Saúde em dia: Entenda por que a infecção urinária afeta mais as mulheres

No inverno é mais comum o surgimento dela devido ao baixo consumo de líquido

A infecção urinária é um problema muito comum entre mulheres durante todo o ano, que afeta de 50% a 80% do público feminino em algum momento da vida, segundo dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo.

Com a chegada do frio esse número aumenta. Segundo o Dr. Danilo Galante, urologista o fato das pessoas ingerirem menos líquido no inverno, faz com que sinta menos vontade de urinar, ou seja, como esse ato é responsável pela limpeza do canal da uretra, quando não ocorre com a frequência que deveria, as bactérias ficam retidas no local, aumentando as chances do surgimento de uma infecção.

“A uretra da mulher, além de ser mais curta do que a do homem, está mais próxima do ânus, o que favorece a passagem de microrganismos para a região. Além disso, a condição também é comum durante a menopausa, já que as taxas de estrógeno, hormônio que protege o trato urinário, diminuem”, explica.

Quais são os sintomas?

Eles podem variar bastante de uma pessoa para a outra e de acordo com o local do sistema urinário afetado, que pode ser a uretra, a bexiga ou os rins.
Dor ou queimação ao urinar, sensação de peso na bexiga, vontade frequente para urinar, urinar em pouca quantidade, urina muito escura com cheiro forte e febre baixa constante.

Como evitar a infecção urinária

– Lavar a região genital externa com água e sabão após a relação sexual,

– Após urinar e defecar sempre limpar a região íntima de frente para trás, a fim de evitar a chegada da bactéria E. Coli na vagina, já que esta encontra-se presente na região anal e perianal, sendo a principal causadora de infecção urinária,

– Esvaziar completamente a bexiga toda vez que urinar, para evitar a urina residual que aumenta as chances de infecção urinária,

– Beber mais água, ingerindo pelo menos 1,5 L de líquidos claros por dia,

– Manter uma alimentação rica em fibras para diminuir o tempo de permanência das fezes dentro do intestino, o que diminui a quantidade de bactérias dentro dele,

– Não usar perfume ou creme com perfume na região da vagina porque isso pode irritar a pele e aumentar o risco de infecção urinária,

– Manter a região da vulva sempre seca, evitando usar roupas muito apertadas e absorvente diário, a fim de diminuir a transpiração neste local.

Como é feito o tratamento?

Normalmente é feito com o uso de antibióticos receitados por um médico, como Ciprofloxacino ou Fosfomicina, para eliminar o excesso de bactérias, como Escherichia coli, que estão causando a infecção.

No entanto, também existem alguns remédios caseiros, como o suco de arando, que podem tratar a infecção quando está surgindo ou que podem ser usados apenas para completar o tratamento médico.

Além disso, é fundamental estabelecer rotina com alguns cuidados, como beber água e manter a higiene genital adequada, para acelerar a recuperação e evitar que a infecção volte a surgir.

 

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Conheça os riscos da infecção urinária durante o verão

No verão, crescem as chances de infecção de urina, decorrente da presença anormal de bactérias nas regiões do trato urinário.

A doença é muito mais comum no sexo feminino, com até 90% dos casos. Isso se deve, principalmente, ao fato da uretra feminina ser mais curta (cerca de 5 cm) em relação a do homem. A uretra feminina também é muito próxima ao ânus, “moradia” das principais bactérias urinárias. Por último, as mulheres apresentam variações no nível de estrogênio, que causam a queda dos micro-organismos que protegem a região urinária.

O verão traz diversos fatores que propiciam a doença: exposição à umidade, como o uso de roupas de banho molhadas durante o dia todo; queda da resistência com a adoção de alguma dieta nova, fazendo com que o organismo se desequilibre e baixe sua proteção ou piora na hidratação e menos cuidado com a saúde em geral.

O calor também aumenta a desidratação, concentra a urina e facilita a fixação de bactérias na parede interna da bexiga, propiciando infecções. É a época de consumir pelo menos dois litros de água diários.

Os principais sintomas da infecção urinária são:

  • Ardor na uretra ao urinar;
  • Aumento da vontade de ir ao banheiro diurna e noturna;
  • Sensação de esvaziamento não total da bexiga;
  • Dor no púbis;
  • Sangue na urina e alteração do aspecto urinário (cor escura, com aparência turva e odor forte);
  • Febre, queda do estado geral e dor lombar podem ocorrer nos casos mais graves, a que chamamos Pielonefrite.

Não se esqueça: na dúvida, consulte sempre um especialista.

Saiba mais sobre a infecção urinária

Infecção urinária ocorre na  presença anormal de micro-organismos em regiões do trato urinário. 

 A doença é muito mais comum no sexo feminino (até 90% dos casos), por diferenças anatômicas (uretra mais curta) e variações no nível de estrogênio, que causam a queda da proteção  da região urinária. 

Infecção Urinária

 Os principais sintomas são: ardor ao urinar, o aumento da vontade de ir ao banheiro, sensação de não esvaziamento total da bexiga, dor no púbis, sangue na urina e alteração do aspecto da urina (cor escura, turva e odor forte). Em casos mais graves, a doença ainda causa dor lombar e febre.

O diagnóstico é feito com exame físico e exame de urina. Ainda podem ser requisitados outros procedimentos, como ultrassonografia do abdômen/pelve, tomografia, cintilografia renal, entre outros. O tratamento é feito com antibiótico.

 Para prevenir a infecção urinária, recomendamos  as seguintes medidas: 

1) Ingerir líquidos em grande quantidade

2) Não segurar a urina por muito tempo

3) Evitar o uso do diafragma e espermicidas

4) Reposição de estrógeno

5) Tratamento adequado do diabetes (quando presente)

Não se esqueça: na dúvida, consulte sempre um especialista.

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Infecção urinária – Vamos evitar?

De todas as doenças da urologia, a infecção urinária é a campeã de consultas e internações em Prontos Socorros de todo o mundo. Em média, a prevalência é maior entre as mulheres devido a fatores anatômicos como uretra (canal que conduz a urina) mais curta e proximidade desta com o ânus. No entanto, a incidência é idêntica entre os gêneros na população infantil e nos idosos.

 

Sintomas – Dor, ardência, urgência de ir ao banheiro, cheiro forte no xixi e eliminação de pouco xixi ocorrem na “infecção baixa” ou cistite. Quando o processo não é resolvido, as bactérias ganham acesso aos rins, podendo causar febre, dor no corpo e queda do estado geral. É a chamada pielonefrite, normalmente tratada com internação e cuidados mais intensivos.

Por que a infecção aparece? Baixa ingestão de água, não esvaziar a bexiga frequentemente, cálculos (pedras) nos rins, má higiene genital e diminuição da imunidade são levantados como principais fatores que predispõem às infecções urinárias. Dependendo da idade, uma série de outros fatores podem ser levantados: aumento da próstata, alterações neurológicas e doenças crônicas não bem controladas (diabetes é a principal).

 

O tratamento começa por mudanças de hábitos simples : urinar antes e principalmente após as relações sexuais, esvaziar a bexiga no mínimo de 3 em 3 horas, trocar fraldas e absorventes quando úmidos, evitar roupas úmidas e, o mais importante, tomar ao menos dois litros de água diariamente.

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