Curiosidades sobre o sêmen

Que o sêmen (ou esperma) pode engravidar todo mundo sabe! Mas existem algumas curiosidades sobre o fluido masculino que você talvez não saiba:

 

Composição do sêmen: Os espermatozóides representam APENAS 5% a 10% do volume total do que é ejaculado, enquanto o restante é composto por aminoácidos, frutose, enzimas, vitaminas, ferro e zinco;

 

Textura “grudenta”: a textura do sêmen, um tanto quanto grudenta, protege os espermatozoides no momento inicial da ejaculação, fazendo com que consigam se fixar por mais tempo no colo do útero. Isso facilita sua missão de fecundar o óvulo;

 

PSA e sêmen: O PSA, medido anualmente no sangue dos homens para check up de câncer de próstata, tem função primordial na fecundação do óvulo. Ele transforma a consistência do sêmen (de gelatinoso para líquido), promovendo meio para os espermatozoides ”nadarem” de encontro ao óvulo.

 

Temperatura ideal: para produzir espermatozoides saudáveis, a temperatura dos testículos deve estar cerca de 2 a 4ºC abaixo do restante do corpo. Este é o principal motivo dos testículos ficarem na escroto. A infertilidade pode ocorrer em situações em que essa regra não acontece: em homens que trabalham expostos a altas temperaturas (fornos, metalúrgicas e siderúrgicas, que usam frequentemente laptop no colo; pacientes com varicocele (veias dilatadas na região); homens que nasceram com testículos fora da bolsa testicular (elevados ou escondidos – criptorquidia;

 

Um testículo só: mesmo com apenas um testículo, o homem tem esperma suficiente para gerar filhos;

 

Sexo oral: As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) são mais comumente associadas ao sexo com penetração, mas o ato oral também oferece riscos à saúde. Por isso, embora o risco seja menor do que no sexo anal ou vaginal, sempre é recomendável usar proteção!

 

Carcinoma de Pelve Renal e Ureter: câncer silencioso e raro

Segundo dados da publicação “Urologia Fundamental”, da Sociedade Brasileira de Urologia, os tumores uroteliais de pelve renal e de ureter são raros e correspondem a aproximadamente 5% das neoplasias uroteliais e entre 5 a 7% das renais. Está no grupo de tumores “silenciosos” que apresentam complicações por conta da dificuldade do diagnóstico, mas que sempre deve ser suspeitada em caso de urina com sangue ou imagem suspeita nos exames de imagem, principalmente nos fumantes.

 

Incidência

Mais comum entre os 50 e 70 anos de idade, sendo três vezes mais comum em homens.

 

Sintomas

A maioria dos pacientes apresenta sangue na urina, observado diretamente pelo paciente ou por contagem anormal de glóbulos vermelhos em exame de urina. Outro sintoma observado é a dilatação dos rins e ureteres, relacionada à obstrução da passagem da urina e consequente retenção do líquido no sistema coletor. Essa situação pode ser identificada durante em exame ultrassonográfico, ressonância ou tomografia do abdômen.

 

Causas

Principal fator de risco da doença é o tabagismo, aumentando conforme o número de anos e quantidade fumada.

 

Tratamento

A forma de tratamento dependerá de diversos fatores, como tamanho da lesão, comprometimento do local envolvido, características das células tumorais, condições de saúde, idade, etc. Normalmente há necessidade de cirurgia.

 

Procure sempre um médico urologista para diagnóstico e tratamento adequados.

Infertilidade Masculina

A infertilidade conjugal é caracterizada após 1 ano de tentativas de gravidez, com relações sexuais frequentes, sem uso de métodos contraceptivos e bem distribuídas ao longo do ciclo menstrual.

Estima-se que a infertilidade atinja 10% a 20% dos casais em idade reprodutiva, independendo da origem étnica ou social. Aproximadamente 33% dos casos acontecem por problemas exclusivamente masculinos, 33% exclusivamente femininos e 33% por ambos.

Em todo casal infértil o homem deve ser avaliado por urologista. Na consulta, é feita avaliação do histórico pessoal e familiar, tanto de doenças quanto de tratamentos prévios. Deve-se realizar exame físico minucioso de todo o paciente e solicitar exames laboratoriais e de imagem. O principal exame masculino é o espermograma. Por uma amostra de sêmen (coletada por masturbação) é analisada a saúde da próstata e dos espermatozóides do paciente. Os níveis parâmetros normais são estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde. A partir deste exame, outros também poderão ser requeridos, como avaliação hormonal, genética e testes espermáticos.

Entre as causas mais comuns de infertilidade no homem, temos a varicocele, que se caracteriza pela formação de varizes nos testículos, e a criptorquidia, que ocorre quando não houve descida correta do testículo para o escroto. Outros fatores também podem causar a problemas como: torção testicular, infecções do trato genital masculino, inflamação testicular e outros. No entanto, cerca de 25% das causas são desconhecidas, não possuindo tratamento específico.

O tratamento sempre é instituído para dois objetivos. Primeiramente para que o casal atinja a gravidez natural. Secundariamente para otimizar as chances de sucesso em posteriores técnicas de reprodução assistida. Sabemos que quando o homem (e  mulher) não tem suas capacidades reprodutivas melhoradas, as chances de aborto espontâneo aumentam e as de sucesso na fertilização in vitro diminuem.

Existem basicamente três técnicas de reprodução assistida:

– Inseminação artificial, quando são injetados espermatozóides na cavidade uterina após estímulo ovulatório.

– Fertilização in vitro, quando se colocam espermatozóides em contato com o óvulo e espera-se a fecundação para transferi-lo para o útero

–  ICSI (Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoide), quando se introduz o espermatozoide no interior do óvulo e, uma vez fertilizado, transfere-se para o interior da cavidade uterina

Cistite

 

Cistite é uma infecção urinária que acomete a bexiga. É mais frequente nas mulheres adultas, especialmente aquelas em período fértil e sexualmente ativas. No entanto, também ocorre em homens, principalmente naqueles com dificuldades urinárias. Sua frequência também aumenta com o envelhecimento do paciente (homens e mulheres). Em mais de 90% das vezes é causada pela bactéria Escherichia coli. A cistite de repetição é caracterizada quando ocorrem 3 ou mais episódios no espaço de um ano.

 

Os principais sintomas são: ardência e urgência para urinar, dificuldade de segurar a urina, vontade de urinar mesmo com a bexiga vazia e presença de sangue na urina (hematúria).

 

O médico deve ser sempre consultado antes de iniciar o tratamento para infecção urinária. A automedicação deve ser desestimulada, pois pode ocasionar o desenvolvimento de resistência bacteriana a certos antibióticos. A escolha do melhor tratamento leva em consideração os sintomas apresentados pela paciente, bem como o perfil de sensibilidade das bactérias aos antibióticos em determinada comunidade.

 

O urologista é o médico mais indicado para avaliar de maneira global o paciente com cistite de repetição, prescrevendo o tratamento mais apropriado. Algumas medidas comportamentais devem ser instituídas, como: evitar longos períodos sem urinar, ingerir bastante líquido, especialmente nos dias mais quentes, fazer a adequada higiene da genitália e estimular a prática de exercícios físicos. Urinar antes e depois das relações sexuais também diminui a chance de infecção urinária.

 

 

 

LIBIDO DIMINUÍDA? O homem também pode ter esse problema

O transtorno do desejo sexual inibido entre os homens ainda não é tão frequente quanto nas mulheres, mas vem crescendo pouco a pouco, atingindo cerca de 10% da população masculina. A maior parte das pessoas acha que homens pensam em sexo a todo momento e sempre estão a postos para realizá-lo. Essa regra não vale pra muitos. Vamos falar mais sobre esse assunto?

 

Alguns fatores influenciam na libido masculina: psicológicos são os mais comuns (depressão, ansiedade e estresse), alterações hormonais (envelhecimento do homem pode ocasionar queda da função testicular e consequente diminuição dos níveis de testosterona), e alterações do sistema nervoso central (demência, AVCs, traumatismos cranianos) e periférico (diabetes).

 

Os sentimentos em relação ao parceiro e ao próprio relacionamento também afetam as necessidades e vontades. Ao contrário do que se pensa, o apetite sexual masculino requer uma conexão emocional maior à medida que os anos de casamento/relacionamento passam.

 

Toda queixa sexual deve ser investigada. Isso inclui alterações de ereção, tempo de ejaculação e libido (vontade de ter relações sexuais). O homem não deve ter vergonha de procurar ajuda para resolver problemas ligados ao desejo sexual, seja por motivos orgânicos ou psicológicos.

Enurese noturna

A perda involuntária de urina durante o sono é chamada de enurese noturna e atinge cerca de 15% das crianças com mais de 5 anos de idade. Ela pode ocorrer por fatores genéticos, psicológicos, atraso no desenvolvimento do mecanismo fisiológico da micção ou redução da capacidade funcional da bexiga. Outras causas incluem anormalidades na produção noturna do hormônio antidiurético ou no trato urinário, além de dificuldades para despertar e ir ao banheiro. Crianças que estão passando por situações de estresse em casa (separação dos pais ou o nascimento de um irmão, por exemplo) aumentam suas chances de ter o problema.

A criança pode se sentir envergonhada com a situação, evitado dormir fora de casa, o que atrapalha sua socialização. Brigar com o menor nunca é a melhor opção. Pelo contrário, reprimir piora o quadro e abala ainda mais a autoestima da criança. É importante ganhar sua confiança, motivando-a a tratar-se, de forma a superar sua disfunção.

Todas as manifestações comentadas acima são normais até os 5-7 anos de idade. Quando o problema persiste, elas devem ser avaliadas por urologista, para que este possa  dar diagnóstico e tratamento adequados.

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Verruga comum ou HPV? Saiba mais sobre isso!

A infecção por HPV é uma das doenças sexualmente transmissíveis (DST) mais comuns, ficando atrás apenas das infecções por Clamídia e da Gonorreia, principais causadores de infecção da uretra. Também chamado de “Human Papiloma Virus”, ele pode infectar de forma “silenciosa”, isto é, sem sintomas. O vírus pode ficar alojado (latente) e repentinamente aparecer em forma de lesões. Isso pode ocorrer mesmo depois de muito tempo.

O HPV genital é transmitido principalmente pelo contato direto de pele com pele durante o sexo (vaginal, oral ou anal). Para transmissão é necessário lesões visíveis. A doença se espalha através do sangue.

 

 

Estima-se que existam mais de 200 subtipos de HPV, porém, a minoria destas (cerca de 14) causam lesões, sendo precursoras de câncer de colo de útero, garganta ou ânus. Saber o subtipo não é passo obrigatório para o tratamento. Entretanto, em alguns casos de dúvida, essa informação pode ser conseguida com os testes de PCR e captura híbrida.

O  HPV surge na forma de verrugas (elevadas na pele) ou lesões planas (manchinha branca ou acastanhada), podendo coçar ou não. Ocasionalmente a lesão só é visível com uso de lente de aumento, usada nos exames de colposcopia, vulvoscopia e peniscopia. Por isso, se você apresenta verrugas ou lesões na região genital, é importante buscar uma consulta de ginecologista ou urologista para complementação diagnóstica.

O tratamento é feito por meio da destruição total das lesões, com pomadas ácidas ou por meio de cauterização com bisturi elétrico, método preferido pelo Dr. Danilo Galante.

A recorrência das lesões por HPV é alta. Por isso aconselha-se retornos trimestrais do paciente ao urologista / ginecologista para exames de controle.

Prevenir é tão importante quanto tratar! O Ministério da Saúde já disponibiliza vacina quadrivalente (contra 4 subtipos), para meninos e meninas, a partir dos 13 anos. A vacina para homens adultos, sexualmente ativos, também é recomendada como forma de prevenção do aparecimento de verrugas genitais e anais, tanto para quem não tem lesões como para quem já as tratou.

 

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Mitos sobre a vasectomia

De acordo com Lei 9.263/96 e a Portaria n° 144/97 da Secretaria de Assistência à Saúde, recomenda-se a vasectomia nas seguintes condições: em homens com capacidade civil plena e maiores de vinte e cinco anos de idade ou, pelo menos, com dois filhos vivos OU situações que envolvam risco à vida da mulher ou do futuro filho, testemunhado por relatório de dois médicos. O objetivo principal do procedimento é o planejamento familiar, em acordo com sua companheira.

 

A cirurgia é muito simples e o pênis não participa do procedimento: o cirurgião irá cortar os canais deferentes, que são os dois canais que transportam o esperma dos testículos para a uretra. As duas extremidades são seccionadas e, então amarradas. Com a interrupção dos ductos deferentes, o sêmen fica sem espermatozóides. É uma operação feita com anestesia local, onde são feitos dois cortes muito pequenos no escroto (e não no pênis), fechados com pontos separados. Veja como é o passo a passo da vasectomia: http://drdanilogalante.com.br/cirurgia-de-vasectomia-passo-passo/

 

 

Ainda hoje, a vasectomia é cercada de mitos e gera muitas dúvidas, especialmente em relação à masculinidade. Neste texto, vamos esclarecer alguns pontos sobre o assunto:

 

  • Vasectomia não é castração – Muitos homens ainda enxergam a vasectomia como uma castração. Na verdade, não existe nenhuma relação entre a vasectomia e a potência, libido e/ou performance sexual do indivíduo.
  • A cirurgia não causa impotência sexual. T
  • Não existe relação entre dor no pênis e vasectomia, já que este não participa do procedimento, ou seja, a cirurgia não envolve esse órgão.
  • Não há risco de qualquer tipo de mutilação do pênis, portanto não há qualquer alteração no tamanho ou na sensibilidade do órgão sexual masculino.
  • São raros os casos de DOR CRÔNICA testicular, aquela que dura por mais de 3 meses.
  • O homem continua a ejacular, mas o líquido seminal não conterá mais espermatozoides. Grande parte do liquido seminal ejaculado vem das vesículas seminais e não dos ductos deferentes. A mudança observada no esperma é na cor e viscosidade.
  • Na relação sexual – Não haverá nenhum tipo de dor peniana, prevalecendo a sensação habitual de prazer.
  • Após a vasectomia posso ter relações sem risco de engravidar a parceira? NÃO! Após a cirurgia, o paciente deve permanecer sem relações sexuaispor 10 dias e, a partir disso, ter ao menos 20 ejaculações antes de colher um novo exame de espermograma para controle.
  • Quando consideramos SUCESSO na cirurgia? O paciente é considerado estéril apenas após um espermograma de controle que mostre ausência de espermatozóides.
  • A vasectomia é SIM REVERSÍVEL! A reversão tem grandes chances de sucesso, mas depende muito do tempo entre a vasectomia e sua reversão. Saiba mais sobre a reversão da vasectomia aqui: http://drdanilogalante.com.br/reversao-de-vasectomia/

 

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Cateter Duplo J

O Cateter Duplo J é um grande conhecido dos pacientes que sofrem de pedras (cálculos) renais. Tem este nome por apresentar as duas extremidades em forma da letra J, sendo utilizado para livre drenagem de urina pelo ureter, canal que liga o rim à bexiga. Uma extremidade do J ancora-se na pelve renal, enquanto a outra curva-se no interior da bexiga.

É utilizado especialmente em pós-operatórios de cirurgias urológicas do rim ou nos ureteres, compressões de bexiga ou ureter por tumores abdominal; cálculos obstruindo a drenagem de urina dos rins; lesões do ureter por trauma externo (como  tiros e facadas) ou internos (cirurgias ginecológicas por exemplo); estenose congênita (ao nascimento) ou adquirida do ureter.

O tempo de permanência do cateter duplo J deve ser avaliado pelo urologista, no entanto ele pode ficar no ureter por até 3 meses, com riscos gradativamente aumentados de calcificar e ele próprio virar “um problema”pro paciente.

Enquanto estiver com o cateter, o paciente pode fazer o que lhe for conveniente. Pode comer o que quiser, fazer exercícios e ter uma vida relativamente normal. Apesar de, em teoria, não limitar a vida do paciente, há alguns sintomas muitos clássicos que o paciente pode sentir enquanto estiver com o cateter: urina avermelhada (melhora com aumento da ingestão de líquidos), dores lombares e na região da bexiga e vontade de urinar a todo momento.

Além disso, os analgésicos e/ou anti-inflamatórios devem ser tomados de acordo com as orientações do urologista. Antibióticos não são obrigatórios.

O médico urologista é o responsável pela colocação e também pela retirada do cateter duplo J e deve orientar o paciente quanto aos cuidados que deve ter para amenizar os possíveis desconfortos.

Câncer de bexiga

A bexiga tem duas principais funções no corpo humano: armazenar a urina produzida pelos rins e, quando cheia, esvaziar essa urina pela uretra, por contração de sua própria musculatura.

 

Internamente, a bexiga se assemelha ao interior da cavidade bucal, revestida por uma fina película (mucosa), denominada urotélio. Ela reveste também o interior dos ureteres, da pelves e dos cálices renais, responsáveis por transportar a urina produzida nos rins até a bexiga. Abaixo da mucosa da bexiga está uma camada ainda mais fina, denominada lâmina própria, e, sob esta, a musculatura do próprio órgão. Externamente, a musculatura da bexiga (também chamada vesical) está envolvida por tecido gorduroso.

 

 

Mais de 90% dos tumores malignos da bexiga se originam nas camadas mais superficiais da bexiga, que ficam em íntimo contato com a urina. Esse é o principal motivo dos principais fatores de risco dessa doença: tabagismo e exposição constante a produtos químicos como corantes, pesticidas ou arsênico, eliminados do corpo também pela urina.

 

Quando o câncer se limita ao tecido de revestimento da bexiga, é chamado de superficial. Em tese, todo tumor de bexiga começa ai e aprofunda quando não tratado (tumor invasivo). Ele invade posteriormente a parede muscular e dissemina-se até os órgãos próximos ou gânglios linfáticos, transformando-se num câncer metastático.

 

Estima-se que 100% dos cânceres de bexiga darão sangramento na urina, percebido pelo paciente como urina avermelhada, com ou sem coágulos (macro hematúria), OU por alteração apenas nos exames de urina (micro hematúria). Outros sintomas podem ocorrer:

 

– Sintomas irritativos da bexiga: ardor, urgência e vontade incontrolável de urinar.

 

– Dores pélvicas, dor ou sangramento retal resultante da infiltração do reto e inchaço das pernas provocado por comprometimento dos linfonodos pélvicos.

 

– Hematúria: presença de sangue na urina. É um sinal de alerta, porém não é exclusivo do câncer de bexiga, já que também pode ocorrer em tumores renais, do ureter, da uretra, além de causas benignas como nas infecções urinárias, nos cálculos renais e em prostatites benignas.

 

O exame diagnóstico mais importante para os tumores vesicais é a endoscopia (cistoscopia), que permite ao médico visualizar e filmar o interior da bexiga com uma câmera. O patologista definirá também até que profundidade o tumor invade a bexiga: apenas mucosa e submucosa (tumores superficiais) ou com comprometimento da musculatura (tumores infiltrativos).

 

O tratamento do câncer de bexiga depende da profundidade dele e do grau de comprometimento do órgão. Cirurgia endoscópica sempre é a primeira opção. Cirurgia aberta, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia são indicadas em tumores em estágios mais avançados.

 

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