Você sabe como se prevenir das DSTs?

Também conhecidas como DSTs, as Doenças Sexualmente Transmissíveis podem trazer muitas consequências negativas para a sua saúde. Porém, existem formas de preveni-las:

1) Exames

Uma das maneiras mais eficazes de evitar complicações é a realização de exames regularmente. A seguir, conheça os mais importantes:

– HIV: deve ser realizado pelo menos uma vez na vida, entre todos os adultos que já tiveram relações sexuais; também é recomendado que seja feito regularmente (a cada 3 meses) entre usuários de drogas e homens homossexuais ou bissexuais.

– Clamídia e gonorreia: deve ser feito em todas as mulheres abaixo de 25 anos e nas acima desta faixa etária que tiverem múltiplos parceiros.

– Sífilis e hepatite B: deve ser realizado em todas as gestantes.

– Sífilis, clamídia e gonorreia: deve ser feito anualmente em todos os homens homossexuais e bissexuais.

2) Parceiros(as)

Limitar o total de parceiros sexuais ajuda bastante a diminuir a chance de contrair DSTs. Além disso, converse com seu parceiro(a) sobre sua história médica pregressa.

3) Vacina

As vacinas para hepatite B e para o vírus HPV são seguras e devem ser aplicadas em todos que têm vida sexual ativa.

4) Camisinha

O uso de camisinha é um dos maiores instrumentos no combate às doenças sexualmente transmissíveis, devendo ser usada em todas as modalidades de sexo (vaginal, anal e oral).

A postectomia pode afetar a vida sexual?

A postectomia, cirurgia para a retirada do prepúcio em caso de excesso de pele (fimose), é um dos procedimentos mais comuns na medicina. A prática está associada a algumas religiões, como o judaísmo, sendo também conhecida como circuncisão. Porém, ainda desperta muita dúvida sobre possíveis impactos na vida sexual do paciente.

Quando o paciente operado  já tem vida sexual ativa, ele pode experimentar uma redução transitória na sensibilidade. Ocorre pois a região passa a ter tecido cicatricial, diminuindo os efeitos do ato sexual.

Há também um suposto maior controle da ejaculação após a postectomia (relatado por boa parte dos operados).

Atenção: se você tem fimose, não tente resolver sozinho, puxando a pele do seu pênis com força para baixo. Você pode se machucar seriamente e o problema será agravado.

Não se esqueça: em caso de dúvida, consulte sempre um especialista.

Saiba mais sobre os problemas sexuais mais comuns dos homens

É comum que o homem apresente algum tipo de problema sexual ao longo de sua vida. Então, para compreendermos melhor este assunto, vamos conhecer algumas das condições mais comuns:

DISFUNÇÃO ERÉTIL 

Principal problema sexual masculino. Pode ser causada por fatores psicológicos, doenças hormonais (como diabetes, queda de testosterona e problemas endócrinos), doenças neurológicas (como lesões na medula, mal de Alzheimer e mal de Parkinson), doenças vasculares que impeçam a chegada de sangue no pênis, cirurgias no élvis, doença de Peyronie, fibrose dos corpos cavernosos e ainda consumo excessivo de medicamentos, álcool e tabaco.

EJACULAÇÃO PRECOCE

Atinge homens de todas as idades, sendo mais comum na adolescência e em adultos jovens. Entre os fatores que podem propiciar a situação: orgânicos, podendo ser genéticos, biológicos, metabólicos ou hormonais E/OU psicológicos, principalmente por ansiedade, depressão e problemas com autoestima.

PRIAPISMO

Condição médica em que o pênis permanece em ereção de modo indesejado e involuntário, por longo período de tempo (horas) e de maneira bastante dolorosa para o homem.

PERDA DA LIBIDO (DESEJO SEXUAL)

As alterações da libido podem ser explicadas por causas hormonais (como a queda de testosterona), uso de medicamentos (antidepressivos e anabolizantes são os principais), doenças crônicas e alterações genitais (vistas ao exame físico).

Todas estas condições têm tratamento. Ao surgirem os primeiros sintomas, você deve consultar um urologista e se informar corretamente sobre os procedimentos a serem tomados.

Infecção urinária X Sexo

A infecção urinária é uma condição comum entre mulheres, com aumento importante da incidência após início da vida sexual.

Ela ocorre quando bactérias de outras regiões do próprio corpo (pele ou do ânus) sobem pela uretra e chegam até a urina armazenada na bexiga.

Pode ocorrer por diversos motivos: higienização inadequada (quando a mulher, ao se limpar, passa o papel no sentido do ânus para a vagina, sendo que o correto é fazer na maneira inversa), por pedras nos rins, por alteração na anatomia ou funcionamento da bexiga ou rins ou sem explicação estabelecida.

Embora não seja uma doença sexualmente transmissível (DST) e, portanto, não seja transmissível por sexo, a infecção urinária pode ocorrer após o sexo. Isto acontece quando o pênis, com ajuda da lubrificação vaginal, transporta para a uretra bactérias que ficam alojadas em outro local. Por isso é recomendável urinar antes e depois do ato sexual.

Não há contraindicações em manter relação sexual quando há infecção urinária, mas pode ocorrer incômodo na uretra com aumento da dor na região da bexiga.

O tratamento da infecção urinária é simples: antibiótico, prescrito pelo médico.

Não se esqueça: em caso de dúvidas, consulte sempre um especialista.

Saiba mais sobre a clamídia e a gonorreia

clamídia e gonorreia

A clamídia e a gonorreia são duas das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) mais comuns em homens .

Ambas são causadas por bactérias (Chlamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae, respectivamente) e apresentam os seguintes sintomas: corrimento de pus pela uretra, dor e inchaço nos testículos, dor e ardência ao urinar, corrimento esbranquiçado na uretra, coceira e hemorragias penianas (para a gonorreia).

O grande perigo é podem ser assintomáticas, principalmente a clamídia. Portanto, o diagnóstico deve ser feito através da consulta com o urologista, realizando exame específico e eventualmente coleta de secreções genitais e urina.

Ambas têm cura obtida de maneira simples, com tratamento sendo ministrado através de antibióticos. Como os sintomas da clamídia e da gonorreia são bastante similares, é comum que o médico indique remédios para as duas doenças em um único tratamento.

Quando não tratadas, as doenças podem causar diversos danos, como infertilidade e inflamações nos testículos e uretra.

É importante ressaltar: mesmo após a cura, o paciente não se torna imune às doenças. Elas podem reaparecer se não houver prevenção durante os atos sexuais.

Vale lembrar que estas doenças também podem aparecer em mulheres, embora isso seja menos comum.

Em caso de dúvida, não hesite: consulte um especialista.

Saiba por que devemos urinar após a relação sexual

É comum que as pessoas sintam vontade de urinar após a relação sexual. Mas, ao contrário do que muita gente diz, isso não faz mal, na verdade é algo completamente natural.

Entre os homens, a urina após o sexo ajuda a limpar algum resíduo localizado na uretra, que ainda não tenha sido eliminado na ejaculação. Geralmente, a vontade pode surgir por causa de sinais neurológicos trazidos pelo orgasmo. 

O fato curioso nos homens é que após a ejaculação, toda a região da bexiga e próstata estão contraídas (exatamente pra que a ejaculação ganhe direção pra fora do corpo). É por esse motivo que há uma certa dificuldade de iniciar a micção logo após a ejaculação.

No caso das mulheres, o canal genital é localizado perto da bexiga. Com os estímulos penianos, a vontade de urinar é despertada. E, após o clímax, ocorre um relaxamento dos músculos pélvicos, o que também leva ao mesmo desejo.

Ainda no caso feminino, um dos benefícios da micção após o ato sexual é realizar uma espécie de “lavagem” da uretra, eliminando possíveis bactérias que possam ter entrado na região durante a penetração. Assim, as chances da ocorrência de infecção urinária e cistite são reduzidas.

Mas vale lembrar: ao contrário do mito popular, urinar após o sexo não reduz as chances de gravidez.

Em caso de dúvida, consulte sempre um especialista.

Saiba mais sobre o tratamento da ejaculação precoce

Ejaculação precoce é uma condição que atinge homens de todas as idades, sendo muito mais comum sua ocorrência desde a adolescência. 

 

Diversos fatores podem propiciar a situação: orgânicos, podendo ser genéticos, biológicos, metabólicos ou hormonais e/ou psicológicos, principalmente por ansiedade, depressão e problemas com autoestima. 

 

 

Para o tratamento, o urologista deve levar em consideração fatores que podem interferir na duração da fase de excitação: idade do paciente, início de relacionamento com uma nova parceira e frequência recente de atividade sexual.

 

A ejaculação precoce tem cura. Ao médico cabe analisar a situação específica do paciente, recomendando um dos seguintes métodos: medicações via oral que retardam a ejaculação, anestésicos tópicos ou, ainda, a psicoterapia.

 

Formas alternativas podem incluir:

 

1) Lubrificantes à base de água (como o KY), que favorecem a penetração e diminuem o atrito, reduzindo, portanto, a sensibilidade do contato com a vagina.

 

 2) Uso de preservativos com látex mais espesso. Apesar de não ter comprovação científica, a prática poderia ajudar na confiança e reduzir a sensibilidade de alguns homens, afastando a ejaculação precoce.

 

O importante é conhecer o seu corpo e, caso haja algo errado, não ter vergonha de conversar com um urologista. Havendo alguma dúvida, consulte um especialista.

 

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Disfunção erétil tem solução

Disfunção erétil é a incapacidade permanente do homem obter ou manter uma ereção com rigidez suficiente para a prática sexual.

Também chamada de impotência sexual, a condição tem diversas causas (psicológicas ou orgânicas): problemas psicológicos (stress excessivo, ansiedade e depressão), doenças hormonais (como diabetes, queda de testosterona e problemas endócrinos), doenças neurológicas (como lesões na medula, mal de Alzheimer e mal de Parkinson), doenças vasculares que impeçam a chegada de sangue no pênis, doença de Peyronie, fibrose dos corpos cavernosos e ainda consumo excessivo de medicamentos, álcool e o tabaco.

Disfunção erétil

Diagnóstico

O primeiro passo para a solução do problema é o diagnóstico correto. Quando psicológica, o paciente deve procurar ajuda de especialistas na área, passando por terapia e/ou medicação. Já os problemas orgânicos devem sem tratados de forma específica, como por exemplo a diabetes ou a hipertensão (principais motivos para disfunção erétil).

Tratamento

O primeiro tratamento sempre é iniciado com medicamentos para a disfunção erétil, quando não houver contraindicações. Eles agem na expansão do sistema circulatório, levando mais sangue para todo o genital.

Inclui-se na prevenção da impotência sexual: ter uma rotina mais tranquila, ter hábitos saudáveis, como controle do peso, abandonar o álcool, cigarro e fazer exercícios regularmente. Em caso de doenças já existentes, como a diabetes, siga o tratamento à risca, conforme orientações médicas.

Na dúvida, consulte sempre um especialista.

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Sabia que o esperma pode ser afetado pela alimentação?

Todos sabemos que a alimentação pode afetar diversos aspectos físicos, como peso corporal, aparência de cabelos, unhas e pele, entre outros. Mas saiba que também há influência na qualidade do sêmen.

O esperma de boa qualidade contém espermatozoides com bom número, aspecto e motilidade (rapidez). Para que esta produção seja eficaz, o corpo precisa se abastecer de algumas substâncias como o zinco, ácido fólico e os antioxidantes.

Podemos encontrar elementos antioxidantes em alimentos como o pepino, a aveia, o azeite de oliva e a pitaya. Já o zinco está presente no frango, no leite, no amendoim e em leguminosas. O ácido fólico está presente em vegetais como o espinafre e é associado à melhor motilidade espermática.

Alimentos com licopeno, que dá cor vermelha a eles, podem ajudar no aumento da contagem de esperma (tomate, melancia e pimentas). O nutriente L-carnitina, presente na carne vermelha, também é benéfico na contagem e na motilidade dos espermatozoides.

Da mesma forma, uma alimentação inadequada piora a saúde geral do nosso corpo e também do esperma. Dentre esses alimentos temos: alto consumo de açúcares, frituras e álcool, aliados à baixa ingestão de frutas e verduras.

Consulte um Nutrólogo / Nutricionista.

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Saiba mais sobre as vacinas para HPV

A infecção por HPV é uma das doenças sexualmente transmissíveis (DST) mais comuns. Por isso, é muito importante a divulgação das vacinas contra esta doença.

 

Apesar da principal forma de contágio ser sexual, a infecção também pode ocorrer no parto ou por compartilhamento de objetos pessoais como toalhas e roupas íntimas. A doença é caracterizada por lesões genitais, principalmente na forma de verrugas.

 

 

Para prevenção, existem vários tipos de vacina. A oferecida pelo SUS é a chamada quadrivalente, que protege contra os 4 subtipos mais comuns do vírus no Brasil. Após a aplicação, há desenvolvimento de anticorpos e, caso a pessoa entre em contato com o HPV, ela não desenvolve a doença. Os últimos congressos de Urologia têm mostrado associação entre pacientes que tomaram vacina e MENOR OCORRÊNCIA DE LESÕES (tanto em frequência de aparecimento, quanto em número de verrugas). 

 

No SUS, a vacina é disponibilizada gratuitamente para meninos e meninas dos 9 aos 14 anos. Homens e mulheres, dos 9 aos 26, que receberam órgãos transplantados ou estão em tratamento contra o câncer também podem receber a vacina gratuitamente. 

 

Em clínicas particulares, existem vacinas para qualquer idade acima dos 9 anos. Únicas contraindicações: gravidez, problemas de coagulação sanguínea (ex: trombocitopenia) ou ainda alergia aos componentes.

 

Na dúvida, consulte sempre um especialista.

 

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