Saiba mais sobre a síndrome da bexiga dolorosa

A cistite intersticial, cistite crônica ou ainda síndrome da bexiga dolorosa, caracteriza-se por dores intensas na barriga, principalmente quando a bexiga está cheia.

É uma inflamação crônica da parede da bexiga e tem como sintomas: dor pélvica, urgência e maior frequência de micção. A dor costuma ser mais forte quando a bexiga está preenchida com urina, tendo um alívio (ao menos parcial) com o ato de urinar.

Dos pacientes, 94% tem a pele branca e idade média de 40 anos, com 90% do sexo feminino.

Não existe um tratamento único ou simples para a síndrome da bexiga dolorosa. A princípio, a paciente deve tentar identificar e controlar possíveis causas, como estresse, hábitos alimentares errados, consumo de cigarros e drogas.

O urologista será capaz de orientar especificamente cada indivíduo, buscando a melhor saída para aliviar os sintomas. Como alguns fatores podem ser causados ou agravados por fatores psicológicos, também é recomendável um acompanhamento nesta área.

Saiba mais sobre a cistite da lua de mel

Cistite da lua de mel ou cistite pós-coito é o nome que se dá à infecção urinária que surge de 24 a 48 horas após uma relação sexual.

Ao contrário do que se possa imaginar, esta não é uma doença sexualmente transmissível, apesar de ser facilitada pelo ato. No geral, a cistite ocorre quando o indivíduo tem sua bexiga infectada com bactérias que habitam a região do períneo (localizada entre os testículos e o ânus) ascendem à bexiga.

Como no ato sexual existe fricção constante entre os órgãos genitais, há mais chance destas bactérias caminharem da região perineal até a uretra, invadindo rapidamente a bexiga.

Embora possa atingir homens, é mais muito mais comum em mulheres, pois a uretra feminina é bem mais curta (6cm) que a masculina (com 20 centímetros).

Os sintomas mais comuns são: vontade frequente de urinar, sensação de não esvaziamento da bexiga, urgência para urinar, dor ou ardência durante o ato urinário, além de cheiro e cor mais fortes na urina.

O tratamento consiste em aumento da hidratação e antibióticos, inicialmente de uso oral.

Em caso de maiores dúvidas, consulte sempre um especialista

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