SEGS: Indicada em alguns casos, cirurgia de fimose pode ampliar o prazer e diminuir as chamadas DSTs

Caracterizada como o excesso de pele que recobre o órgão sexual masculino dificultando a exposição da glande, a fimose é uma condição comum em grande parte dos meninos e que tende a desaparecer por volta dos três ou quatro anos de idade.

Quanto isso não acontece, e os medicamentos e os exercícios não funcionam, o médico entra em ação.

Apesar de, inicialmente, gerar preocupação nos pais, a cirurgia é simples e muito benéfica. Na vida adulta pode aumentar o desempenho sexual, uma vez que, sem a pele, a movimentação durante as relações sexuais é mais facilitada e agradável, como explica o Dr. Danilo Galante, urologista e sexólogo. Além disso, a intervenção aumenta a sensibilidade da ponta do pênis, dando muito mais prazer.

“Sem contar que a cirurgia também reduz as chances de se contrair Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), uma vez que a pele é feita de uma mucosa na qual essas doenças podem se instalar” complementa Galante.

Outro benefício é uma melhor higienização do pênis, visto que, sem a pele, a limpeza é mais simples e rápida.

Dr. Danilo Galante – Formado em medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) com especialização em Urologia pela UNESP. Pós-graduado em Cirurgia Robótica pelo Hospital Oswaldo Cruz – SP. Doutorado em urologia pela USP, além de Fellow Observer of Johns Hopkins School of Medicine Brady Urological Institute Laparoscopic and Robotic Urologic Surgery. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia e Instrutor do ATLS (Advanced Trauma Life Support), atua em áreas diversificadas como Cálculos Urinários; Infertilidade (incluindo Reversão de Vasectomia), Disfunção Sexual e Cirurgia Robótica.

Clique aqui para ler a matéria completa.

Impala news: Homens também fingem orgasmos ou só as mulheres é que o fazem?

Especialista em sexologia revela se são só as mulheres que fingem o orgasmo ou se os homens também o fazem.

Os homens também fingem orgasmos. Quem o garante é o urologista e sexólogo Danilo Galante, em conversa com o site Metrópoles. Diz o especialista que 10 a 15% dos homens já fingiram orgasmos na cama. Ou têm o hábito de o fazer. Algo que leva a uma segunda pergunta. Que passa pela forma como os homens conseguem fazê-lo.

 

Homens e mulheres com motivos diferentes para fingir o orgasmo

“Apesar de, para os homens, as duas coisas acontecerem simultaneamente, são dois fenómenos diferentes. Enquanto a ejaculação é a expulsão de sémen e espermatozoides, o orgasmo é a sensação, o ápice do testão”, explica Danilo Galante. O que significa que um homem pode ejacular sem ter um orgasmo e o inverso. Sendo que operações, medicamentos e alterações neurológicas são algumas das causas para esta situação.

Mulheres tendem a fingir para não magoar o ego masculino

De acordo com o especialista, as mulheres tendem a fingir de forma a não magoar o ego masculino. Já eles, quando o fazem, é por vergonha. “Muitos deles costumam ter disfunção erétil, que é a dificuldade em manter uma ereção. Logo, alguns homens preferem fingir um orgasmo do que admitir que perderam a ereção durante o sexo”, conclui.

 

Clique aqui e leia a matéria completa.

UOL: CIRURGIA DE FIMOSE: QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS?

Primeiramente, é importante destacar que há uma diferença entre a fimose e o prepúcio, que é a pele que recobre a glande. Quando não há estreitamento, o orifício do prepúcio permite que a glande entre e saia sem problemas, sendo esse o cenário normal do pênis.

Quando há uma espécie de um anel fibroso, que gera um estreitamento muito grande do prepúcio, a glande acaba não sendo exteriorizada e essa situação ganha o nome de fimose. No geral, ela é caracterizada como o excesso de pele que recobre o pênis, dificultando a exposição da glande. Essa é uma condição comum em grande parte dos meninos e que tende a desaparecer por volta dos três ou quatro anos de idade. Quando isso não acontece, e os medicamentos e os exercícios não funcionam, o médico entra em ação. 

Quais são os benefícios da cirurgia de fimose?

Apesar de, inicialmente, gerar preocupação nos pais, a cirurgia é simples e muito benéfica. Na vida adulta, pode aumentar o desempenho sexual, uma vez que, sem a pele, a movimentação durante as relações sexuais é mais fácil e agradável, como explica Danilo Galante,  Membro Titular da Sociedade Brasileira  de Urologia. Além disso, a intervenção aumenta a sensibilidade da ponta do pênis, dando muito mais prazer.

“Sem contar que a cirurgia também reduz as chances de se contrair infecções sexualmente transmissíveis (IST), uma vez que a pele é feita de uma mucosa na qual essas doenças podem se instalar” complementa Galante. 

Outro benefício é uma melhor higienização do pênis, visto que, sem a pele, a limpeza é mais simples e rápida.

Clique aqui e leia a matéria completa.

CBN Saúde: Infecção urinária: entenda causas e como prevenir

Comum nas mulheres, problema pode se agravar e causar internações

No quadro CBN Saúde desta quinta-feira (15), o médico urologista Danilo Galante explica os sintomas e causas da infecção urinária. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, a incidência dessa infecção é de 80 a 90% em mulheres, principalmente, nas que estão em idade reprodutiva ou na menopausa.

 

CBN SAÚDE (15/04/2021): médico urologista Danilo Galante fala sobre infecção urinária em mulheres
Watch this video on YouTube.

 

Clique aqui e acesse a matéria na integra!

Metrópoles: Conheça 6 opções de preservativos sem látex para alérgicos

É possível encontrar no mercado, preservativos feitos com outros materiais

Para que, além de gostosa, a relação sexual seja segura, é indispensável o uso de preservativo (até mesmo para os sexos anal e oral). Contudo, há pessoas que têm dificuldade em encontrar preservativos porque têm alergia ao látex – principal composto da maior parte das camisinhas.

Segundo o urologista e sexólogo Danilo Galante, estima-se que 10 a 15% da população sofre com a alergia. Ao ter contato com o material, os principais sintomas são coceira, inchaço, vermelhidão e descamação na genitália, além de espirros, olhos lacrimejando e sensação de garganta arranhando.

Ao identificar os sintomas, as primeiras indicações são suspender imediatamente o contato com a camisinha e tomar um antialérgico. O médico ressalta também que, ainda que não seja comum, a alergia pode ser desenvolvida na idade adulta.

“É mais comum que as pessoas tenham essa sensibilidade desde sempre, mas, como qualquer alergia, ela pode aparecer em qualquer momento da vida, depende da exposição”, explica.

Opções
Se você é do time que não se dá bem com o látex, não tem por que desistir para sempre da camisinha. No Brasil, ainda que não sejam tantas opções, algumas marcas disponibilizam preservativos que não usam o látex em sua composição. Confira:

Skyn tradicional
As camisinhas da marca Skyn, da Blowtex, além de prometerem a sensação de estar sem camisinha, também são feitas com outro material que não o látex. Liberado!

Preservativo feminino Della
Muitos preservativos femininos são feitos com outras substâncias que não são o látex. Logo, ainda que não seja tão facilmente encontrada, é uma solução para os alérgicos.

Skyn texturizado
Se além da segurança o desejo é de uma sensação a mais, a Skyn conta com a opção da linha texturizada, com texturas onduladas e saliências elevadas.

Preserv Extra Premium
A linha Extra Premium da camisinha Preserv é, além de sem látex, sem cheiro, mais fina e mais larga, prometendo mais conforto na relação sexual.

Skyn Cocktail
Sem látex e com sabor? Tem, sim senhor! A Linha Cocktail da Skyn traz camisinhas saborizadas inspiradas em drinques. A Cherry Sunrise tem aroma e sabor de cereja, a Piña Colada de coco e a Passion Daiquiri de maracujá.

Jontex Pele com Pele
A Pele com Pele, da Jontex, é mais fina, livre de látex e promete a sensação de não estar usando nada.

Clique aqui e leia a matéria na integra!

RIT TV: A saúde do homem: criança ao idoso

Em entrevista para o programa consulta ao doutor, da RIT TV, no dia 03/02, falei sobre a saúde do homem desde criança até a terceira idade.

Confira a entrevista completa:

RIT - CONSULTA AO DOUTOR - 03/02/2021 - SAÚDE DO HOMEM NA INFÂNCIA
Watch this video on YouTube.

Glande inflamada

Você já ouviu falar em “balanite”? A inflamação da mucosa presente na glande do pênis, associada ou não a uma infecção, é frequente em homens que têm fimose. Se apenas o prepúcio é acometido, é chamada de “postite”. Agora, se a glande também fica inflamada, recebe o nome de “balanopostite”.

A doença possui alguns fatores de risco, a exemplo do diabetes tipo 2 e da obesidade. Contudo, o mais importante destes é a falta de higienização da região genital. A formação e o acúmulo de esmegma, secreção branca formada pela descamação de células mortas da pele, é uma fonte de contaminações do prepúcio por microrganismos, como fungos e bactérias. O esmegma acumulado estreita o prepúcio e dificulta a limpeza adequada da glande, facilitando o surgimento de infecções com potencial para agravar o quadro.

A inflamação também pode ser provocada por ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), como a candidíase e a gonorreia, ou através do contato da pele com produtos que causam irritação ou alergias, a exemplo de tecidos ou substâncias presentes em sabonetes, cremes, pomadas e outros produtos.

Além da glande avermelhada, com um inchaço que leva ao estreitamento do canal urinário, a balanite pode apresentar outros sintomas, como dor, irritação, coceira, descamação da mucosa da glande e surgimento de uma secreção purulenta abaixo do prepúcio. O diagnóstico é obtido a partir de exames laboratoriais, que permitem a identificação do agente causador e a correta aplicação de medidas de tratamento.

A inflamação é combatida com o uso de medicamentos (como pomadas, por exemplo), assim como a eventual infecção associada. É recomendável que parceiros sexuais de pessoas acometidas pelo problema também sejam tratados para evitar uma reinfecção. Outra medida é a cirurgia para retirada de fimose, visando permitir a exposição da glande e, consequentemente, sua higienização correta, a mais eficaz das medidas preventivas.

Saiba a importância de levar seu filho adolescente ao urologista

Em setembro, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) promoveu a Campanha #VemProUro, com foco em orientações para adolescentes.

 

O objetivo da ação foi orientar os pais a levar os jovens de 15 a 19 anos de idade a médicos especialistas. Diferentemente das meninas, que geralmente são levadas ao ginecologista desde o começo da adolescência, meninos da mesma faixa etária não têm o costume de procurar orientação médica.

 

É esperado que o adolescente tenha resistência e demore para topar ir à consulta. Assim, é recomendável que o pai convide o filho na escolha do médico, procurando profissionais experientes no atendimento a jovens.

 

A ida ao urologista desde a adolescência pode ajudar a diagnosticar precocemente doenças não notadas pelo pediatra (criptorquidia – testículo não descido – ou fimose, por exemplo), além de doenças de ocorrência comum na adolescência como a varicocele (dilatação dos vasos do testículo que pode levar a uma redução da produção de espermatozoides e, no futuro, até causar infertilidade). Além disso, o urologista pode tirar dúvidas sobre sexualidade e doenças sexualmente transmissíveis. 

 

Mesmo que o paciente não tenha experiência sexual, a visita ao médico é bastante importante, servindo como primeiro passo de uma relação que pode auxiliar muito no desenvolvimento biológico e psicológico desse indivíduo mais jovem. 

 

Clique aqui para saber mais sobre Urologia