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Quais são as principais doenças da próstata?

img. blog 2.0 13.03.19 QUAIS AS PRINCIPAIS DOENÇAS DA PRÓSTATA - Quais são as principais doenças da próstata?

A próstata é um órgão da pelve masculina, localizado na região perineal, acima do reto e com íntimo contato com uretra e bexiga. Responsável por produzir elementos do esperma, ela pode sofrer com diversas doenças, que descreveremos abaixo:

– Câncer de Próstata: segundo tipo de câncer mais comum entre homens no mundo, resulta da interação de fatores hormonais, genéticos, ambientais e alimentares. Diagnóstico precoce aumenta muito a chance de cura.

– Hiperplasia Prostática Benigna: é caracterizada pelo crescimento nodular da próstata por ação da testosterona. Ocorre compressão da uretra com dificuldade na passagem da urina, acarretando piora na qualidade de vida do paciente.

– Prostatite: causado por bactérias, ocasiona dores e dificuldades na micção para o homem.

Visando à detecção e ao tratamento de doenças na próstata, é importante que o indivíduo mantenha seus exames em dia, incluindo check up anual, que deve ser realizado anualmente a partir dos 50 anos na população em geral.

Para mais informações, consulte um especialista.

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Saiba como prevenir o câncer nos rins

rins - Saiba como prevenir o câncer nos rins

O câncer renal é uma doença rara, que pode levar à perda do órgão. Nem sempre sua causa é conhecida e, em muitos casos, a doença tem fatores hereditários.

Sabemos que os pacientes que realizam hemodiálise apresentam de 5 a 20 vezes mais chance de desenvolver os tumores, em relação à população em geral. Há pequenas medidas podem ser tomadas para ajudar a reduzir o risco desta doença. Vamos a elas:

Obesidade e pressão arterial elevada são fatores de risco para o câncer nos rins. Hábitos saudáveis de vida regularizam a porcentagem de gordura corporal e a pressão arterial. Para isso, devemos adotar uma alimentação rica em frutas e vegetais e evitar alimentos com grande quantidade de sódio. Além disso, o tratamento com medicações da hipertensão já instalada é essencial.

Outro fator de risco a ser evitado é o tabagismo. Por último, devemos evitar a exposição a substâncias tóxicas, como solventes orgânicos.

Em caso de dúvida, consulte sempre um especialista.

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Nível de PSA aumentado indica câncer de próstata?

psa prostata - Nível de PSA aumentado indica câncer de próstata?

Conhecido como PSA, o antígeno prostático específico é uma proteína produzida exclusivamente na próstata. Aumentos do PSA ocorrem por alterações da próstata. Mas nem sempre o PSA alterado representa existência de câncer de próstata.

Cerca de 15% dos homens que tem câncer de próstata apresentam PSA abaixo de 4 ng/ml. Se o nível de PSA está na faixa de 4 ng/ml a 10 ng/ml, 25% dos homens têm a doença. E se o PSA supera 10 ng/ml, a probabilidade de ter câncer é maior que 50%. Essa chance é ainda maior se o paciente tiver idade abaixo dos 55 anos.

Há de se considerar que o nível de PSA pode estar alto por outras razões: aumento de tamanho da próstata (chamado hiperplasia prostática benigna), envelhecimento normal do homem, além de infecção ou inflamação na região da próstata.

Assim, para manter sua saúde em dia, é importante a realização do exame de toque retal além do exame de PSA regularmente a partir dos 50 anos de idade na população em geral. E a partir dos 40 anos nos grupos de maior risco (obesos ou negros ou com familiar com câncer de próstata

Na dúvida, consulte sempre um especialista.

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Câncer de bexiga

A bexiga tem duas principais funções no corpo humano: armazenar a urina produzida pelos rins e, quando cheia, esvaziar essa urina pela uretra, por contração de sua própria musculatura.

 

Internamente, a bexiga se assemelha ao interior da cavidade bucal, revestida por uma fina película (mucosa), denominada urotélio. Ela reveste também o interior dos ureteres, da pelves e dos cálices renais, responsáveis por transportar a urina produzida nos rins até a bexiga. Abaixo da mucosa da bexiga está uma camada ainda mais fina, denominada lâmina própria, e, sob esta, a musculatura do próprio órgão. Externamente, a musculatura da bexiga (também chamada vesical) está envolvida por tecido gorduroso.

 

bladder cherry chinese lanterns leaf 433076 300x200 - Câncer de bexiga

 

Mais de 90% dos tumores malignos da bexiga se originam nas camadas mais superficiais da bexiga, que ficam em íntimo contato com a urina. Esse é o principal motivo dos principais fatores de risco dessa doença: tabagismo e exposição constante a produtos químicos como corantes, pesticidas ou arsênico, eliminados do corpo também pela urina.

 

Quando o câncer se limita ao tecido de revestimento da bexiga, é chamado de superficial. Em tese, todo tumor de bexiga começa ai e aprofunda quando não tratado (tumor invasivo). Ele invade posteriormente a parede muscular e dissemina-se até os órgãos próximos ou gânglios linfáticos, transformando-se num câncer metastático.

 

Estima-se que 100% dos cânceres de bexiga darão sangramento na urina, percebido pelo paciente como urina avermelhada, com ou sem coágulos (macro hematúria), OU por alteração apenas nos exames de urina (micro hematúria). Outros sintomas podem ocorrer:

 

– Sintomas irritativos da bexiga: ardor, urgência e vontade incontrolável de urinar.

 

– Dores pélvicas, dor ou sangramento retal resultante da infiltração do reto e inchaço das pernas provocado por comprometimento dos linfonodos pélvicos.

 

– Hematúria: presença de sangue na urina. É um sinal de alerta, porém não é exclusivo do câncer de bexiga, já que também pode ocorrer em tumores renais, do ureter, da uretra, além de causas benignas como nas infecções urinárias, nos cálculos renais e em prostatites benignas.

 

O exame diagnóstico mais importante para os tumores vesicais é a endoscopia (cistoscopia), que permite ao médico visualizar e filmar o interior da bexiga com uma câmera. O patologista definirá também até que profundidade o tumor invade a bexiga: apenas mucosa e submucosa (tumores superficiais) ou com comprometimento da musculatura (tumores infiltrativos).

 

O tratamento do câncer de bexiga depende da profundidade dele e do grau de comprometimento do órgão. Cirurgia endoscópica sempre é a primeira opção. Cirurgia aberta, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia são indicadas em tumores em estágios mais avançados.

 

Clique aqui para saber mais sobre tumores urológicos

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