Terra: Infecção Urinária: por que ela é causada e como evitar

Urologista diz que problemas de próstata colaboram para o surgimento da infecção nos homens

As infecções urinárias não são apenas frequentes em idosos. Desde o nascimento à fase madura, as infecções urinárias visitam as pessoas, mas, curiosamente, a predisposição costuma trocar de sexo de acordo com a faixa etária.

“Na primeira infância, os meninos têm mais propensão por conta das mal formações do trato urinário. Posteriormente, a tendência empata até a adolescência. Já as meninas, quando iniciam a vida sexual, costumam apresentar mais estas infecções e isso vai até os 50 anos”.

“Na fase adulto maduro, estas predisposições, entre homens e mulheres, empatam, no entanto, a partir de um dado momento, os homens começam a apresentar mais as infecções urinárias por conta dos problemas de próstata”, comenta o Dr. Danilo Galante, urologista.

Medidas para evitar as infecções urinárias

O Dr. Danilo Galante listou algumas posturas e hábitos que devem ser adotados para se esquivar do risco:

Ingestão de líquidos saudáveis – para manter o trato urinário em constante atividade. Os líquidos ajudam a evitar a prisão de ventre, que pode causar infecções; Cardápio alimentar com bastante fibra como frutas, verduras e grãos integrais; Urinar com frequência, de preferência, a cada três horas; Evitar sabonetes muito fortes; Preferir calcinhas de algodão, fugir dos tecidos sintéticos; Postura higiênica em meninas e mulheres: limpar a área da frente para trás para não levar bactérias do bumbum para a vagina.

Vale ressaltar que infecções urinárias frequentes, tanto em homens como mulheres, devem ser investigadas pelos médicos.

Clique aqui e leia a matéria completa.

Metrópoles: 5 dicas para apimentar o sexo “papai e mamãe”

Elencamos dicas de diferentes especialistas para deixar o sexo básico mais gostoso

Dia após dia aumentam as opções para variar o repertório sexual. Fetiches ousados, sexo Kinky, poses nível hard do Kama Sutra e muito mais. Tudo isso promete apimentar a transa e garantir um nível de satisfação elevado. Sabemos que são várias as posturas para testar com o par e deixar a hora “H” ainda mais divertida e prazerosa. Mas será que o básico também não pode proporcionar prazer e ser gostoso?

O pessoal adepto à vida fitness já deve ter ouvido falar do básico que funciona: nada de chás milagrosos, ou suplementos caríssimos. Recorra à comida de verdade, faça exercícios regulares e descanse. Sem milagres e segredos. O mesmo vale para o sexo: o básico não tem erro. A posição mais comum continua sendo feita por muitos casais. E não há nada de monótono nela. Estamos falando do sexo “papai e mamãe” ou o missionário.

Após o sucesso da posição do alinhamento coital, que nada mais é que uma variação do “papai e mamãe”, procuramos especialistas para dar dicas de como deixar essa posição trivial mais tesuda. Então, anote tudo para apimentar seu básico.

Saia da cama

Segundo a sexóloga Luisa Miranda, para apimentar o sexo “papai e mamãe”, a primeira coisa a fazer é parar de chamar por esse nome: “O próprio nome acaba sendo broxante”, brinca.

A posição mais comum do Ocidente, onde o casal fica face a face, leva esse nome originalmente porque antigamente acreditava-se que era a maneira mais fácil da mulher engravidar.

Os tempos mudaram (ainda bem!). E a posição onde a pessoa ativa fica em cima da passiva é realizada não apenas para procriação. Para ter mais prazer nesta postura, a dica da especialista é ousar na criatividade: “Temos todas as ferramentas que precisamos em torno de nós: saia da cama e vá para o sofá, chuveiro, chão, escada. Divirta-se”, orienta. “Não é a posição que é básica, e sim nossa limitação”, reforça.

Solte o verbo

O sexólogo e urologista Danilo Galante, concorda que apesar de muito praticada, a postura é pouco explorada pelos casais: “É a postura que mais oferece conexão aos pares, eles podem ficar olho no olho, têm maior contato entre os corpos, proporciona a troca de sensações e mais liberdade para tocar em qualquer parte do corpo”, esclarece.

A dica é aproveitar que está pertinho e falar algo no ouvido do par. Além disso, quem está embaixo pode levantar os dois pés. Inclusive dá para fazer uma variação de sexo anal nesta posição. A postura ainda é benéfica para aqueles com ejaculação precoce: “Dá mais controle de movimento na penetração”, explica.

Clique aqui e leia a matéria completa.

Metrópoles: Mentiras que as comédias românticas te contaram sobre o sexo

Da mesma forma que os pornôs podem trazer ideias irreais do sexo, os filmes e séries de romance também contam algumas mentiras

A cena é clássica: o beijo apaixonado, as roupas sendo tiradas enquanto se amassam loucamente, o sexo papai e mamãe, geralmente com o homem por cima, o casal alcança juntos um orgasmo incrível. Corta para a cena romântica do casal abraçado na cama, embaixo dos lençóis. Esse filme te soa familiar? E é! Isso porque a cena faz parte da maioria dos filmes, séries e até novelas que apresentam o sexo romântico. Mas na vida real é assim?

Qual o problema? Nenhum, se a ideia ficar apenas ali no momento do entretenimento.

A grande questão é que esse tipo de amor romântico fica no imaginário de muita gente que se frustra na vida real quando vê que não é bem assim que o roteiro segue. E muitas mulheres hoje, que passaram a adolescência assistindo a esse tipo de filme, ainda carregam essa ilusão.

As campeãs

Quem nunca sonhou em perder a virgindade com o amor da vida, em um lugar lindo e mágico, ou se apaixonar pelo melhor amigo que fará loucuras para te conquistar. Ou ainda aqueles beijos na chuva? Atire a primeira pedra quem não ansiou por um sexo pós briga maravilhoso no chão de casa?

Pois é. Quem nunca, não é mesmo? De acordo com a sexóloga Daniela Fontinele, o modo como esse gênero apresenta os relacionamentos afeta a maneira como vemos casamento, família e demais relações: “Tudo que pode acontecer na vida real não está nos filmes”, afirma.

Amizades coloridas nem sempre dão certo. O tesão não aparece do nada e você tem sexo espontâneo facilmente nos lugares mais improváveis. Não é tão fácil fazer sexo em público sem nóias e preocupações. E, por fim, nem toda transa termina em uma gozada fenomenal para os dois.

Desmistificando

De acordo com Daniela Fontineli, a primeira coisa é lembrar que a ereção masculina e a lubrificação da mulher não acontecem em um beijo instantâneo: “O que vemos é que o beijo já deixa a mulher pronta para a penetração, e na vida real não é assim”, alerta a especialista.

Além disso, outro ponto a ser desmistificado é o orgasmo ao mesmo tempo: “Nos filmes, os casais alcançam orgasmos incríveis juntos. Na vida real sabemos que muitas vezes nem todo mundo goza, menos ainda juntos”, explica.

 

Comédia romântica x pornô

Se por um lado as meninas que cresceram vendo comédias românticas, hoje podem se frustrar com a vida real, o mesmo vale para meninos que cresceram vendo pornô: “Eles acabam tendo uma visão torta sobre as mulheres e sobre homens com suas incríveis performances sexuais, desde tempo de transa até facilidade de trocar de posições sem perder a ereção”, alerta o sexólogo e urologista Danilo Galante.

No fim, a conta não bate, quase ninguém goza e muita gente sai insatisfeita.

Clique aqui e leia a matéria completa.

Portal Hospitais Brasil: LGBTQIA+: Urologista fala sobre problemática do PrEP e falta de empatia da classe médica

O tratamento por PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) destinado às populações LGBTQIA+ é considerado um avanço para a prevenção do HIV. No entanto, o médico urologista e sexólogo Dr. Danilo Galante, adverte que o tratamento tem deixado estas populações ainda mais largadas, “muita gente acaba não utilizando mais preservativos por conta disso”.

Além desta problemática, Galante lamenta a carência de médicos que tenham uma abordagem empática com estas populações. “Tem pouca gente interessada em saber, com profundidade, quais são os seus problemas. Além disso, meu consultório recebe muitas pessoas que não foram tratadas adequadamente”, alerta o especialista.

De acordo com o médico, homossexuais e bissexuais apresentam problemas sexuais da mesma ordem que os heterossexuais. “Um dos exemplos é o câncer de próstata que não recebe qualquer orientação em pacientes travestis, uma vez que eles continuam tendo próstata. Além da prevenção da doença  que não segue nenhuma orientação sexual para ser desencadeada”, finaliza.

 

Clique aqui e leia a matéria completa.

SEGS: Indicada em alguns casos, cirurgia de fimose pode ampliar o prazer e diminuir as chamadas DSTs

Caracterizada como o excesso de pele que recobre o órgão sexual masculino dificultando a exposição da glande, a fimose é uma condição comum em grande parte dos meninos e que tende a desaparecer por volta dos três ou quatro anos de idade.

Quanto isso não acontece, e os medicamentos e os exercícios não funcionam, o médico entra em ação.

Apesar de, inicialmente, gerar preocupação nos pais, a cirurgia é simples e muito benéfica. Na vida adulta pode aumentar o desempenho sexual, uma vez que, sem a pele, a movimentação durante as relações sexuais é mais facilitada e agradável, como explica o Dr. Danilo Galante, urologista e sexólogo. Além disso, a intervenção aumenta a sensibilidade da ponta do pênis, dando muito mais prazer.

“Sem contar que a cirurgia também reduz as chances de se contrair Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), uma vez que a pele é feita de uma mucosa na qual essas doenças podem se instalar” complementa Galante.

Outro benefício é uma melhor higienização do pênis, visto que, sem a pele, a limpeza é mais simples e rápida.

Dr. Danilo Galante – Formado em medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) com especialização em Urologia pela UNESP. Pós-graduado em Cirurgia Robótica pelo Hospital Oswaldo Cruz – SP. Doutorado em urologia pela USP, além de Fellow Observer of Johns Hopkins School of Medicine Brady Urological Institute Laparoscopic and Robotic Urologic Surgery. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia e Instrutor do ATLS (Advanced Trauma Life Support), atua em áreas diversificadas como Cálculos Urinários; Infertilidade (incluindo Reversão de Vasectomia), Disfunção Sexual e Cirurgia Robótica.

Clique aqui para ler a matéria completa.

Boa Forma: Lista dos sex toys mais vendidos na pandemia

A masturbação é um ato de cuidado com a mente e com o corpo — e uma ótima forma de praticar o autoconhecimento

Mal havia acabado o primeiro trimestre de pandemia e os brasileiros já estavam em busca de soluções para o bem-estar sexual durante a quarentena. As vendas de sex toys, como vibradores, dispararam de lá para cá e, hoje, o mercado ainda está em alta.

As justificativas para esse interesse pelos produtos eróticos são muitas. “As pessoas solteiras precisam respeitar o isolamento social e, por isso, não conseguem manter relações sexuais com mais ninguém. Já os casais sentiram a necessidade de inovar à medida que estão muito tempo juntos”. exemplifica a sexóloga Carla Cecarello, dos sites C-Date e Solteiros50.

Com ou sem companhia, a verdade é que os vibradores são grandes amigos da masturbação.

Não é coisa de adolescente

A masturbação nada mais é do que o hábito de se tocar. Pode começar em partes diferentes do corpo, mas na maioria das vezes se concentra nos órgãos genitais. Tudo isso, é claro, gera prazer. “É uma sensação de excitação muito boa, que vai evoluindo com o intuito de atingir um objetivo principal – o orgasmo”, diz a psicoterapeuta sexual Sônia Eustáquia.

E apesar de ser a grande meta, nem toda masturbação necessariamente faz você chegar lá. O urologista Danilo Galante explica que, assim como o sexo, a ela é dividida em cinco fases, e o climax é apenas uma delas:

“Geralmente, o ato sexual começa com o simples desejo, que evolui para a excitação. Depois de alguns estímulos, há a ereção e, por fim, o sexo em si. que pode vir acompanhado ou não de orgasmo”, ressalta o especialista.

 

Clique aqui e leia a matéria completa

Saúde em dia: Entenda por que a infecção urinária afeta mais as mulheres

No inverno é mais comum o surgimento dela devido ao baixo consumo de líquido

A infecção urinária é um problema muito comum entre mulheres durante todo o ano, que afeta de 50% a 80% do público feminino em algum momento da vida, segundo dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo.

Com a chegada do frio esse número aumenta. Segundo o Dr. Danilo Galante, urologista o fato das pessoas ingerirem menos líquido no inverno, faz com que sinta menos vontade de urinar, ou seja, como esse ato é responsável pela limpeza do canal da uretra, quando não ocorre com a frequência que deveria, as bactérias ficam retidas no local, aumentando as chances do surgimento de uma infecção.

“A uretra da mulher, além de ser mais curta do que a do homem, está mais próxima do ânus, o que favorece a passagem de microrganismos para a região. Além disso, a condição também é comum durante a menopausa, já que as taxas de estrógeno, hormônio que protege o trato urinário, diminuem”, explica.

Quais são os sintomas?

Eles podem variar bastante de uma pessoa para a outra e de acordo com o local do sistema urinário afetado, que pode ser a uretra, a bexiga ou os rins.
Dor ou queimação ao urinar, sensação de peso na bexiga, vontade frequente para urinar, urinar em pouca quantidade, urina muito escura com cheiro forte e febre baixa constante.

Como evitar a infecção urinária

– Lavar a região genital externa com água e sabão após a relação sexual,

– Após urinar e defecar sempre limpar a região íntima de frente para trás, a fim de evitar a chegada da bactéria E. Coli na vagina, já que esta encontra-se presente na região anal e perianal, sendo a principal causadora de infecção urinária,

– Esvaziar completamente a bexiga toda vez que urinar, para evitar a urina residual que aumenta as chances de infecção urinária,

– Beber mais água, ingerindo pelo menos 1,5 L de líquidos claros por dia,

– Manter uma alimentação rica em fibras para diminuir o tempo de permanência das fezes dentro do intestino, o que diminui a quantidade de bactérias dentro dele,

– Não usar perfume ou creme com perfume na região da vagina porque isso pode irritar a pele e aumentar o risco de infecção urinária,

– Manter a região da vulva sempre seca, evitando usar roupas muito apertadas e absorvente diário, a fim de diminuir a transpiração neste local.

Como é feito o tratamento?

Normalmente é feito com o uso de antibióticos receitados por um médico, como Ciprofloxacino ou Fosfomicina, para eliminar o excesso de bactérias, como Escherichia coli, que estão causando a infecção.

No entanto, também existem alguns remédios caseiros, como o suco de arando, que podem tratar a infecção quando está surgindo ou que podem ser usados apenas para completar o tratamento médico.

Além disso, é fundamental estabelecer rotina com alguns cuidados, como beber água e manter a higiene genital adequada, para acelerar a recuperação e evitar que a infecção volte a surgir.

 

Clique aqui e leia a matéria completa.