Junho é o mês mundial de conscientização da Infertilidade

Durante o mês de junho, mês Mundial da Conscientização da Infertilidade, os profissionais da saúde chamam a atenção para essa causa que, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), atinge 15% da população.

 

O movimento chama a atenção para a prevenção da infertilidade por meio de uma série de iniciativas por parte da população:

 

1) Para mulheres: Exames preventivos de rotina, anuais desde a adolescência, mas obrigatoriamente a partir dos 30 anos, quando o sistema reprodutivo feminino começa a debilitar-se.

 

2) Para os homens: Ao menos uma consulta na adolescência e entre 20-30 anos. Ficar atentos a algumas disfunções como a varicocele (varizes na bolsa escrotal), principal causa de infertilidade masculina.

 

Outros cuidados passam pelos fatores associados a Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s), que também podem comprometer o aparelho reprodutor, tanto em homens quanto em mulheres.

 

Para finalizar, a campanha chamará a atenção ainda para o cuidado e manutenção do peso corporal. Tanto homens quanto mulheres obesas podem ter sua fertilidade comprometidas. O excesso de peso pode desencadear desequilíbrios hormonais que afetam a ovulação e a produção de espermatozoides.

 

Circuncisão reduz risco de doenças urológicas

A circuncisão é um procedimento cirúrgico frequentemente realizado em crianças, no qual é removido a pele retrátil (prepúcio) que recobre a cabeça do pênis (glande). O procedimento é recomendado para crianças em qualquer idade, por motivos religiosos ou médico.

 

Religiosamente feita pelos judeus em crianças com poucos dias de vida, a circuncisão é feita geralmente pelo rabino e leva no máximo 10 minutos. Já em crianças mais velhas, jovens e adultos, a cirurgia é feita em centro cirúrgico, sob sedação, com cerca de 1 hora de duração. As taxas de complicações cirúrgicas ficam abaixo de 0,5%.

 

As principais indicações estão listadas abaixo:

1) Infecções urinárias de repetição – principalmente na criançada de até 2 anos de idade é recomendado a cirurgia como forma de prevenção.

 

2) Infecções do pênis de repetição – chamada balanite (infecção da glande) e a postite (infecção do prepúcio), ou ainda balanipostite.

 

3) Prevenção de câncer de pênis e HPV – Estudos mostram benefício na redução do risco de câncer é menor incidência de HPV quando a circuncisão é feita ainda na infância.

 

A decisão sobre a circuncisão cabe aos pais da criança e ao próprio homem, quando adulto. As informações relacionadas a cada caso são mais assertivas quando obtidas pelo urologista, que define quando é preciso realizar o procedimento.

 

Saiba o que é a estenose de uretra

A uretra é o canal por onde a urina flui para fora da bexiga e seu estreitamento, chamado de estenose, ocorre devido a traumas ou lesões que, ao cicatrizarem, podem provocar diminuição do calibre do canal. Consequentemente há piora do jato urinário, principal sintoma. Os casos são mais muito mais comuns em homens do que em mulheres.

 

Além da diminuição do xixi, infecção urinária e inflamação da próstata também são complicações comuns com a estenose.

 

Existem vários tipos de traumas capazes de lesar a uretra:

 

–  Fraturas de bacia;

 

– “Queda a cavaleiro”, quando a pessoa sofre uma pancada entre as pernas, na região do períneo.

 

– Procedimentos médicos com manipulação uretral (cistoscopia, cirurgias de próstata, passagem de sondas uretrais, entre outros) e radioterapia, mesmo quando feitos de forma adequada;

 

– Infecções como uretrites causadas por doenças sexualmente transmissíveis (gonorréia ou clamídia);

 

– Congênita: alguns recém-nascidos já nascem com estenose;

 

– Câncer: geralmente o tumor primário está localizado na próstata ou bexiga.

 

Diagnóstico

 

A uretrocistoscopia é o principal exame para o diagnóstico. É simples, e pode ser realizado no hospital com anestesia local. É como uma endoscopia da uretra, para verificar o local, a gravidade e a extensão da estenose.

 

Menos comum, também é possível recorrer a uretrocistografia(radiografia com contraste via uretral).

 

Tratamentos 

 

O tratamento da estenose é feito inicialmente com a dilatação da uretra, por sondas especiais de diâmetro progressivo, introduzidas para dilatar a área estreitada e/ou com uretrotomia (quando um tipo especial de endoscópio é introduzido pela uretra até o local da estenose e uma pequena lâmina embutida no aparelho corta a região obstruída).

 

Há ainda algumas opções cirúrgicas, com vários tipos de técnicas possíveis, com remoção da obstrução e união da uretra com pontos de sutura. Pode-se ainda utilizar retalhos de pele para substituir a parte afetada. Estes procedimentos têm uma maior taxa de sucesso.

 

Outras opções muito pouco usadas são os stents uretrais – pequenos dispositivos tubulares expansivos -, empregados em casos difíceis e complexos. O alívio imediato costuma ser obtido, porém, com o passar do tempo, o tecido fibrótico vai envolvendo o stent de forma progressiva ou ele pode se deslocar.

 

Andropausa: Saiba como identificar os sintomas

Andropausa

A diminuição de testosterona (erroneamente chamada de “andropausa”) é uma fase natural da vida dos homens e começa a se manifestar por volta dos 50 anos. Pode ocorrer sem a presença de sintomas ou com muitos sinais de que o problema está acontecendo.

 

DIAGNÓSTICO

 

Os principais sintomas são: perda de libido e piora da ereção, alterações de humor e  fadiga. Ocorre que níveis de testosterona abaixo do normal são fator de risco para eventos cardiovasculares (infarto e AVC – derrame), além de anemia e osteoporose. Um exame de sangue para medir a quantidade de testosterona no corpo pode confirmar o diagnóstico, mas deve ser repetido para confirmação do resultado.

 

TRATAMENTO

 

O principal tipo de tratamento é feito com uso de medicamentos que aumentem os níveis de testosterona. Logicamente que há sempre indicação de manter hábitos de vida saudáveis, como uma boa noite de sono, alimentação balanceada e exercícios físicos regulare

DST: entenda o que é Sífilis

 

A Sífilis é uma Doença Sexualmente Transmissível (DST) causada pela bactéria Treponema pallidum. A infecção também pode ser transmitida da mãe para o feto ou por transfusão de sangue, podendo se manifestar em três estágios diferentes.

 

  • Sífilis primária: pequena ferida (única) nos órgãos genitais, conhecidas como cancro duro, que desaparece espontaneamente sem deixar cicatrizes;

 

  • Sífilis secundária: o paciente apresenta manchas vermelhas na pele, na mucosa da boca, palmas das mãos e plantas dos pés, seguidos de febre, dor de cabeça, mal-estar; gânglios aumentados espalhados pelo corpo. Esses sintomas podem regredir sem tratamento, embora a doença continue ativa no organismo;

 

  • Sífilis terciária: comprometimento do sistema nervoso central, do sistema cardiovascular, com inflamação da aorta, lesões na pele e nos ossos.

 

Sífilis Congênita

 

Este tipo ocorre quando o bebê é infectado durante a gestação. Pode causar aborto, má formação ou morte do bebê ao nascer. Caso contrário, os sintomas podem surgir desde as primeiras semanas de vida até os 2 anos após o nascimento, e incluem pneumonia, feridas no corpo, alterações nos ossos e no desenvolvimento mental e cegueira.

 

Diagnóstico

 

No início da doença, o diagnóstico pode ser confirmado por exame de sangue ou amostras de material retirados das lesões. Em fase avançada, por um exame de líquor, que verifica se o sistema nervoso foi (ou não) afetado.

 

Tratamento

 

O tratamento é feito com antibióticos, especialmente penicilina. Deve ser acompanhado com exames clínicos e laboratoriais para avaliação da evolução da doença e estendido aos parceiros sexuais.

 

Prevenção

 

A maneira mais segura de prevenir a doença é o uso de preservativos durante as relações sexuais.

Micose na virilha? Mais comum do que você imagina

A micose é uma infecção de pele causada por fungos. É muito comum na virilha, assim como qualquer local que costuma reter muito calor e umidade. Ela apresenta manchas avermelhadas ou acastanhadas, com áreas de descamação e/ou bolhas ao redor da lesão e coceira.

 

A maioria dos casos de micose na virilha são causados pelo fungo Trichophyton rubrum, o mesmo que causa a frieira (pé de atleta). Em muitos casos, o paciente também tem a infecção nos pés. Outro tipo comum de micose é a Tinha,(Tinea cruris). Esses fungos podem habitar normalmente nossa pele, estando sob controle do sistema imunológico quando a pele está seca e limpa.

 

Recorrência

Acontece principalmente em homens, em pessoas que praticam esportes, as que suam muito, em obesos e nos diabéticos descompensados. São sempre situações que facilitam a proliferação de bactérias nas dobras da pele.

 

Tratamento

É indicada a aplicação de pomada antifúngica para tratamento da infecção já instalada. Como prevenção: secar bem a região após o banho ou usar talco para evitar umidade.

Infecção urinária: mitos e verdades

A infecção urinária é uma doença que pode afetar desde os rins (pielonefrite), a bexiga (cistite), até a uretra (uretrite).

 

Embora ocorra também em homens, a infecção urinária acontece com maior frequência em mulheres, grávidas e idosas. Confira alguns mitos e verdades sobre a doença.

 

Mitos

  • Toda infecção urinária tem sintomas.

Nem todos os casos apresentam os sintomas clássicos: urina escura com cheiro forte, ardência ao urinar e vontade constante de ir ao banheiro. Grávidas constantemente têm exames de urina mostrando infecção e não demonstram nenhum sintoma.

 

  • Não há relação entre pedra nos rins e infecção urinária.

Os dois casos podem estar relacionados. Tanto que pacientes com cálculo renal têm mais chance de desenvolver infecção de urina, por basicamente 2 motivos: alguns tipos de cálculos contém bactérias em sua composição, cálculos podem “entupir” o canal urinario e propiciar infecção. Sendo assim, o tratamento do cálculo é fundamental para resolver a infecção.

 

  • Exames de urina comuns podem diagnosticar infecção urinária

O exame de urina 1, normalmente feito no pronto-socorro, identifica sinais indiretos de infecção, mas não é conclusivo. A melhor opção chama-se cultura de urina. Ele é capaz de identificar que tipo de bactéria causou a infecção e o mlhor antibiótico para seu tratamento.

 

  • Infecções urinárias não causam febre

As infecções urinárias simples, como a cistite, não ocasionam febre. Já as infecções que atingem o rim, as chamadas pielonefrites, causam febre e queda do estado geral do paciente

 

Verdades

 

  • Infecção urinária em crianças deve ser investigada

A infecção urinária em crianças é rara e pode indicar alguma alteração dos órgãos urinários. O melhor a fazer nesses casos é avaliar possíveis alterações de bexiga, rim, dos canais da uretra e ureter

 

  • Mulheres têm mais infecções urinárias do que os homens.

Verdade, cerca de 90% das infecções urinárias acontecem em mulheres. Isso tem relação com o tamanho da uretra (canal urinário), muito menor nas mulheres (5cm) em comparação aos homens (cerca de 20 cm). O caminho para as bactérias atingirem a bexiga é muito mais curto, aumentando a chance de infecções.

 

  • Mulheres grávidas e idosas têm mais chances de ter infecção urinária

Esses dois grupos têm seus sistemas imunológicos mais comprometidos. No caso das idosas, é comum que elas tenham alterações de bexiga, com ou sem incontinência urinária, aumentando a chance de infecção. Já na gravidez, o aparelho urinário fica mais dilatado e  suscetível a infecções

 

  • Diabetes aumenta a chance de infecção

O diabetes, quando não controlado, deixa o sistema imunológico frágil, favorecendo o aparecimento de qualquer tipo de infecção, inclusive urinária.

 

  • Uma boa alimentação evita infecções urinárias

A obesidade aumenta o número de infecções, estando a dieta intimamente ligada a isso. Além do controle da alimentação, indica-se ingestão de líquidos e de alimentos cítricos.

 

  • Relações sexuais e infecções urinárias

Há nítida associação entre  frequência das relações sexuais e aumento na incidência de infecção urinária. Durante a relação sexual, bactérias já existentes no homem e mulher são empurradas pelo parceiro em direção a uretra da mulher.

 

  • Não existe outro tipo de tratamento além dos antibióticos

As infecções urinárias são causadas por bactérias e só são curadas com antibióticos.

Torção Testicular

A torção testicular ocorre quando o cordão espermático acidentalmente rotaciona e “torce. É por ele que passam veias, nervos, vasos linfáticos, a artéria testicular e o canal deferente (que conduz os espermatozoides). Embora seja um problema raro e mais comum em jovens de até 25 anos, a torção testicular é uma emergência médica, pois é necessário iniciar o tratamento rapidamente para evitar o desenvolvimento de danos, que podem levar à infertilidade.

 

CAUSAS

A principal causa da torção dos testículos é um problema genético que provoca enfraquecimento do tecido que suporta os testículos, permitindo que estes rodem livremente dentro do escroto. A torção pode ser gerada por qualquer tração do cordão em direção ao abdome, causado por reflexo de dor, frio, pós trauma ou acidentes locais.

 

SINTOMAS

São comuns dor intensa e inchaço nos testículos, náuseas e vômitos, dor abdominal ou na virilha. Por vezes também dor forte ao urinar. Para não haver sequelas, o ideal é que o atendimento seja feito até seis horas após o surgimento dos primeiros sintomas.

 

DIAGNÓSTICO

Mais comumente feito por ultrassom, que identifica testículo torcido, sem vascularização (sangue que não chega nele), de volume aumentado. No caso de dúvida do médico que está atendendo o paciente, e na impossibilidade de realizar ultrassom, é prudente indicar cirurgia, mesmo na dúvida. É sempre melhor operar e ter certeza de que não está torcido, do que não operar e perder o testículo por falta de diagnóstico.

 

TRATAMENTO

Diagnosticado o problema, o tratamento para torção do testículo deve ser feito o mais rápido possível. A cirurgia é efetiva, com “destorção” e colocação do testículo no local correto, permitindo novamente a passagem de sangue e evitando, assim,  a morte do órgão. A cirurgia para torção do testículo é feita sob anestesia local ou raquianestesia e, normalmente, só é preciso retirar completamente o testículo afetado caso tenham passado mais de 12 horas do surgimento dos sintomas. Mesmo nesses casos, é raro o surgimento de infertilidade, já que o problema dificilmente afeta os dois testículos, permitindo manter o outro saudável.

 

PORTANTO DOR TESTICULAR PODE SER URGENTE

Quando surgem os sintomas, é recomendado ir o mais rápido possível ao pronto-socorro para fazer uma ultrassonografia, diagnosticar a torção testicular e iniciar o tratamento adequado.

Fístulas: entenda o que são e como tratar

A fístula é um tipo de comunicação anômala do trato urinário com um órgão vizinho, podendo ocorrer entre o útero e a vagina de um lado, e os órgãos ocos (bexiga, ureteres, uretra, intestino) de outro. Além das fístulas urinárias, consideram-se também fístulas aquelas que comunicam a parte inferior do intestino com a vagina.

 

As dimensões das fístulas vesico-vaginais (bexiga-vagina) variam desde o tamanho da cabeça de um alfinete até o de uma moeda.

 

Causas

 

Traumas durante intervenções cirúrgicas são a causa mais frequente das fístulas urinárias, cerca de 80% das fístulas são resultantes de cirurgias ginecológicas, quando ocorre lesão da bexiga ou do ureter. Traumatismos de parto são responsáveis por cerca de 20% das fístulas vesico-vaginais. A compressão exercida pela cabeça do bebê nas paredes da bexiga e da vagina podem gerar uma lesão e posterior pertuito entre os dois órgãos. Aplicações de radioterapia para doenças locais, lesões de sífilis ou tuberculose podem também ser causa desse tipo de comunicação anormal.

Sintomas

O principal sintoma é o contínuo gotejamento de urina, acompanhado por inflamação das vias urinárias. Infecção urinária também é frequente.

 

Quando suas dimensões são maiores, podem ser facilmente diagnosticadas. No caso das fístulas menores, exames como tomografia e endoscopia da bexiga (cistoscopia) são necessários. O fechamento da comunicação então é feito cirurgicamente.

 

Outros casos

Quando há fistulas uretero-vaginais – ligação entre a porção terminal do ureter e a cavidade vaginal – os sintomas são semelhantes aos da comunicação vesico-vaginal, no entanto a perda de urina é menor, pois uma parte dela chega até a bexiga, onde será eliminada normalmente. É sempre recomendado o tratamento cirúrgico para a construção de uma nova desembocadura do ureter na bexiga.

Micropênis

Recebo muitas mensagens de homens querendo auxílio estético em relação ao tamanho de seus pênis. Inicialmente, é preciso esclarecer que a maioria dos homens têm um tamanho de pênis dentro do que consideramos normal na população.Micropênis é um problema raro, mas a alteração é unicamente de tamanho. Ele funciona normalmente, não apresentando problemas de ereção e ejaculação nem para ir ao banheiro.

O maior problema acaba sendo o psicológico, sendo um tabu tanto para homens como para suas parceiras(os). Acredita-se que o tamanho normal do pênis varia entre 4 e 18cm em repouso e 7 e 27cm quando ereto. São dados da Sociedade Brasileira de urologia.

É considerado micropênis o órgão com medidas abaixo de 7 centímetros quando em ereção.

Possíveis causas

Mutações genéticas podem causar micropênis. A maioria dos casos acontece por alterações hormonais, quando há uma diminuição acentuada na produção de testosterona durante o segundo e terceiro trimestre de gravidez. Como a testosterona é o hormônio mais importante para o desenvolvimento sexual dos meninos, o pênis não consegue se desenvolver corretamente, ficando menor que a média.

Tratamentos

Quando o diagnóstico é precoce (ainda na infância), há possibilidade de suplementação com testosterona, especialmente quando os níveis desse hormônio estão bem diminuídos. Adolescentes antes do estirão da puberdade”também podem se beneficiar desse tratamento. Tratamento em adultos com testosterona para aumento peniano não funcionam. A intervenção cirúrgica, chamada faloplastia, consiste em cortar um ligamento para tentar projetar o pênis. Ela não tem risco benefício muito aceitável, com ganhos mínimos (1 a 2 cm) e riscos de lesão dos nervos da ereção, com perda de sensibilidade local.

Vale a pena?

 Quando o diagnóstico é feito na infância vale a pena tratar com reposição hormonal. Já na idade adulta, a cirurgia para aumento peniano tem seus riscos (dolorida, diminuição da sensibilidade e prazer durante o sexo) com benefícios pequenos.

O melhor caminho é tratar o fato com naturalidade, conversar com sua parceira(o) sobre o assunto e conhecer melhor o seu próprio corpo. Essas dicas podem valer muito mais que o aumento irrisório de 2 centímetros no tamanho do seu pênis.