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Sexo oral sem proteção pode transmitir doenças?

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a prática de sexo oral sem proteção pode causar diversas doenças como: herpes, HPV, sífilis, gonorreia e, até mesmo, transmitir o HIV, vírus causador da AIDS.

Nas quatro primeiras, basta que exista uma pequena área lesada para que a transmissão do vírus aconteça. No caso do HIV, o risco é menor do que em uma relação sexual convencional desprotegida, mas a infecção também pode ocorrer.

De acordo com o Manual de Controle de IST (Infecções Sexualmente Transmissíveis), do Ministério da Saúde, as infecções estão entre os problemas de saúde pública mais comuns em todo o mundo, com cerca de 340 milhões casos novos por ano.

Não é apenas o esperma que contém o vírus. O líquido expelido antes da ejaculação masculina e o da secreção vaginal, também podem infectar o(a) parceiro(a). Ferimentos na boca decorrentes de gengivites, aftas e os causados pelas escovas de dentes aumentam o risco de infecção

A maioria das doenças decorrentes de sexo oral desprotegido tem tratamento. No entanto existe o risco de tê-las pelo resto da vida. O melhor caminho, portanto, é a proteção mútua do casal.

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Xixi na cama: o que fazer?

img blog 06.03.19 XIXI NA CAMA - Xixi na cama: o que fazer?

Enurese noturna ou ato de “fazer xixi na cama” é uma condição comum na infância, afetando 15% das crianças até os cinco anos, 7% até dez anos e 3% até os 12 anos.

Caracteriza-se pela eliminação de xixi involuntária durante o sono, quando em frequência de pelo menos duas vezes semanais. Mais comum em meninos, afeta crianças normalmente sem nenhum problema orgânico no sistema urinário.

Podemos classificar a enurese noturna em dois tipos: a primária e a secundária. A primeira ocorre em crianças de até cinco anos que nunca apresentaram controle da micção, ou seja, sempre fizeram xixi na cama. Já a secundária ocorre após um período de controle da micção noturna pela criança, com retorno do problema após um período.

Vários fatores causam enurese: retardo no desenvolvimento neurológico (responsável pelo controle do esfíncter), falta noturna do hormônio antidiurético vasopressina (causando aumento do volume de urina produzido) e ainda sono pesado. Hereditariedade parece estar também envolvida no processo.

Existem diversos tratamentos: mudanças nos hábitos de vida, uso de alarmes para evitar que a criança urine enquanto dorme e uso de medicamentos.

É essencial que a família seja compreensiva e, se preciso, busque também ajuda psicológica para a criança.

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Entenda mais sobre a oligospermia

img. blog 26.02.19 OLIGOSPERMIA - Entenda mais sobre a oligospermia

Oligospermia é um termo que define a baixa contagem de espermatozoides em um paciente.

Enquanto as mulheres já nascem com uma quantidade pré-definida de óvulos, o homem produz espermatozoides ao longo de toda sua vida, motivo pelo qual os homens podem ser férteis até mesmo em idades mais avançadas.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), um espermograma normal indica mais de 15 milhões de espermatozoides por ml de sêmen. As contagens inferiores a 15 milhões/ml são classificadas como oligospermia.

Qual a causa?

Inflamações testiculares (vírus ou bactérias), uso de medicamentos (como antibióticos) e varicocele (doença que atinge os vasos dos testículos, causando má circulação de sangue na região e aumento da temperatura local, culminando com infertilidade em muitos casos).

O tratamento varia de acordo com a causa: Infecções são tratadas com antibióticos, problemas hormonais são sanados com reposição hormonal e casos de varicocele necessitam de cirurgia reparadora.

Em caso de dúvidas, consulte sempre um especialista.

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Entenda mais sobre a incontinência urinária

img. blog 1.1 20.02.19 INCONTINÊNCIA URINÁRIA - Entenda mais sobre a incontinência urinária

Incontinência urinária é definida como a perda involuntária da urina pela uretra. Traz grande impacto na vida do paciente, pois o obriga a se organizar e planejar segundo a disposição de banheiros do local.

Estima-se que cerca de 10 milhões de brasileiros apresentam algum grau de incontinência urinária. É mais comum no sexo feminino, já que as mulheres possuem as estruturas musculares de sustentação aos órgãos pélvicos mais frágil. Essa rede de músculos também produz a contração da uretra.

As causas são variadas: comprometimento da musculatura dos esfíncteres ou do assoalho pélvico; gravidez e parto; bexiga hiperativa, tumores malignos e benignos; doenças que comprimem a bexiga e obesidade. Nos homens, o envelhecimento natural da bexiga e a cirurgia da próstata são os dois principais motivos do problema.

Há também tipos diferentes de incontinência urinária:

– Incontinência urinária de esforço: perda de urina quando a pessoa tosse, ri ou faz exercícios físicos;

– Incontinência urinaria de urgência: vontade súbita de urinar que ocorre durante as atividades normais do dia a dia. A pessoa perde urina antes de chegar ao banheiro;

– Incontinência mista: associa os dois tipos de incontinência acima citados e o sintoma mais importante é a impossibilidade de controlar a perda de urina pela uretra;

– Enurese noturna: é a incontinência que ocorre durante o sono (criança que faz xixi na cama).

Caso apresente perda involuntária de urina, procure um médico para avaliação. Um tratamento adequado começa a partir de diagnóstico correto. A conduta pode ser fisioterapia, uso de medicamentos ou até mesmo cirurgia.

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O que é RTU de Próstata?

img blog O QUE É RTU DE PRÓSTATA - O que é RTU de Próstata?

A Ressecção Transuretral (RTU) da Próstata é um dos procedimentos mais comuns do urologista. É indicado para casos de HPB, a Hiperplasia Prostática Benigna, popular próstata crescida.

Apesar de pouco conhecida, a Hiperplasia Prostática Benigna é uma das doenças mais comuns do homem e consiste em um crescimento benigno do tecido prostático. Ela começa a ocorrer a partir dos 50 anos de idade e tende a ser ininterrupto.

Há diversas cirurgias para Hiperplasia Benigna, que são escolhidas de acordo com a necessidade do paciente e suas condições clínicas (como idade, existência ou não de hipertensão, diabetes, entre outras). Todas as técnicas têm a finalidade de diminuir o volume interno da próstata. Uma das opções é a RTU. Consiste na ressecção da próstata em camadas, com auxílio de alça elétrica, que corta o tecido prostático. Conhecida também por “raspagem da próstata”, esta é a mais popular das cirurgias de próstata.

A RTU também pode ser feita com uso de laser, consistindo na ressecção do tecido prostático com utilização de laser. Tem sua principal indicação em paciente que tomam AAS (aspirina) ou anticoagulantes, mas pode ser utilizada em qualquer paciente que esteja urinando mal e necessite desobstruir a próstata cirurgicamente.

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Saiba o que é a extrofia de bexiga

extrofia - Saiba o que é a extrofia de bexiga

A extrofia de bexiga é uma má formação ao nascimento, através da qual o indivíduo nasce com a bexiga exposta para fora do abdome.

Com causa desconhecida, o problema se desenvolve a partir das 4 semanas de gestação, período em que vários órgãos do feto passam a ser formados. Apesar de genética, esta característica não é hereditária (não vem de pai pra filho). Ocorre em 1 a cada 30 mil nascimentos, sendo mais comum no sexo masculino. O tratamento é sempre cirúrgico, geralmente realizado em três estágios.

No primeiro, entre as 24 e as 48 horas de vida do bebê, se dá o fechamento da bexiga e do abdome. Aos 2 ou 3 anos de vida, a segunda cirurgia repara a má formação na uretra da criança. E, por fim, aos 4 anos de vida a criança passa por uma correção da incontinência urinária.

Em casos peculiares, outros procedimentos podem ser adotados, como a ampliação da bexiga com o intestino e o reimplante dos ureteres.

Não se esqueça: em caso de dúvida, consulte sempre um especialista.

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Saiba mais sobre a ereção matinal

erecaomatinal - Saiba mais sobre a ereção matinal

Qualquer homem sabe que é normal acordar com o pênis ereto, mesmo sem haver nenhuma motivação ou excitação.

As ereções são parte do ciclo do sono REM (Rapid Eye Movement), uma fases do sono em que ocorrem os sonhos. Indivíduos saudáveis tem normalmente de quatro a cinco ereções durante o período de repouso.

Nesta fase, o corpo recebe diversos estímulos nervosos, entre eles o de fluxo maior de sangue e ocorre maior vasodilatação no corpo, incluindo no órgão genital, o que leva a “excitação”.

Além disso, o ato também ocorre por um mecanismo de defesa do corpo, que faz com que o “mecanismo” de ereção continue funcionando durante toda a vida, mesmo de forma involuntária.

 Em pacientes com queixas de disfunção erétil é comum escutarmos que as ereções noturnas diminuíram em frequência, ou mesmo cessaram. É uma forma indireta de diagnosticar problemas de ereção. Vale sempre a pena procurar por outros problemas cardiológicos ou neurológicos quando ocorre tal queixa.

Não se esqueça, em caso de qualquer dúvida, procure sempre um especialista.

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Saiba mais sobre a síndrome da bexiga dolorosa

bexigadolorosa - Saiba mais sobre a síndrome da bexiga dolorosa

A cistite intersticial, cistite crônica ou ainda síndrome da bexiga dolorosa, caracteriza-se por dores intensas na barriga, principalmente quando a bexiga está cheia.

É uma inflamação crônica da parede da bexiga e tem como sintomas: dor pélvica, urgência e maior frequência de micção. A dor costuma ser mais forte quando a bexiga está preenchida com urina, tendo um alívio (ao menos parcial) com o ato de urinar.

Dos pacientes, 94% tem a pele branca e idade média de 40 anos, com 90% do sexo feminino.

Não existe um tratamento único ou simples para a síndrome da bexiga dolorosa. A princípio, a paciente deve tentar identificar e controlar possíveis causas, como estresse, hábitos alimentares errados, consumo de cigarros e drogas.

O urologista será capaz de orientar especificamente cada indivíduo, buscando a melhor saída para aliviar os sintomas. Como alguns fatores podem ser causados ou agravados por fatores psicológicos, também é recomendável um acompanhamento nesta área.

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Tire suas dúvidas sobre o tamanho normal do pênis

imgs blog 08.12.18 VOCÊ ACHA SEU PÊNIS PEQUENO 2 - Tire suas dúvidas sobre o tamanho normal do pênis

Muitos homens têm dúvidas sobre qual seria o tamanho “normal” do pênis. Eles consideram seu membro muito pequeno. Mas será que isso faz sentido?

Normalmente, o pênis cresce mais intensamente durante a adolescência, mantendo-se com o mesmo comprimento e largura ao longo de toda a sua vida.

Embora haja diversas pesquisas diferentes, realizados em todo o mundo, é consenso junto à comunidade médica que o tamanho normal do comprimento do pênis ereto varia entre 9 cm e 13 cm. Quanto a circunferência, são valores normais entre 9 cm e 12 cm.

Assim, qualquer membro que tenha tamanho ereto inferior a 9 cm é considerado pequeno. Chamamos micropenis se o órgão é menor que 7 cm.

Então, se seu pênis se encaixa nos padrões obtidos em estudo, fique tranquilo: você faz parte da grande maioria da população e tem um membro normal.

Caso você tenha um órgão genital com menos de 7 cm quando ereto, busque ajuda médica, mas não apele para métodos caseiros ou encontrados na internet. Eles não funcionam e ainda podem trazer consequências para sua saúde.

Em caso de dúvida, consulte sempre um especialista.

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Infecção urinária X Sexo

A infecção urinária é uma condição comum entre mulheres, com aumento importante da incidência após início da vida sexual.

Ela ocorre quando bactérias de outras regiões do próprio corpo (pele ou do ânus) sobem pela uretra e chegam até a urina armazenada na bexiga.

Pode ocorrer por diversos motivos: higienização inadequada (quando a mulher, ao se limpar, passa o papel no sentido do ânus para a vagina, sendo que o correto é fazer na maneira inversa), por pedras nos rins, por alteração na anatomia ou funcionamento da bexiga ou rins ou sem explicação estabelecida.

Embora não seja uma doença sexualmente transmissível (DST) e, portanto, não seja transmissível por sexo, a infecção urinária pode ocorrer após o sexo. Isto acontece quando o pênis, com ajuda da lubrificação vaginal, transporta para a uretra bactérias que ficam alojadas em outro local. Por isso é recomendável urinar antes e depois do ato sexual.

Não há contraindicações em manter relação sexual quando há infecção urinária, mas pode ocorrer incômodo na uretra com aumento da dor na região da bexiga.

O tratamento da infecção urinária é simples: antibiótico, prescrito pelo médico.

Não se esqueça: em caso de dúvidas, consulte sempre um especialista.

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