Hérnia: você sabe o que o Bolsonaro operou?

Se você nunca tinha ouvido falar sobre “hérnia abdominal”, provavelmente leu (ou escutou) em algum lugar que o presidente Jair Bolsonaro foi operado novamente. Dessa vez de hérnia. Vamos aprende um pouco mais do assunto?

A hérnia abdominal é caracterizada por uma falha da parede abdominal, através da qual ocorre uma protrusão (deslocamento) do conteúdo abdominal, como gordura intra-abdominal e vísceras, notadamente alças intestinais.

Estima-se que 3% a 8% dos brasileiros apresentam algum tipo de hérnia na região do abdômen. Nos Estados Unidos, são realizadas anualmente cerca de 700 mil operações de hérnia. 

As hérnias podem doer, principalmente ao exercício e provocar alterações estéticas. No entanto, é o estragulamento de algum órgão abdominal que é a complicação mais temida das hérnias. Isso ocorre esse órgão (maioria das vezes uma alça intestinal) entra no orifício da hernia e não consegue mais retornar ao abdome. Ocorre edema, torção e consequente obstrução do trânsito intestinal. Quando isso ocorre, o paciente sente: dores intensas, inchaço e vermelhidão no local da hérnia, além de náuseas e vômitos.

No caso do presidente Jair Bolsonaro, foi realizada correção de hérnia incisional. Ele havia sido submetido a cirurgia anterior devido a ferimento por arma branca (facada). A cicatrização dele não foi suficiente para manter fechada todas as camadas da parede abdominal. Com afastamento da principal delas (aponeurose) foi gerado uma hernia incisional. 

As hérnias abdominais mais comuns são as umbilicais e as inguinais. As primeiras surgem desde nascimento com não fechamento do local por onde passa o cordão umbilical. Essa abertura fecha normalmente até os 2 anos de idade. Quando isso não ocorre, temos a hérnia umbilical. Essa alteração pode ficar mais perceptível com aumento de peso ou gestação, situações onde há maior tensão na parede abdominal. 

Já as hérnias inguinais podem ser diretas ou indiretas. As indiretas também ocorrem desde o nascimento. Os recém nascidos apresentam constantes aumentos e diminuições no tamanho do saquinho (escroto) das crianças. Já a hérnia direta acomete adultos, frequentemente por fraqueza da parede abdominal. Há maior incidência em idosos e nós que realizam exercícios mais regularmente.

Na maioria dos casos, o diagnóstico das hérnias abdominais é feito em exame físico do médico.  Ocasionalmente exames de imagem (ultrassonografia ou tomografia) são utilizadas para confirmação diagnostica. 

O tratamento é sempre cirúrgico, de preferência de forma eletiva (escolhendo-se data e horário). No caso de hérnias estranguladas, a cirurgia é realizada com urgência, no mesmo dia. A correção da hérnia pode ser feita de forma convencional ou laparoscópica, considerada minimamente invasiva.

Sensibilidade na glande X Ejaculação precoce

Se você acredita que uma eventual sensibilidade aumentada na glande é a responsável pela ejaculação precoce, a resposta é “não”. Apesar de ser uma das regiões mais sensíveis do órgão sexual masculino, e ao contrário do que muitas pessoas acreditam, a glande não está relacionada ao problema.

A ejaculação é precoce quando ocorre logo após a penetração ou até mesmo antes, sem que o paciente tenha o devido controle sobre esse evento. Os homens que sofrem com o problema vão menos preparados para uma relação sexual e acabam ejaculando antes do momento adequado. A ansiedade é sempre  associada a ejaculação precoce.

Estima-se que pelo menos 30% da população tem ejaculação precoce. Uma parcela significativa desses homens consegue solucionar a questão de forma espontânea, somente com alterações no comportamento sexual. Entretanto, outros precisam de ajuda médica e medicações, devendo procurar um urologista.

Por definição, todos os animais têm relações sexuais rápidas, pois a única finalidade é a reprodução. O ser humano é o único que vivencia o ato como algo prazeroso, com o intuito de estender a duração pelo máximo de tempo possível.

Então, se você sofre com o problema, não se preocupe. Procure um urologista para saber como lidar com a situação e ter orientações comportamentais especificamente voltadas para relações sexuais. Lembre-se também de nunca ir para uma relação sem uma “estratégia”. Caso contrário, a tendência é que a ejaculação ocorra antes da hora.

Atualmente, existem medicações para tratar o problema, pertencentes a uma classe dos antidepressivos que diminuem a libido do paciente, ou seja, a vontade de transar, postergando assim o momento da ejaculação.

Como é a sexualidade após o tratamento do câncer de próstata?

Nem todo tratamento de câncer de próstata interfere na vida sexual do homem, mas a taxa de impotência no paciente tratado ocorre em cerca de 15% dos casos. Já a incontinência urinária acontece em aproximadamente 12% dos casos.

A cirurgia que provoca um impacto maior sobre a sexualidade masculina é a prostatectomia radical, que envolve a retirada total da próstata, provocando alterações no orgasmo e na potência sexual em uma parcela dos operados.

Operações menores como a RTU (popular raspagem da próstata) raramente mudam a vida sexual do homem, podendo causar apenas ejaculação retrógada, situação em que o ejaculado vai para dentro da bexiga, ao invés de sair no orgasmo normal.

O que muitos homens ainda não sabem é que tanto a impotência quanto a incontinência urinária têm tratamento. A mulher ou parceiro do paciente ajuda muito nesse processo com paciência e apoio incondicional.

Após a cirurgia, é possível que a ereção sofra impactos, diferentemente da libido. O tratamento para resolver o problema erétil pode ser medicamentoso, com drogas injetáveis (intracavernosas) ou, em último caso, através de colocação de prótese peniana.

Cabe ressaltar que os pacientes com baixa testosterona podem fazer normalmente sua reposição, mesmo tendo sido operados de câncer de próstata. Anteriormente, o hormônio era considerado uma “gasolina” para o câncer. No entanto, constatou-se que, a partir de uma certa dosagem, o tamanho do tumor não sofre alterações, o que torna a reposição segura.

Tratamento deve ser precoce ou não para próstatas aumentadas?

Apesar de todos os homens terem crescimento de suas próstatas após os 50 anos, é uma pequena minoria que apresentará sintomas decorrentes do problema: jato urinário fraco, dificuldade para esvaziar a bexiga, urgência para urinar, além de aumento da frequência diurna e noturna.

Pacientes SEM SINTOMAS não precisam ser tratados, mesmo que tenham próstatas muito aumentadas. No entanto, sempre houve dúvidas do melhor momento de tratar os pacientes COM SINTOMAS.

No Congresso Brasileiro de Urologia foi apresentado novamente o estudo MTOPS, que incluiu 737 pacientes. Ele concluiu que há alguns fatores de risco que sinalizam necessidade de tratamento precoce para impedir (ou retardar) a progressão da doença:

* idade acima dos 62 anos

* tamanho de próstata acima de 31 anos

* PSA acima de 1,6

* resíduo abaixo de 10,6 ml/segundo

A conclusão do estudo é de que os pacientes COM SINTOMAS e com algum desses fatores de risco devem iniciar seu tratamento o mais breve possível.

Uso de Anabolizantes X Reposição de Testosterona

A testosterona é o principal hormônio masculino e influencia no comportamento, desempenho sexual, caraterísticas físicas como pelos, barbas, aumento da massa muscular, detalhes de fisionomia e estrutura óssea dos homens.

A partir dos 40 anos, os níveis sanguíneos da testosterona caem naturalmente devido ao envelhecimento, causando piora no espermograma, na libido e aparecimento de disfunção erétil, indiretamente percebido pela falta de ereções matinais “involuntárias”, ao acordar.

Além dos sintomas clássicos, a baixa de testosterona pode resultar em cansaço excessivo, pensamento confuso, problemas de memória, mudanças de humor, acúmulo de gordura corporal, baixo crescimento de pelos, dificuldade para ganhar massa muscular, entre outros.

Nesta situação, recomenda-se um médico para discutir a Terapia de Reposição de Testosterona (TRT), que pode ser feita por injeção trimestral ou por gel diário, sempre acompanhado por urologista.

Em contrapartida, a utilização abusiva da testosterona (anabolizantes) vem aumentando cada dia mais entre os homens e mulheres, principalmente dos praticantes de academia. As substâncias mais utilizadas são: oxandrolona, metilestosterona, metandienona, ésteres de testosterona, undecanoato de nandrolona, undecilato de bolderona (uso veterinário), oximetolona, enantato de metenolona, testosterona e estanozolol.

Os chamados androgênios são adquiridos através de mercados ilegais (distribuição, perda, roubo), através de fabricantes, comerciantes ou varejistas. As substâncias são também produzidas ilegalmente como drogas sem registro, falsificadas ou utilizando produtos inertes, sem nenhum efeito.

De acordo com um estudo divulgado no Congresso Brasileiro de Urologia, que analisou 4860 participantes em mais de 60 centros de esporte nas cinco maiores áreas geográficas da Arábia Saudita, 9,8% deles usavam AAS (Anabolic Androgenic Steroids) e 6,8% estavam planejando usar no futuro, sendo que metade dos usuários aconselharam outros participantes da academia a usarem as substâncias.

De acordo com o estudo, menos de um terço dos usuários dos AAS tiveram uma consulta médica antes e 25% dos usuários nem mesmo sabiam qual tipo de AAS eles estavam utilizando. Depois de parar de fazer uso dos AAS, mais da metade relatou estar com depressão e perda muscular.

A utilização de anabolizantes pode causar uma série de complicações, como acne, dependência, agressividade, problemas cardíacos, além de sintomas depressivos, disfunção erétil e diminuição da libido.

Os androgênios derivados da testosterona em altas doses podem atuar diretamente nas funções celulares, com fatores genéticos ou epigenéticos, determinando resultados tóxicos, mutagênicos, genotóxicos e carcinogênicos.

Já ouviu falar em “bexiga caída”?

A “bexiga caída”, também conhecida como “prolapso genital” ou “cistocele”, afeta não apenas a bexiga, mas todos os órgãos da pelve que podem perder sustentação e “cair”, formando um abaulamento na vagina. Ela é muito comum em mulheres que com várias gravidezes e, principalmente, partos normais, todavia podendo ser resultado de distúrbios genéticos, neurológicos e musculares, problemas no tecido conjuntivo, problemas e também do envelhecimento.
 
A “bexiga caída” ocorre pelo enfraquecimento da parede localizada entre a bexiga urinária e a vagina, podendo causar dor e/ou desconforto na paciente, além de incontinência urinária aos esforços (tossir, espirrar, pular, fazer exercícios ou dar risada).
 
Embora o parto normal seja um dos grandes responsabilizados pelo potencial causador de ruptura da musculatura na região pélvica, não é verdade que ele deva ser evitado! As pacientes que desejam parto normal devem fazer preparo no pré-natal, inclusive com exercícios fisioterápicos específicos para fortalecimento do assoalho pélvico.
 
Da mesma forma, a fisioterapia é a principal forma de tratamento da incontinência urinária. Quando não curativa, lançamos mão da cirurgia, com objetivo de restabelecimento do controle urinário. Normalmente é implantada uma malha, uma alça (“sling”) embaixo da uretra. A taxa de sucesso é muito alta, mas depende de uma indicação precisa.

Dor testicular: o que pode ser?

A dor testicular imotivada e repentina, pode ter várias causas. A mais comum delas é a varicocele, dilatação anormal das veias do escroto (“saco”). Essa doença está associada à infertilidade por piora da produção de testicular de espermatozoides e, eventualmente, de testosterona.

As infecções locais estão no segundo lugar do ranking, representa fadas pelas orquites por vírus (caxumba é a principal) e as epididimites, por bactérias.

As dores testiculares também podem ser causadas por retração rápida do testículo. Normalmente os testículos só em em direção ao corpo nos períodos de frio e descem no calor. Alguns pacientes têm esse mecanismo exacerbado, ao que chamamos de testículo retrátil, outro causador de dor ao paciente. A causa mais grave de dor é a torção testicular, urgência médica por risco de perda do testículo quando não operada em até seis horas.

A maior parte das dores testiculares é de leve intensidade e desaparece espontaneamente em pouco tempo. A avaliação médica de um urologista é indicada sempre que o paciente apresentar dores recorrentes ou intensas, associadas ou não aos seguintes sintomas: náusea e vômito; febre; inchaço do escroto; nódulo palpável no testículo e sangue na urina ou no esperma.

Nódulos no testículo são indolores. Por isso, ao contrário do que muitos pacientes acreditam, o câncer testicular dificilmente está associado à dor nos testículos. Eventualmente, a região escrotal pode apresentar dor ou desconforto, mas trata-se de algo não habitual.

O tratamento indicado para dor escrotal depende da causa. Torção testicular, hérnia estrangulada e infecção necrosante demandam procedimento cirúrgico imediato, enquanto outros problemas podem ser aliviados com analgésicos ou anti-inflamatórios não esteroidais ou opioides. Infecções bacterianas são sempre tratadas com antibióticos, as virais com repouso e analgésicos.

Saiba como prevenir infecções urinárias

 

A infecção urinária é um problema comum que afeta pessoas de todas as idades, mais frequente nas mulheres sexualmente ativas. Especialmente nelas, acontece pela uretra mais curta (cerca de 5 cm), próxima ao ânus, “moradia” das principais bactérias urinárias, que facilmente invadem a bexiga.

Além disso, as mulheres apresentam variações no nível do hormônio estrogênio, com consequente piora do sistema de defesa local. Estima-se que a maioria das mulheres terão infecção urinária ao menos uma vez na vida.

Com o envelhecimento surgem os problemas prostáticos no homem. Com isso, a incidência de infecções urinárias torna-se equiparada a das mulheres

A infecção urinária é o motivo mais frequente para atendimentos urológicos de consultórios e pronto-socorro. A doença também é responsável por alto número de internações e, inclusive, de óbitos.

Os principais sintomas da infecção urinária são: ardor ao urinar; frequência de idas ao banheiro aumentada (durante o dia ou noite); sensação de não esvaziamento total da bexiga; dor no púbis; sangue na urina; alteração do aspecto (cor escura, turva e odor forte), além de febre.

Algumas providências básicas de prevenção podem ser adotadas: tomar bastante água (ao menos 2 litros por dia), criar hábito de esvaziar a bexiga a cada duas ou três horas (com ou sem vontade), além de tratar doenças crônicas como diabetes e hipertensão, que aumentam a chance de infecção urinária.

Recomenda-se também consultar um urologista a partir do segundo caso de infecção urinária, para investigação e possível diagnóstico da causa.

Os pacientes devem ficar especialmente atentos nos períodos de calor. Nessa época a maior exposição à umidade pelo uso de roupas de banho molhadas, a queda do sistema imunológico com a adoção de alguma dieta nova e a piora na hidratação elevam os riscos de infecção.

Entenda como funciona o espermograma

Um dos principais exames para avaliar a infertilidade masculina é o espermograma. Por ele é avaliado contagem e qualidade dos espermatozoides ejaculados. Indolor e sem riscos à saúde, o exame é realizado através de coleta de semen por masturbação. Não possui contraindicações e pode ser feito por qualquer homem em idade reprodutiva.

A avaliação é normalmente solicitada em checkup de rotina ou para investigação de infertilidade masculina. O exame também costuma ser solicitado para homens em avaliação pré nupcial e nos que fizeram vasectomia, analisando se o procedimento teve êxito.

O recomendado é que o material seja colhido em laboratório após três dias de abstinência sexual e avaliado no microscópio por um embriologista no mesmo momento.

No espermograma são avaliados no semen: cor, aspecto, quantidade de líquido, número de leucócitos (que indicam infecção), além de tamanho e formato dos espermatozoides. Os três principais aspectos observados são: concentração de espermatozoides, motilidade (movimentação) e morfologia (aspecto).

A motilidade analisa a movimentação dos espermatozoides, dividida em:

1) Progressivos Rápidos, que andam para frente e são os mais efetivos para encontrar o óvulo e possibilitar a gravidez;
2) Não Progressivos, que andam em círculos ou em ziguezague, tendo menor efetividade em termos de viabilizar a gestação;
3) Imóveis ou Mortos.

De acordo com a morfologia de Kruger, consideramos NORMAL o espermatozoide oval, com corpo e cauda. No entanto, cerca de 95% da produção de espermatozoides é sempre anormal. Segundo o preconizado pelo especialista, basta que o homem tenha 4% ou mais de espermatozoides normais para ser considerado apto a engravidar sua parceira.

Refluxo vesicoureteral: dilatação e infecções urinárias desde o nascimento

O refluxo vesicoureteral (RVU) é uma condição anormal do sistema urinário, que ocorre já ao nascimento e está relacionado à origem de algumas infecções urinárias.

A urina, vinda dos rins, segue pelos ureteres até a bexiga. Há um “mecanismo valvular” que direciona o fluxo da urina para baixo. Quando o funcionamento desta “válvula” não é satisfatório, ocorre o refluxo da urina de volta ao ureter (bexiga para ureter), que favorece o transporte de bactérias para o trato urinário superior.

Na classificada de RVU há cinco graus de acordo com o nível da dilatação. O grau I é caracterizado pelo refluxo que acomete apenas o ureter, enquanto no Grau II os rins também são afetados, ainda sem dilatação renal ou ureteral. Já no terceiro grau, o refluxo também chega até os rins, com dilatação renal leve. Nos níveis mais altos, esta dilatação é moderada (grau 4) e intensa, com tortuosidade dos ureteres (grau 5).

Logo ao nascimento, os meninos são os mais acometidos. Porém, logo após o primeiro mês de vida, são as meninas que passam a apresentar uma incidência maior (até seis vezes mais).

Em muitos casos, o refluxo vesicoureteral é diagnosticado a partir da avaliação de infecções urinárias de repetição, dor lombar e quando está associado a anomalias do sistema urinário.

O diagnóstico é feito por uretrocistografia miccional e retrógada, radiografia contrastada. Nela é possível verificar a trajetória invertida da urina, voltando ao ureter.

O tratamento pode incluir antibióticos em doses reduzidas por longos períodos (até alguns anos) e ingestão de líquidos em grande quantidade para que ocorram micções regulares e frequentes. Esse tipo de tratamento ocorre em 80% dos casos, particularmente em crianças menores de cinco anos com refluxo vesicoureteral leve.

Outro tratamento é o endoscópico, por meio de injeção de substância (microesferas de silicone, ácido hialurônico ou colágeno) que reforça a junção entre o ureter e a bexiga. Isso corrige refluxos de baixo grau.

Também é possível a realização de cirurgia, denominado “reimplante ureteral”. A parte final do ureter é recolocada na bexiga, com confecção de novo túnel na bexiga. Isso viabiliza a reconstrução do “mecanismo valvular”.

A taxa de sucesso da cirurgia é alta. O objetivo é sempre proteger os rins do efeito nocivo do refluxo, que acarreta dor, dilatação das vias urinárias e infeções. Além desses, há risco de impactos negativos sobre a função renal.