Conheça os exames preventivos mais importantes para a saúde do homem

A próstata localiza-se abaixo da bexiga e envolve a uretra, em região próxima à bexiga. O câncer de próstata é o tumor mais comum do homem e o segundo que mais mata (perdendo apenas para o de pulmão). O diagnóstico da doença em estágios iniciais é fundamental para a cura. Conheça os exames mais importantes para detectar esta condição.

PSA – Marcador tumoral e principal exame na avaliação inicial do paciente. Quando apresenta alterações, indica prosseguimento da investigação para descartar tumor da próstata.

Exame físico (com toque retal) – Realizado em consultório pelo urologista, é indolor e rápido. Possibilita avaliação de tamanho e palpação de nódulos, indicadores de tumor prostático.

Ultrassonografia – Exame não obrigatório, que pode ser solicitado basicamente pra avaliar tamanho da próstata e avaliação de resíduo miccional, ou seja, se o paciente esvazia toda a bexiga após a micção.

Biópsia da próstata – é solicitada quando há indícios de tumor de próstata. Ela confirma o diagnóstico quando positiva.

Todo homem deve realizar anualmente o exame de toque retal a partir dos 50 anos de idade. Pacientes de alguns grupos específicos (negros, obesos ou com história familiar de câncer de próstata) devem iniciar sua avaliação após os 40 anos de idade.

Leia mais sobre o assunto aqui: https://drdanilogalante.com.br/consulta/doencas-da-prostata/ 

Em caso de dúvida, consulte um especialista.

Dia Internacional da Luta contra a AIDS – Conscientize-se!

Mundialmente conhecido, o laço vermelho é símbolo de solidariedade e do comprometimento na luta contra a AIDS. Mas por que devemos falar sobre a doença?

 

A década de 80 foi marcada pelo aparecimento do vírus HIV. A doença impactou o mundo, levando a perdas de ícones da música e da televisão. Na época, ninguém conhecia a evolução da infecção e o tratamento da AIDS ainda era desconhecido.

Várias campanhas de conscientização foram criadas para prevenir o contágio e evitar uma epidemia. O Brasil foi um dos países pioneiros e que mais se empenharam nesse aspecto. E funcionou! O número de novos casos diminuiu drasticamente, aliados a eficiência do tratamento – coquetel AZT que tornou-se famoso. Já na década de 90, as complicações da doença foram diminuindo e o controle tornou-se uma realidade. A doença passou a ser vista como um problema crônico, com poucas complicações e baixo índice de mortalidade.

 

O tempo passou e as campanhas de proteção foram perdendo espaço. A preocupação com a doença foi desaparecendo e a população começou a “baixar a guarda”, não se prevenindo. Esse comportamento trouxe o retorno de algumas doenças sexualmente transmissíveis como a sífilis, então controlada, e uma epidemia de outras como o HPV e a gonorreia.

 

Na contramão do restante dos países do mundo, onde a taxa de casos novos sofreu redução de 11%, o Brasil apresentou aumento de 3% no mesmo período (entre 2010 e 2016). Os dados são da UNAids, órgão das Nações Unidas, que estuda a doença mundialmente. A UNAIDS também mostrou, no Brasil, redução no número de mortes por complicações de AIDS – 1 milhão em 2016 e 1,9 milhão em 2005 – e aumento no número de pessoas tratadas – 53% do total de infectados. Em resumo, melhoramos a mortalidade, mas aumentamos o número de casos novos

 

A data de hoje reforça a ideia do respeito e da desconstrução do preconceito sobre as pessoas portadoras do vírus HIV/AIDS e também a conscientização dos jovens sobre as formas de prevenção da doença. O texto acima abre espaço para discussão e reflexão da doença.

 

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