Metrópoles: 5 dicas para apimentar o sexo “papai e mamãe”

Elencamos dicas de diferentes especialistas para deixar o sexo básico mais gostoso

Dia após dia aumentam as opções para variar o repertório sexual. Fetiches ousados, sexo Kinky, poses nível hard do Kama Sutra e muito mais. Tudo isso promete apimentar a transa e garantir um nível de satisfação elevado. Sabemos que são várias as posturas para testar com o par e deixar a hora “H” ainda mais divertida e prazerosa. Mas será que o básico também não pode proporcionar prazer e ser gostoso?

O pessoal adepto à vida fitness já deve ter ouvido falar do básico que funciona: nada de chás milagrosos, ou suplementos caríssimos. Recorra à comida de verdade, faça exercícios regulares e descanse. Sem milagres e segredos. O mesmo vale para o sexo: o básico não tem erro. A posição mais comum continua sendo feita por muitos casais. E não há nada de monótono nela. Estamos falando do sexo “papai e mamãe” ou o missionário.

Após o sucesso da posição do alinhamento coital, que nada mais é que uma variação do “papai e mamãe”, procuramos especialistas para dar dicas de como deixar essa posição trivial mais tesuda. Então, anote tudo para apimentar seu básico.

Saia da cama

Segundo a sexóloga Luisa Miranda, para apimentar o sexo “papai e mamãe”, a primeira coisa a fazer é parar de chamar por esse nome: “O próprio nome acaba sendo broxante”, brinca.

A posição mais comum do Ocidente, onde o casal fica face a face, leva esse nome originalmente porque antigamente acreditava-se que era a maneira mais fácil da mulher engravidar.

Os tempos mudaram (ainda bem!). E a posição onde a pessoa ativa fica em cima da passiva é realizada não apenas para procriação. Para ter mais prazer nesta postura, a dica da especialista é ousar na criatividade: “Temos todas as ferramentas que precisamos em torno de nós: saia da cama e vá para o sofá, chuveiro, chão, escada. Divirta-se”, orienta. “Não é a posição que é básica, e sim nossa limitação”, reforça.

Solte o verbo

O sexólogo e urologista Danilo Galante, concorda que apesar de muito praticada, a postura é pouco explorada pelos casais: “É a postura que mais oferece conexão aos pares, eles podem ficar olho no olho, têm maior contato entre os corpos, proporciona a troca de sensações e mais liberdade para tocar em qualquer parte do corpo”, esclarece.

A dica é aproveitar que está pertinho e falar algo no ouvido do par. Além disso, quem está embaixo pode levantar os dois pés. Inclusive dá para fazer uma variação de sexo anal nesta posição. A postura ainda é benéfica para aqueles com ejaculação precoce: “Dá mais controle de movimento na penetração”, explica.

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Metrópoles: Mentiras que as comédias românticas te contaram sobre o sexo

Da mesma forma que os pornôs podem trazer ideias irreais do sexo, os filmes e séries de romance também contam algumas mentiras

A cena é clássica: o beijo apaixonado, as roupas sendo tiradas enquanto se amassam loucamente, o sexo papai e mamãe, geralmente com o homem por cima, o casal alcança juntos um orgasmo incrível. Corta para a cena romântica do casal abraçado na cama, embaixo dos lençóis. Esse filme te soa familiar? E é! Isso porque a cena faz parte da maioria dos filmes, séries e até novelas que apresentam o sexo romântico. Mas na vida real é assim?

Qual o problema? Nenhum, se a ideia ficar apenas ali no momento do entretenimento.

A grande questão é que esse tipo de amor romântico fica no imaginário de muita gente que se frustra na vida real quando vê que não é bem assim que o roteiro segue. E muitas mulheres hoje, que passaram a adolescência assistindo a esse tipo de filme, ainda carregam essa ilusão.

As campeãs

Quem nunca sonhou em perder a virgindade com o amor da vida, em um lugar lindo e mágico, ou se apaixonar pelo melhor amigo que fará loucuras para te conquistar. Ou ainda aqueles beijos na chuva? Atire a primeira pedra quem não ansiou por um sexo pós briga maravilhoso no chão de casa?

Pois é. Quem nunca, não é mesmo? De acordo com a sexóloga Daniela Fontinele, o modo como esse gênero apresenta os relacionamentos afeta a maneira como vemos casamento, família e demais relações: “Tudo que pode acontecer na vida real não está nos filmes”, afirma.

Amizades coloridas nem sempre dão certo. O tesão não aparece do nada e você tem sexo espontâneo facilmente nos lugares mais improváveis. Não é tão fácil fazer sexo em público sem nóias e preocupações. E, por fim, nem toda transa termina em uma gozada fenomenal para os dois.

Desmistificando

De acordo com Daniela Fontineli, a primeira coisa é lembrar que a ereção masculina e a lubrificação da mulher não acontecem em um beijo instantâneo: “O que vemos é que o beijo já deixa a mulher pronta para a penetração, e na vida real não é assim”, alerta a especialista.

Além disso, outro ponto a ser desmistificado é o orgasmo ao mesmo tempo: “Nos filmes, os casais alcançam orgasmos incríveis juntos. Na vida real sabemos que muitas vezes nem todo mundo goza, menos ainda juntos”, explica.

 

Comédia romântica x pornô

Se por um lado as meninas que cresceram vendo comédias românticas, hoje podem se frustrar com a vida real, o mesmo vale para meninos que cresceram vendo pornô: “Eles acabam tendo uma visão torta sobre as mulheres e sobre homens com suas incríveis performances sexuais, desde tempo de transa até facilidade de trocar de posições sem perder a ereção”, alerta o sexólogo e urologista Danilo Galante.

No fim, a conta não bate, quase ninguém goza e muita gente sai insatisfeita.

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Portal Hospitais Brasil: LGBTQIA+: Urologista fala sobre problemática do PrEP e falta de empatia da classe médica

O tratamento por PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) destinado às populações LGBTQIA+ é considerado um avanço para a prevenção do HIV. No entanto, o médico urologista e sexólogo Dr. Danilo Galante, adverte que o tratamento tem deixado estas populações ainda mais largadas, “muita gente acaba não utilizando mais preservativos por conta disso”.

Além desta problemática, Galante lamenta a carência de médicos que tenham uma abordagem empática com estas populações. “Tem pouca gente interessada em saber, com profundidade, quais são os seus problemas. Além disso, meu consultório recebe muitas pessoas que não foram tratadas adequadamente”, alerta o especialista.

De acordo com o médico, homossexuais e bissexuais apresentam problemas sexuais da mesma ordem que os heterossexuais. “Um dos exemplos é o câncer de próstata que não recebe qualquer orientação em pacientes travestis, uma vez que eles continuam tendo próstata. Além da prevenção da doença  que não segue nenhuma orientação sexual para ser desencadeada”, finaliza.

 

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