo urinário.

Outro exame que pode ser usado para auxiliar o diagnóstico é a cistoscopia (endoscopia da bexiga), produzindo imagens diretas do interior da bexiga, que são captadas em um monitor de televisão.

 

Tratamento

 

O tratamento para hidronefrose consiste em resolver a obstrução renal, para que a urina possa fluir livremente até à bexiga e sair do rim, diminuindo o inchaço. Dessa forma, o tratamento varia de acordo com a causa da doença:

 

  • Pedra nos rins: tratamento com medicações que facilitem a eliminação da pedra ou sua retirada por cirurgia, normalmente endoscópica (sem cortes);
  • Aumento da próstata no homem: medicação via oral ou diminuição da próstata por cirurgia endoscópica;
  • Infecções urinárias: uso de antibióticos costuma resolver

 

Complicações

 

A hidronefrose pode provocar dor intensa e intermitente, devido a um acúmulo de urina na pelve renal, exigindo uma solução de urgência. Quando a dilatação é leve ou moderada, de pouca duração, é geralmente reversível. Casos mais sérios, quando não tratados adequadamente, levam a lesão irreversível do rim ou até mesmo à insuficiência renal.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tudo azul em abril, mês da conscientização sobre o autismo

O azul foi a cor escolhida para dar tom ao mês de abril, que marca a conscientização sobre o autismo, transtorno que já foi diagnosticado em mais de 70 milhões de pessoas ao redor do mundo.

 

No dia 2 de abril, é celebrado o Dia Internacional do Autismo e, durante todo o mês, o assunto será tema em diversas ações de debate pelo mundo.

 

A ação foi criada em dezembro de 2007 pelas Organização das Nações Unidas (ONU) e realizada pela primeira vez em 2008, quando foi pensada para chamar a atenção sobre a importância acerca do conhecimento e tratamento do transtorno. Como nos anos anteriores, o azul poderá ser visto em fachadas de prédios iluminadas e campanhas espalhadas pela cidade.

 

Segundo a própria ONU, o objetivo é incentivar o compromisso político e a cooperação internacional em favor de investimentos nos setores sociais, educacionais e laborais das pessoas com o transtorno.

 

Dados sobre o Autismo

 

O Autismo, também conhecido como Transtorno do Espectro Autista (TEA), não é de fácil diagnóstico. Cada criança é singular e não necessariamente apresenta todos os sintomas averiguados em outros indivíduos. O TEA compromete as habilidades de comunicação e interação da pessoa.

 

Como já foi citado, o transtorno atinge 70 milhões de pessoas no mundo todo. No Brasil, o número de casos ultrapassa 2 milhões, sendo aproximadamente 400 mil pessoas somente no Estado de São Paulo.

 

Informações apontam ainda para 150 mil novos casos de autismo diagnosticados anualmente.

 

Outro fato identificado por especialistas em estudos é que os TEA são 4,5 vezes mais comuns em meninos e suas características são variáveis (desde sutis até mais visíveis) e têm em comum déficits nas áreas de comunicação, interação social, além de comportamentos repetitivos e em áreas restritas de interesse.

 

Esse transtorno não possui cura e suas causas ainda são incertas. O autista, porém, pode ser trabalhado, reabilitado, modificado e tratado. Assim, o paciente pode se adequar ao convívio social em suas diferentes formas.

 

Legislação

 

A Lei que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista é a Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012.

A regulamentação prevê a atenção integral às necessidades de saúde da pessoa com TEA, com objetivo do diagnóstico precoce, atendimento multiprofissional e acesso a medicamentos e nutrientes.

 

A lei tem como diretriz o estímulo à inserção da pessoa com transtorno do espectro autista no mercado de trabalho, observadas as peculiaridades da deficiência e as disposições do Estatuto da Criança e do Adolescente.

 

Sabe-se que o diagnóstico do TEA não impede que o paciente, em suas individualidades, possa aprender e manter um convívio social, basta a conscientização, por isso este dia e o mês de abril são tão importantes para o tema.