CBN Saúde: Infecção urinária: entenda causas e como prevenir

Comum nas mulheres, problema pode se agravar e causar internações

No quadro CBN Saúde desta quinta-feira (15), o médico urologista Danilo Galante explica os sintomas e causas da infecção urinária. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, a incidência dessa infecção é de 80 a 90% em mulheres, principalmente, nas que estão em idade reprodutiva ou na menopausa.

 

CBN SAÚDE (15/04/2021): médico urologista Danilo Galante fala sobre infecção urinária em mulheres
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Metrópoles: Conheça 6 opções de preservativos sem látex para alérgicos

É possível encontrar no mercado, preservativos feitos com outros materiais

Para que, além de gostosa, a relação sexual seja segura, é indispensável o uso de preservativo (até mesmo para os sexos anal e oral). Contudo, há pessoas que têm dificuldade em encontrar preservativos porque têm alergia ao látex – principal composto da maior parte das camisinhas.

Segundo o urologista e sexólogo Danilo Galante, estima-se que 10 a 15% da população sofre com a alergia. Ao ter contato com o material, os principais sintomas são coceira, inchaço, vermelhidão e descamação na genitália, além de espirros, olhos lacrimejando e sensação de garganta arranhando.

Ao identificar os sintomas, as primeiras indicações são suspender imediatamente o contato com a camisinha e tomar um antialérgico. O médico ressalta também que, ainda que não seja comum, a alergia pode ser desenvolvida na idade adulta.

“É mais comum que as pessoas tenham essa sensibilidade desde sempre, mas, como qualquer alergia, ela pode aparecer em qualquer momento da vida, depende da exposição”, explica.

Opções
Se você é do time que não se dá bem com o látex, não tem por que desistir para sempre da camisinha. No Brasil, ainda que não sejam tantas opções, algumas marcas disponibilizam preservativos que não usam o látex em sua composição. Confira:

Skyn tradicional
As camisinhas da marca Skyn, da Blowtex, além de prometerem a sensação de estar sem camisinha, também são feitas com outro material que não o látex. Liberado!

Preservativo feminino Della
Muitos preservativos femininos são feitos com outras substâncias que não são o látex. Logo, ainda que não seja tão facilmente encontrada, é uma solução para os alérgicos.

Skyn texturizado
Se além da segurança o desejo é de uma sensação a mais, a Skyn conta com a opção da linha texturizada, com texturas onduladas e saliências elevadas.

Preserv Extra Premium
A linha Extra Premium da camisinha Preserv é, além de sem látex, sem cheiro, mais fina e mais larga, prometendo mais conforto na relação sexual.

Skyn Cocktail
Sem látex e com sabor? Tem, sim senhor! A Linha Cocktail da Skyn traz camisinhas saborizadas inspiradas em drinques. A Cherry Sunrise tem aroma e sabor de cereja, a Piña Colada de coco e a Passion Daiquiri de maracujá.

Jontex Pele com Pele
A Pele com Pele, da Jontex, é mais fina, livre de látex e promete a sensação de não estar usando nada.

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RIT TV: A saúde do homem: criança ao idoso

Em entrevista para o programa consulta ao doutor, da RIT TV, no dia 03/02, falei sobre a saúde do homem desde criança até a terceira idade.

Confira a entrevista completa:

RIT - CONSULTA AO DOUTOR - 03/02/2021 - SAÚDE DO HOMEM NA INFÂNCIA
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Glande inflamada

Você já ouviu falar em “balanite”? A inflamação da mucosa presente na glande do pênis, associada ou não a uma infecção, é frequente em homens que têm fimose. Se apenas o prepúcio é acometido, é chamada de “postite”. Agora, se a glande também fica inflamada, recebe o nome de “balanopostite”.

A doença possui alguns fatores de risco, a exemplo do diabetes tipo 2 e da obesidade. Contudo, o mais importante destes é a falta de higienização da região genital. A formação e o acúmulo de esmegma, secreção branca formada pela descamação de células mortas da pele, é uma fonte de contaminações do prepúcio por microrganismos, como fungos e bactérias. O esmegma acumulado estreita o prepúcio e dificulta a limpeza adequada da glande, facilitando o surgimento de infecções com potencial para agravar o quadro.

A inflamação também pode ser provocada por ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), como a candidíase e a gonorreia, ou através do contato da pele com produtos que causam irritação ou alergias, a exemplo de tecidos ou substâncias presentes em sabonetes, cremes, pomadas e outros produtos.

Além da glande avermelhada, com um inchaço que leva ao estreitamento do canal urinário, a balanite pode apresentar outros sintomas, como dor, irritação, coceira, descamação da mucosa da glande e surgimento de uma secreção purulenta abaixo do prepúcio. O diagnóstico é obtido a partir de exames laboratoriais, que permitem a identificação do agente causador e a correta aplicação de medidas de tratamento.

A inflamação é combatida com o uso de medicamentos (como pomadas, por exemplo), assim como a eventual infecção associada. É recomendável que parceiros sexuais de pessoas acometidas pelo problema também sejam tratados para evitar uma reinfecção. Outra medida é a cirurgia para retirada de fimose, visando permitir a exposição da glande e, consequentemente, sua higienização correta, a mais eficaz das medidas preventivas.

Saiba a importância de levar seu filho adolescente ao urologista

Em setembro, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) promoveu a Campanha #VemProUro, com foco em orientações para adolescentes.

 

O objetivo da ação foi orientar os pais a levar os jovens de 15 a 19 anos de idade a médicos especialistas. Diferentemente das meninas, que geralmente são levadas ao ginecologista desde o começo da adolescência, meninos da mesma faixa etária não têm o costume de procurar orientação médica.

 

É esperado que o adolescente tenha resistência e demore para topar ir à consulta. Assim, é recomendável que o pai convide o filho na escolha do médico, procurando profissionais experientes no atendimento a jovens.

 

A ida ao urologista desde a adolescência pode ajudar a diagnosticar precocemente doenças não notadas pelo pediatra (criptorquidia – testículo não descido – ou fimose, por exemplo), além de doenças de ocorrência comum na adolescência como a varicocele (dilatação dos vasos do testículo que pode levar a uma redução da produção de espermatozoides e, no futuro, até causar infertilidade). Além disso, o urologista pode tirar dúvidas sobre sexualidade e doenças sexualmente transmissíveis. 

 

Mesmo que o paciente não tenha experiência sexual, a visita ao médico é bastante importante, servindo como primeiro passo de uma relação que pode auxiliar muito no desenvolvimento biológico e psicológico desse indivíduo mais jovem. 

 

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O uso de suplementação para exercícios pode danificar os rins?

Muito se fala sobre o uso de suplementação para exercícios físicos. Mas será que este costume pode danificar nossos rins?

Em princípio, devemos entender que, antes de usar qualquer tipo de suplemento, devemos estar com a saúde perfeita. Para isso, precisamos realizar um check-up e também uma consulta com um especialista, como o urologista, para que sejam descartados problemas renais. Uma vez que não exista nada de errado, o médico irá te orientar para o uso ou não dessa substância.

É comum que praticantes de exercícios tentem aumentar bastante o consumo de proteínas através de suplementos proteicos. O grande perigo disso é que podemos ultrapassar o limite de nosso organismo digeri-las e utilizá-las. Este excesso pode sim ser danoso aos rins, sobrecarregando também outras regiões do nosso corpo, como fígado e sistema imunológico.

Em caso de uso excessivo, os suplementos aumentam a necessidade de filtragem dos rins, sobrecarregando-os. Assim, principalmente se a pessoa já tem alguma doença renal ou outra condição que comprometa a região, como pressão alta e diabetes, a função renal pode ficar reduzida. O abuso também pode favorecer a absorção de cálcio pelo organismo e provocar a formação de cálculos renais em pacientes predispostos a isso.

Mesmo que sua saúde esteja boa, não se esqueça de consumir bastante água, alimentar-se corretamente, dormir bem e seguir uma rotina saudável, de preferência sem o uso de álcool, tabaco ou qualquer tipo de droga.

Na dúvida, consulte sempre um especialista.

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O que é Doença Renal Policística?

A doença renal policística se dá quando ocorre a presença de diversos cistos nos rins, bilateralmente. Eles crescem lentamente e são preenchidos por líquido, de maneira a formar bolhas de água de vários tamanhos.

 

Existem diversos tipos da patologia, sendo o mais comum a doença renal policística do adulto (DRPA), que atinge pessoas de 30 a 40 anos de idade, de ambos os sexos.

 

Normalmente, as causas são hereditárias, vindas por algum defeito genético herdado nos genes PKD1 (85%) e PKD2 (15%), que passa de pais para filhos de forma dominante.

 

Em alguns pacientes, os sintomas são imperceptíveis, mas outros podem sofrer de dor nas costas, no abdômen e podem ainda apresentar sangue na urina, hipertensão arterial e cólica causada por cálculos renais.

 

A forma mais comum de diagnóstico é o exame de ultrassom. Porém, nem sempre é possível a detecção pelo método tradicional, com cistos pequenos sendo vistos apenas através de tomografia computadorizada renal ou ressonância nuclear magnética.

 

Ainda não há uma cura para a doença, algo que tem sido alvo de diversas pesquisas médicas. Então, o tratamento funciona no sentido de aliviar as dores e sintomas desta condição. O paciente deve ser acompanhado regularmente por um especialista, que pedirá exames específicos para que a saúde seja monitorada da melhor forma possível.

 

Além disso, é importante a adoção de hábitos mais saudáveis, evitando gordura em excesso e afastando costumes nocivos, como o consumo de álcool e tabaco.

 

Não se esqueça: em caso de dúvida, consulte sempre um especialista.

 

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Saiba mais sobre as vacinas para HPV

A infecção por HPV é uma das doenças sexualmente transmissíveis (DST) mais comuns. Por isso, é muito importante a divulgação das vacinas contra esta doença.

 

Apesar da principal forma de contágio ser sexual, a infecção também pode ocorrer no parto ou por compartilhamento de objetos pessoais como toalhas e roupas íntimas. A doença é caracterizada por lesões genitais, principalmente na forma de verrugas.

 

 

Para prevenção, existem vários tipos de vacina. A oferecida pelo SUS é a chamada quadrivalente, que protege contra os 4 subtipos mais comuns do vírus no Brasil. Após a aplicação, há desenvolvimento de anticorpos e, caso a pessoa entre em contato com o HPV, ela não desenvolve a doença. Os últimos congressos de Urologia têm mostrado associação entre pacientes que tomaram vacina e MENOR OCORRÊNCIA DE LESÕES (tanto em frequência de aparecimento, quanto em número de verrugas). 

 

No SUS, a vacina é disponibilizada gratuitamente para meninos e meninas dos 9 aos 14 anos. Homens e mulheres, dos 9 aos 26, que receberam órgãos transplantados ou estão em tratamento contra o câncer também podem receber a vacina gratuitamente. 

 

Em clínicas particulares, existem vacinas para qualquer idade acima dos 9 anos. Únicas contraindicações: gravidez, problemas de coagulação sanguínea (ex: trombocitopenia) ou ainda alergia aos componentes.

 

Na dúvida, consulte sempre um especialista.

 

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Fimose não é apenas uma doença infantil

Um dos maiores mitos sobre a fimose é que ela atinge apenas crianças. Consistindo na dificuldade de exposição da glande pelo estreitamento do prepúcio, a doença também atinge adultos.

 

Normalmente, em crianças ocorre desde o nascimento. Já em adultos, ela pode ser uma fimose não tratada na infância ou decorrente de inflamações e infecções da pele durante a vida, condição mais comum ainda em diabéticos.  Ocorre um progressivo estreitamento da pele com piora para limpeza e exposição da glande.  O ambiente torna-se ideal para o surgimento de fungos, vírus e bactérias.

 

 

Por conta disso, a correção da fimose na infância tem sido indicada como um fator protetor do câncer de pênis. Estudos mostram menor número de casos dessa doença em pacientes operados, como também menor ocorrência de DSTs. Ocorre que a cirurgia de fimose é bastante simples e resolve de vez esta condição. Tem rápida recuperação, consistindo na retirada do excesso de pele ao redor da glande do pênis. 

 

Atenção: se você passa por isso, não tente resolver sozinho, puxando a pele do seu pênis para baixo. Você pode se machucar seriamente e o problema pode ser piorado. Caso você esteja com essa dificuldade, procure um urologista.

 

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